Poder público e empresas desenham em Fernando de Noronha um protótipo de economia de baixo carbono

Sérgio Xavier, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado de Pernambuco. Foto: divulgação

Sérgio Xavier, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado de Pernambuco. Foto: divulgação

 

Por Amália Safatle, do site Página 22

Com apenas 3 mil habitantes ilhados (ou 4 mil, considerando a população flutuante), está formado um laboratório a céu aberto perfeito para prototipar a economia de baixo carbono. Mais perfeito ainda quando esse laboratório é tropical, abençoado por sol e vento em profusão. Fernando de Noronha pode até ser um paraíso turístico, mas apresenta desafios enormes em termos de sustentabilidade, a começar da energia: grande parte cara e poluente, proveniente do diesel.

Pois está em andamento um projeto para que Noronha seja um lugar onde não se perde água, não se perde energia, não se perde resíduo. O projeto para uma economia circular, replicável ao Recife e a outras cidades, envolve um banco e empresas do Brasil, dos Estados Unidos, da China e da Alemanha. Nesta entrevista concedida à Página22, o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado de Pernambuco, Sérgio Xavier, conta o que está sendo planejado em termos de energia renovável, compartilhamento de veículos elétricos, gestão de água, saneamento e resíduos, e como isso se encaixa em uma visão de atuação compartilhada do poder público – pensada e implementada em rede.

Leia a entrevista completa.

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Applications invited for United Nations Journalism Fellowships

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The Dag Hammarskjöld Fund for Journalists is now accepting applications from professional journalists from developing countries for its 2017 fellowship program. The application deadline is March 20, 2017.

The fellowships are available to radio, television, print and web journalists, age 25 to 35, from developing countries who are interested in coming to New York to report on international affairs during the 72nd session of the United Nations General Assembly. The fellowships will begin in early September and extend to late November and will include the cost of travel and accommodations in New York, as well as a per diem allowance.

The fellowship program is open to journalists who are native to one of the developing countries in Africa, Asia, and Latin America/the Caribbean and are currently working for media organizations. Applicants must demonstrate an interest in and commitment to international affairs and to conveying a better understanding of the United Nations to their readers and audiences. They must also have approval from their media organizations to spend up to three months in New York to report from the United Nations.

In an effort to rotate recipient countries, the Fund will not consider journalist applications for 2017 from nations selected in 2016: Argentina, Indonesia, Iran and Tajikistan. Journalists from these countries may apply in 2018.

Four journalists are selected each year after a review of all applications. The journalists who are awarded fellowships are given the incomparable opportunity to observe international diplomatic deliberations at the United Nations, to make professional contacts that will serve them for years to come, to interact with seasoned journalists from around the world, and to gain a broader perspective and understanding of matters of global concern. Many past fellows have risen to prominence in their professional and countries. The program is not intended to provide basic skills training to journalists; all participants are media professionals.

More informations: http://unjournalismfellowship.org/

 

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ONU abre inscrições para bolsa de jornalistas

Jornalistas brasileiros de 25 a 35 anos de idade podem se candidatar a bolsa para período de três meses em Nova Iorque cobrindo a Assembleia Geral da ONU. A bolsa é destinada a profissionais de países em desenvolvimento que estejam atuando em veículos de mídia

O Fundo Dag Hammarskjöld Fund para Jornalistas da ONU abriu inscrições para profissionais de países em desenvolvimento para o programa de bolsas de 2017. As inscrições podem ser feitas até 20 de março.

As bolsas são destinadas a profissionais com idade entre 25 e 35 anos que atuem em rádio, TV, veículo impresso ou internet e que tenham interesse em visitar Nova Iorque durante a 72ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. A bolsa é para o período entre setembro e novembro e incluirá custos com viagem e acomodação , assim como ajuda de custo diária.

O programa de bolsas é aberto a jornalistas nativos de países em desenvolvimento da África, Ásia, América Latina e Caribe e que estejam trabalhando em organizações de mídia. Os candidatos devem demonstrar interesse e comprometimento com assuntos internacionais e ajudar a transmitir uma melhor compreensão sobre as Nações Unidas para seus leitores e audiências. É necessário ter autorização da organização de mídia para que o candidato passe até três meses em Nova Iorque.

Para garantir o rodízio entre os países participantes, o Fundo não aceitará inscrições de candidatos dos países selecionados em 2016: Argentina, Indonésia, Irã e Tajiquistão. Inscrições para brasileiros estão abertas neste ano.

A cada ano são selecionados quatro jornalistas. Os profissionais agraciados têm a oportunidade de observar as deliberações diplomáticas internacionais nas Nações Unidas, fazer contatos profissionais, interagir com jornalistas de todo o mundo e ganhar uma perspectiva e compreensão dos assuntos de interesse global. O programa não é destinado a dar treinamento básico aos jornalistas: todos os participantes já são profissionais de mídia.

Todos os critérios para a inscrição e documentos solicitados podem ser localizados no website da Fundação, aqui: http://unjournalismfellowship.org/

Perguntas sobre o programa, critérios de inscrição e processo de seleção deven ser enviadas para o email: fellowship2017@unjournalismfellowship.org.

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Expected the Unexpected: The Disruptive Power of Low-carbon Technology

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Introduction

This report was produced in partnership between Carbon Tracker and the Grantham Institute at Imperial College London. This study analyses the potential for continued cost
reductions in solar photovoltaics (PV) and electric vehicle (EV) technologies to displace demand for currently dominant fossil fuels and mitigate CO2 emissions. In doing so, the report reviews the validity of continuing to base corporate strategies on ‘business as usual’ scenarios.

Value destruction from low-carbon transformations should be avoided

Achieving climate stability will require deep and widespread changes in the global
energy system – the largest single source of CO2 emissions and focus of this report. Such
changes are afoot. Solar PV module costs have fallen 99% since 1976 with record global
installations being made for the second consecutive year in 2016.ii Similar downward
cost trends exist in other renewable energy technologies. Few predicted these energy
transformations, in what proved to be a costly oversight for many. For example, the
EU’s five largest utilities lost over €100bn in value from 2008 to 2013 largely because
of a failure to predict the penetration of low-carbon technologies resulting from this
cost deflation (see Carbon Tracker’s EU Utility Death Spiral). Companies have since
recognised that they are entering the low-carbon market 10 years too late.

Challenging demand assumptions

In spite of recent examples of low-carbon shifts, current energy industry scenarios
still suffer from ‘straight-line syndrome’ – an approach where fossil fuel demand
continues to grow at an unerring pace. This inevitably leads to outputs that present
harmonious, incremental shifts in energy, while eliminating the possibility of foreseeing
step-changes. This approach runs the risk of energy industry participants overlooking
influential changes in supply side inputs, such as technology cost reductions, and
demand side fundamentals, such as efficiency gains. Recent shifts in energy markets
have also shown that the loss of 10% market share for a technology can be enough to
have a significant financial impact, rather than entire sectoral overhauls. (see Carbon
Tracker’s US Coal Crash.) Moreover, in the case of value destruction for EU utilities or
the US coal mining sector, these inflection points occurred well within 10 years, not the
long, foreseeable time frames often purported by the fossil fuel industry.

Focusing on solar PV and EVs

This report models the impact on fossil fuel demand from applying the latest available
data and market projections for future cost reductions in solar PV and EVs. Global
climate policy effort and energy demand are also varied across this study’s scenarios to
explore their role in impacting on future fossil fuel demand. Consequently, this study
reveals the level of CO2 emissions and climate change mitigation that can result from
credible, up-to-date modelling assumptions in just a few sectors of the energy system.
In doing so, this analysis also highlights the scope for even greater decarbonisation of
the global energy system if technological innovation in sectors and industries outside
the scope of this study results in cutting emissions.

See the report:
http://www.carbontracker.org/wp-content/uploads/2017/02/Expect-the-Unexpected_CTI_Imperial.pdf

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Carros elétricos e energia solar impedirão o crescimento do carvão e do petróleo

Por Redação da Envolverde*

A queda dos custos dos veículos elétricos e da tecnologia solar tem potencial para barrar o crescimento da demanda global de petróleo e carvão a partir de 2020. Esta é a principal conclusão de um novo relatório feito em parceria pelo Grantham Institute do Imperial College de Londres e pela Carbon Tracker Initiative, que acaba de ser lançado.

Somente o crescimento em veículos elétricos (EVs) pode fazer com que 2 milhões de barris de petróleo por dia (mbd) deixem de ser usados até 2025 – o mesmo volume que causou o colapso do preço do petróleo em 2014-15.

Por meio da análise de cenários, o relatório constata que grandes empresas de energia estão subestimando seriamente os avanços das fontes de baixas emissões de carbono por ainda usarem uma abordagem do tipo “business-as-usual” (BAU), e adverte que a desvalorização dos ativos baseados em combustíveis fósseis é bastante provável à medida que a transição para energias com baixa emissão de carbono se acelera.

Este cenário prevê que 16 milhões de barris por dia da demanda de petróleo serão deslocados em 2040 e 25 milhões de barris por dia até 2050 – o contrário do crescimento contínuo da demanda esperado pela indústria de petróleo.

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“Veículos elétricos e energia solar são game-changers que a indústria de combustíveis fósseis sempre subestima. Novas inovações podem fazer com que nossos cenários pareçam conservadores daqui a cinco anos. Neste caso, o erro na previsão da demanda por parte das empresas será ainda maior”, alertou Luke Sussams, pesquisador sênior da Carbon Tracker.

Os setores da energia e do transporte rodoviário representam cerca de metade do consumo de combustíveis fósseis, portanto o crescimento da energia solar fotovoltaica (PV) e dos veículos elétricos pode ter um impacto significativo na demanda.

O relatório argumenta que o uso de cenários BAU, ou seja, que desconsideram a descarbonização da economia imposta pelo desafio de combater as mudanças climáticas, deve ser aposentado. Os cenários devem agora aplicar, no mínimo, as últimas projeções de redução de custos para a energia fotovoltaica solar e para os veículos elétricos, juntamente com os compromissos de emissões assumidos pelas nações em suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) no âmbito do Acordo Climático de Paris, para refletir o estado atual da transição para uma economia de baixo carbono.

Este é um cenário “ponto de partida” que reflete com maior precisão o estado atual do processo e conclui que:

. A energia fotovoltaica solar poderia fornecer 23% da geração de energia global em 2040 e 29% até 2050, eliminando totalmente o carvão e deixando o gás natural com apenas 1% de participação de mercado. Em contraste, a ExxonMobil vê todas as fontes renováveis fornecendo apenas 11% da geração de energia global em 2040.

. Os veículos elétricos poderiam representar um terço do mercado de transporte rodoviário até 2035, mais da metade do mercado em 2040 e mais de dois terços de participação de mercado até 2050. O BP Energy Outlook 2017 prevê que os veículos elétricos representarão apenas 6% do mercado em 2035.

. A demanda por carvão poderia atingir o pico em 2020 e cair para metade dos níveis de 2012 até 2050. A demanda de petróleo poderia ser estável de 2020 para 2030 e, em seguida, cair de forma constante até 2050. A maioria das grandes empresas de petróleo e gás não esperam que o carvão atinja seu pico de consumo antes de 2030 e nenhuma prevê o pico do petróleo antes de 2040.

. Neste cenário, o aquecimento global seria limitado a 2,4° C a 2,7° C em 2100 (probabilidades de 50% e 66%). Trata-se de uma diferença significativamente menor em relação aos cenários BAU, que projetam um aumento médio de temperatura de 4° C e mais, e que muitas vezes são usados pela indústria de energia.
Isso mostra que se esforços específicos de descarbonização forem feitos fora dos setores de energia e transporte rodoviário, objetos deste relatório, ou seja, por indústrias pesadas, aviação e transporte marítimo, o aquecimento global será ainda mais reduzido.

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O estudo Espere o inesperado: o poder disruptivo da tecnologia de baixa emissão de carbono [Expected the Unexpected: The Disruptive Power of Low-Carbon Technology] adverte que os combustíveis fósseis podem perder 10% da participação de mercado para a energia solar fotovoltaica e veículos elétricos em uma única década. Isso pode não soar muito, mas pode ser o começo do fim: uma perda de 10% de participação no mercado de energia causou o colapso da indústria de mineração de carvão dos EUA e as cinco grandes empresas de energia elétrica da Europa perderam mais de 100 bilhões de euros de 2008 a 2013 porque não estavam preparadas para um crescimento de 8% nas energias renováveis, das quais a solar fotovoltaica foi uma grande parte.

“Não há mais ‘business as usual’ no setor de energia – por isso é hora de descartar esse cenário. Há uma série de tecnologias de baixas emissões de carbono prestes a atingirem a massa crítica décadas antes que algumas empresas esperam “, declarou James Leaton chefe de pesquisa do Carbon Tracker.

O relatório fornece total transparência sobre os pressupostos subjacentes à sua análise de cenários, tal como recomendado pelo Grupo de Trabalho do Conselho de Estabilidade Financeira sobre Divulgações Financeiras Relacionadas com o Clima. Ele pede às empresas que comecem a fazer o mesmo para permitir que o mercado entenda a base para as estratégias de negócios.O relatório explora como os avanços plausíveis na energia solar fotovoltaica e nos veículos elétricos poderiam impactar na demanda futura de combustíveis fósseis, juntamente com os esforços para alcançar as metas climáticas internacionais.

Modeliza uma série de cenários usando os dados mais recentes e projeções de mercado para futuras reduções de custos da energia solar fotovoltaica e dos veículos elétricos, com níveis variáveis de esforço de política climática global e demanda de energia. Tecnologias emergentes, como a fotovoltaica impresa, poderiam até fazer com que os cenários utilizados no estudo pareçam conservadores dentro de poucos anos.”A maioria das análises de caminhos de baixo carbono considera o que precisa ser feito para atingir os ambiciosos objetivos climáticos, como o de manter o aquecimento global abaixo dos 2° C. Aqui olhamos o que aconteceria com o sistema energético global e a temperatura global se as opções de menor custo fossem implementadas, à luz das últimas projeções de custos da energia solar fotovoltaica e dos veículos elétricos. É hora de entendermos completamente as implicações da incessante trajetória dessas tecnologias na curva de custos “, disse Ajay Gambhir, pesquisador sênior do Imperial College.

O custo da energia solar fotovoltaica caiu 85% nos últimos sete anos e o cenário do ponto de partida do estudo considera que ele está se tornando “materialmente mais barato do que as opções alternativas de energia globalmente”, com uma enorme expansão agregada de mais de 5000GW de capacidade entre 2030 e 2040. “Em um cenário de mudança rápida, é altamente provável que os ativos relacionados à etapa downstream dos combustível fósseis percam grande parte de seu valor”, diz Gambhir.

Os veículos elétricos estão crescendo atualmente a uma taxa de 60% ano-em-ano e já há mais de um milhão deles nas estradas. Os custos das baterias caíram 73% para US$ 268 / kWh nos sete anos até 2015 de acordo com o Departamento de Energia dos EUA, e a Tesla, fabricante de carros elétricos, prevê que eles chegarão a US$ 100 / kWh até 2020.

Os cenários deste estudo assumem que os veículos elétricos serão mais baratos que os convencionais a partir de 2020. O relatório conclui que os veículos elétricos poderiam ter um quinto do mercado de transporte rodoviário em 2030 e, com o crescimento adicional em carros de hidrogênio e híbridos de óleo / elétrico, os modelos convencionais poderiam representar menos da metade do mercado. Em 2050, os veículos elétricos podem vir a representar 1,7 bilhão (69% do mercado), enquanto os convencionais modelos de combustão interna responderão por apenas 12%.

Se a resposta internacional às mudanças climáticas for mais forte do que os compromissos nacionalmente determinados, então as tendências de mercado em energia fotovoltaica solar e carros elétricos poderiam ajudar a limitar o aquecimento global de 2,2° C a 2,4° C (probabilidades de 50% e 66%) até 2100.

Ferramenta interativa

Existe um acompanhamento online do painel interativo para que os internautas possam aprofundar os resultados do cenário. Ele está disponível em:

http://www.carbontracker.org/report/expect-the-unexpected

O relatório estará disponível para download em: http://www.carbontracker.org/report/expect-the-unexpected

Sobre Carbon Tracker Initiative

A Carbon Tracker Iniciative é um think tank sem fins lucrativos que busca promover um mercado global de energia com segurança climática alinhando os mercados de capitais com a realidade climática. Suas pesquisas sobre os ativos de carbono que não devem ser explorados começou um novo debate sobre como alinhar o sistema financeiro com a transição energética para um futuro de baixo carbono. http://www.carbontracker.org

Sobre o Grantham Institute

O Grantham Institute está empenhado em conduzir pesquisas sobre mudanças climáticas e meio ambiente, e traduzi-las em impacto no mundo real. O trabalho de pesquisa, política e divulgação que o Instituto realiza está baseado e apoiado pela pesquisa conduzida pelo pessoal acadêmico do Imperial College de Londres.

* Com informações da Agência Aviv de Comunicação.

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Movimento Municípios Sustentáveis realiza oficinas gratuitas sobre orçamento municipal

Por Sucena Shkrada Resk, do ICV

 

Em Apiacás, Carlinda, Cotriguaçu, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde e Terra Nova do Norte, os munícipes têm oportunidade de entender como funciona o Orçamento Municipal, neste mês de fevereiro, em oficinas gratuitas promovidas pelo Movimento Municípios Sustentáveis, entre os dias 6 e 21. A iniciativa faz parte de um processo de mobilização cidadã que começou em agosto do ano passado, com o objetivo de incentivar a gestão municipal participativa e a formação de um modelo regional de observatório social.

Confira o cronograma:

06/02 – 18h – Nova Monte Verde – Câmara Municipal
08/02 – 19h – Carlinda – PrevCar (Avenida Tancredo de Almeida Neves, s/n)
13/02 – 18h – Terra Nova do Norte – Câmara Municipal
15/02 – 18h – Apiacás – local a definir
20/02 – 18h – Nova Bandeirantes – local a definir
21/02 – 18h – Cotriguaçu – Câmara Municipal
Segundo Carina Sernaglia, analista ambiental do Instituto Centro de Vida (ICV), que integra a equipe técnica que ministrará a oficina, durante duas horas, serão passadas informações importantes sobre o quanto cada município arrecada de receita e quais suas principais fontes e destinações. O orçamento tem três peças fundamentais: o Plano Plurianual Municipal (PPA), a Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

“É importante destacar que essas informações devem ser públicas, de acordo com as leis de responsabilidade fiscal e de acesso à informação. Geralmente estão disponibilizadas no site das prefeituras ou devem ser apresentadas mediante pedido do munícipe”, explica.

 

 

Uma das curiosidades, de acordo com Carina, é que uma parte significativa do “bolo” vem do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que é repassado pela União anualmente. “Outros percentuais importantes são as chamadas verbas carimbadas (com destinação obrigatória), que são o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e do Sistema Único de Saúde (SUS). Já as receitas próprias do município representam um percentual bem menor, com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN)”, diz.

Para conhecer o passo-a-passo do Movimento Municípios Sustentáveis, entre no site: https://movimentomunicipiossustentaveismt.wordpress.com/.

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Earth Journalism Network oferece bolsas para produção de reportagens sobre ameaças à biodiversidade global

A Earth Journalism Network (EJN), um fundo para a promoção e o desenvolvimento do jornalismo ambiental, oferece bolsas para a produção de reportagens sobre ameaças à biodiversidade global ou sobre novas soluções para a conservação ambiental. As propostas de pauta devem ser inscritas até 17.fev.2017. As bolsas vão de US$ 1 mil a US$ 2 […]

via Aberto prazo de inscrições para bolsas para produção de reportagens sobre ameaças à biodiversidade — Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo

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