Governo do Estado do Rio de Janeiro e ONU assinam acordo para promoção de cidades mais sustentáveis

Cidade do Rio de Janeiro. Foto: Flickr/John Skodak (CC)

Cidade do Rio de Janeiro. Foto: Flickr/John Skodak (CC)

O compromisso inclui a promoção de debates sobre os desafios do desenvolvimento urbano, o desenho e a implementação de projetos que possam influenciar políticas públicas em temas urbanos e metropolitanos, bem como a sistematização e difusão de boas práticas sobre o assunto.

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PUC Minas: X Seminário de Extensão Universitária

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Setembro de 2015, Unidades e Campi da PUC Minas

Tema: “Construção de saberes e experiências da extensão universitária”

Apresentação

A extensão universitária tem como um de seus princípios a relação dialógica entre a Universidade e os demais setores da sociedade. Sua realização possibilita uma aproximação das questões sociais e dilemas coletivos a fim de contribuir para a consolidação de uma sociedade, de fato, mais democrática, aberta às diferenças, justa e equitativa. Dessa forma, por meio da extensão universitária, integrada ao ensino e à pesquisa, é possível cumprir a missão da PUC Minas, que consiste em formar profissionais competentes que tenham como base valores da ética e da solidariedade e compromisso com o bem comum.

Nesse sentido, o X Seminário de Extensão Universitária da PUC Minas se organizará a partir do seguinte tema: “Construção de saberes e experiências da extensão universitária”. O objetivo é proporcionar aos participantes do Seminário diversas possibilidades de vivência e debates sobre extensão universitária de forma crítica e participativa. Espera-se a ampla participação de todos os atores e instituições envolvidos com as ações de extensão universitária: alunos, professores e funcionários da PUC Minas e de outras instituições de ensino superior, organizações não governamentais (ONGs), Estado, iniciativa privada, sociedade civil.

Com a escolha do tema e da perspectiva da ampla participação, pretende-se ressignificar a vivência e o debate sobre a extensão universitária como um processo de construção de saberes – que abarca os conhecimentos popular, artístico, mítico, religioso, filosófico, técnico e científico – de maneira crítica, participativa, dialogada e inovadora.

O Seminário de Extensão será realizado de forma descentralizada, ou seja, serão realizadas atividades do seminário em todas as unidades e campi da PUC Minas, respeitando a realidade de cada uma.

Informações:
Av. Dom José Gaspar, 500
Prédio 30 – Coração Eucarístico
Belo Horizonte – MG
(31) 3319-4486 e (31) 3319-4082

Veja aqui a programação.

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Inscrições abertas e gratuitas para o VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental

Antonio Carlos Teixeira:

VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental: inscrições abertas, gratuitas, e com a presença de Vandana Shiva!

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Inscrições Abertas para o CBJAEncontram-se abertas e são gratuitas as inscrições dos interessados em participar e assistir o VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, que ocorrerá nos dias 20, 21 e 22 de outubro de 2015, no Sesc da Vila Mariana, em São Paulo. É organizador local a empresa de comunicação Envolverde.

Veja todos os detalhes em www.jornalismoambiental.jor.br

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Colombia: seminario web sobre periodismo y desarollo sostenible

La Fundación Gabriel García Márquez para el Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI), el Centro de Pensamiento Estratégico Internacional (CEPEI) y el Fondo Mundial para la Naturaleza (WWF), presentan el programa Periodismo de Futuro, un ciclo de seminarios web sobre los Objetivos de Desarrollo Sostenible y la Agenda post-2015.

El segundo seminario web de este ciclo, que se realizará hoy (miércoles 2 de septiembre) a las 11:00 a.m. (hora de Colombia), explicará por qué es necesaria una articulación equilibrada de los tres pilares del desarrollo sostenible (economía, equidad social y medio ambiente) para lograr con éxito la implementación de dicha agenda.

Para inscribirte en el webinar haz clic aquí y llena el formulario con tus datos. Una vez finalices recibirás en tu correo electrónico un mensaje con el enlace al que deberás ingresar el día del webinar, 10 minutos antes de la hora programada.

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Conferência anual da SEJ será em Oklahoma

Antonio Carlos Teixeira:

“Tempo, Água, Energia”: conferência anual da Sociedade dos Jornalistas de Meio Ambiente será em outubro, em Oklahoma, EUA.

Publicado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

SEJA Sociedade dos Jornalistas de Meio Ambiente  – SEJ -, com sede nos Estados Unidos, fará a sua conferência anual em outubro próximo na Universidade de Oklahoma.  A SEJ irá levar os participantes para os centros renomados de pesquisa e operações em tempo severo, exploração de petróleo, clima e conservação da água.

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RS: Última semana para inscrições no Prêmio de Jornalismo Ambiental

Antonio Carlos Teixeira:

Prêmio Lutzenberger Jornalismo Ambiental: inscrições até segunda, dia 31.

Publicado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

Prêmio de Jornalismo Ambiental_abr15Estudantes e profissionais da imprensa gaúcha têm até a próxima segunda-feira, 31, para se inscrever no Prêmio Lutzenberger Jornalismo Ambiental. O concurso, idealizado com o objetivo de valorizar reportagens de iniciativas bem-sucedidas sobre preservação e saneamento ambiental no Rio Grande do Sul, é dividido em seis categorias – Jornalismo Impresso, Fotojornalismo, Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo e Prêmio Braskem de Jornalismo Universitário – e conta com prêmios de até R$ 5 mil.

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Las 15 ciudades más contaminadas del mundo

“Los gases y humos emitidos por diversas industrias y los tubos de escape de los vehículos, sumado a la falta de medidas de control de la polución por parte de gobiernos y habitantes, son las causas principales de que en diversos puntos de nuestro planeta el aire sea realmente irrespirable.”

Por Ecoticias.com

La contaminación se mide con un parámetro llamado PM2.5 (diámetro medido en micrómetros de partículas sólidas o líquidas de sulfatos, nitratos, carbón y amoníaco que podrían causar enfermedades respiratorias graves y hasta cáncer) y se considera que el aire es “sano” cuando éste se encuentra entre 0 y 50. Para hacerse una idea del grosor de las partículas que se miden (PM significa materia particular, en inglés Particular Matter) lo mejor es compararlas con el grosor de un cabello: 2.5 es lo mismo que decir que es 100 veces más fina.

Esta es una lista en orden alfabético de quince ciudades con niveles de contaminación muy por encima de los límites aconsejados por la OMS (Organización Mundial de la Salud).

Abu Dabi: capital del Emirato del mismo nombre que forma parte de los Emiratos Árabes Unidos, está considerada la ciudad con el aire más sucio de la península arábiga (PM2.5 de 160), a causa de la contaminación que produce su importante industria petrolera.

Aman: capital de Jordania (Reino Hachemita) es el centro financiero, industrial, administrativo y comercial del país y su polución alcanza niveles muy peligrosos para la salud y el bienestar de sus ciudadanos.

Bakersfield: el sitio más contaminado de los EEUU se sitúa en California, donde varias ciudades como Merced, Fresno o Los Ángeles tienen niveles muy alarmantes. En Bakersfield se estima que solo durante un tercio del año el aire es medianamente respirable. Los problemas de asma son endémicos, pero aparentemente las medidas para combatir el smog estás siendo efectivas.

Beijing: la capital de China tiene un aire considerado “insalubre” con un PM2.5 que supera los 160 de promedio diario, aunque ha tenido picos de hasta 500. Según las autoridades chinas, el país le ha declarado la guerra a la polución ambiental y se están tomando severas medidas con el fin de reducirla.

Daca: ubicada en el centro de Bangladesh, es la capital del país y sus niveles de contaminación ambiental pueden alcanzar cotas de hasta 175 μm/m3 por ser el centro neurálgico de las comunicaciones y la industria.

Dakar: capital de Senegal es la más contaminada de África, superando con creces los 170 de PM2.5, un problema para el que el gobierno está intentando tomar medidas severas y urgentes.

El Cairo: la segunda ciudad con peores niveles de contaminación del continente africano puede sobrepasar las 130 μm/m3 debido a que cuenta con una enorme cantidad de vehículos y fabricas.

Karachi: esta ciudad portuaria de Pakistán es la capital de Sindh y la más poblada del país. Sus niveles de polución ambiental rebasan los 250 y esto se debe en gran parte a la enorme cantidad de vehículos con motores de combustión interna que hay en este lugar, reconocida como la capital financiera de la nación pakistaní.

Lima: considerada la más contaminada de las ciudades de América del Sur, la capital de Perú cuenta con un parque automotor enorme y las condiciones climáticas (el fenómeno de “El Niño”) no ayudan a limpiar el aire.

Manila: ubicada en la isla de Luzón, la capital de las Filipinas tiene un PM2.5 de más de 170 lo que hace que su aire esté altamente contaminado, en especial en los centros industriales y sus alrededores.

México: la capital del país homónimo está considerada la más insalubre de América central. Con un PM2.5 de más de 120, los mexicanos muchas veces se quejan de que su cielo siempre está oscurecido por una capa de smog.

Nueva Delhi: a la capital de la India se le ha otorgado el dudoso honor de ser la ciudad más contaminada del mundo. Sus índices PM2.5 rondan los 200/300, pero en determinados distritos especialmente los más industrializados como Anand Vihard, superan los 530 diariamente, por lo que se considera arriesgado vivir o trabajar en esa zona.

Shigita: si bien no es una ciudad propiamente dicha, sino un barrio industrializado en el distrito de Osaka, es el punto más contaminado del Japón, uno de los países que más lucha contra este mal del siglo XXI. Sus niveles de polución pueden sobrepasar las 150 μm por metro cúbico.

Sofía: capital de Bulgaria es la más contaminada de Europa, según datos de lo OMS y le sigue Madrid, a causa de sus altos niveles de dióxido de nitrógeno (NO2) que se consideran realmente graves.

Teherán: en la capital de Irán los índices de PM2.5 que superan día a día la cifra de 100 están considerados insalubres para “grupos sensibles”: asmáticos, alérgicos y con enfermedades respiratorias crónicas.

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