Cientistas esboçam caminho para a neutralidade climática da UE antes da presidência do Conselho Alemão

Markus Spiske, Pexels.com

Da Clean Energy Wire

@cleanenergywire

Em uma declaração conjunta, as principais instituições científicas alemãs, incluindo a Academia Nacional Alemã de Ciências Leopoldina, a Academia Nacional de Ciências e Engenharia (Acatech) e a União das Academias Alemãs de Ciências e Humanidades apresentaram na segunda-feira (29/6) suas recomendações para um caminho para a neutralidade dos gases de efeito estufa na Europa, à luz da presidência do Conselho Alemão da UE, que começa em 1º de julho. Para atingir o objetivo do Acordo Verde Europeu da UE de neutralidade climática até 2050, a UE deve adotar medidas de “não lamento”, a introdução de um preço padrão de CO₂ intersetorial, incluindo um preço mínimo, e alterações abrangentes na infraestrutura, as academias recomendam em um comunicado de imprensa. Em vista da pandemia de coronavírus e seu potencial impacto na política de proteção climática, os autores pedem que recursos financeiros sejam mobilizados e “investidos de acordo com a consecução dos objetivos de proteção climática”. O grupo de trabalho das academias está atualmente identificando medidas políticas, tecnológicas e regulatórias para “permitir uma transição energética sem sobrecarregar a sociedade e a economia”.

Observando que algumas tecnologias são consideradas “indispensáveis” para atender às metas climáticas de 2030 e 2050, os autores argumentam que medidas “sem arrependimento” são o fortalecimento de energia eólica e fotovoltaica, expansão de uma rede de transmissão e distribuição de eletricidade de alto desempenho e expansão de energia tecnologias de mobilidade e bomba de calor. O documento também defende o hidrogênio, dizendo que ele terá um papel fundamental e enfatizando que são necessários investimentos na fonte de energia e nos sistemas piloto. As academias também recomendam o uso de incentivos para tornar a transformação o mais econômica possível. “A Europa demonstrando que uma transformação abrangente do sistema energético pode ter sucesso sem sobrecarregar a economia nacional também pode fornecer um impulso importante para países terceiros adotarem políticas favoráveis ​​ao clima e se converterem em novos sistemas energéticos”, observa o comunicado.

Também é considerado vital um preço uniforme e intersetorial do CO₂ em toda a UE, particularmente em vista da pandemia: “Devido à recessão resultante da crise, existe o risco de aumentar a incerteza sobre o desenvolvimento de preços a longo prazo”, escrevem os autores. “Um preço mínimo efetivo para o CO₂ é, portanto, mais importante do que nunca, a fim de fornecer segurança ao planejamento e estabelecer incentivos de longo prazo para investimentos sustentáveis ​​em proteção climática.” O documento também pede um preço-padrão para os gases de efeito estufa em todos os setores no longo prazo, de preferência alcançado através da expansão do Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS). As academias também apelam a uma coordenação europeia mais estreita, a fim de criar um sistema energético europeu harmonizado.

Com a declaração, as instituições pretendem fornecer ao governo alemão recomendações “para dar à transição energética europeia desejada o momento necessário”, à medida que assume a presidência do Conselho da UE em 1º de julho. A Alemanha concentrará a presidência nos dois desafios de superar o impacto da pandemia de coronavírus e tornar o continente mais resistente e à prova de futuro, disse a chanceler Angela Merkel.

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Scientists sketch path to EU climate neutrality ahead of German Council presidency

Vincent M.A. Janssen, Pexels.com

By Clean Energy Wire

@cleanenergywire

In a joint statement, leading German scientific institutions, including the German National Academy of Sciences Leopoldina, the National Academy of Science and Engineering (Acatech) and the Union of the German Academies of Sciences and Humanities, on Monday presented their recommendations for a path to greenhouse gas neutrality in Europe in light of the German EU Council presidency beginning on 1 July. In order to achieve the EU’s European Green Deal goal of climate-neutrality by 2050, the EU must undertake “no regret” measures, the introduction of a standard cross-sector CO₂ price, including a minimum price, and comprehensive changes to the infrastructure, the academies recommend in a press release. In view of the coronavirus pandemic and its potential impact on climate protection policy, the authors call for financial resources to be mobilised and “invested in accordance with the achievement of climate protection goals”. The academies’ working group is currently identifying political, technological and regulatory measures to “enable an energy transition without overburdening society and the economy”.

Noting that some technologies are considered “indispensable” for meeting the climate targets of 2030 and 2050, the authors argue for such “no regret” measures as strengthening wind energy and photovoltaics, expanding a high-performance electricity transmission and distribution network and expanding e-mobility and heat pump technologies. The paper also makes the case for hydrogen, saying it will play a key role and stressing that investments in the energy source and pilot systems are necessary. The academies also recommend using incentives to make the transformation as cost-efficient as possible. “Europe demonstrating that a comprehensive transformation of the energy system can succeed without overburdening the national economy could also provide an important impetus for third countries to adopt climate-friendly policies and to convert to new energy systems,” the statement notes.

Also seen as vital is a cross-sectoral, EU-wide uniform CO₂ price, particularly in view of the pandemic: “Due to the recession resulting from the crisis, there is a risk that uncertainty about the long-term price development will increase,” the authors write. “An effective minimum price for CO₂ is thus more important than ever in order to provide planning security and to set long-term incentives for sustainable investments in climate protection.” The paper also calls for a standard price for greenhouse gases across all sectors in the longer term, preferably achieved through an expansion of the European Union Emissions Trading System (EU ETS). The academies also call for closer European coordination in order to create a harmonised European energy system.

With the statement, the institutions aim to provide the German government with recommendations “for giving the desired European energy transition the momentum it requires” as it takes on the EU Council presidency on 1 July. Germany will focus the presidency on the dual challenges of overcoming the impact of the coronavirus pandemic and making the continent more resilient and future-proof, chancellor Angela Merkel had said.

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Diálogos: Comunicação Corporativa e o novo normal

Live com Fernando Gonçalves, coordenador de Comunicação Social da Escola de Negócios e Seguros (ENS).

Daqui a pouco, às 19h, no Instagram.

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Impermanence: communication and governance in the corporate journey of the new normal

Alexas Fotos, Pexels.com

Antonio Carlos Teixeira, editor of the blog TerraGaia

The religious tradition of Hinduism writes in the Vedas that the Divine Trinity, formed by Brahma, Vishnu and Shiva, is responsible for maintaining the cycle of the eternal movement of the cosmos. Each deity of this triad is assigned a representation of cosmic impermanence: Brahma, creation; Vishnu, conservation; Shiva, destruction, thus constituting an indelible flow of existing.

It is not by chance that the efforts of global society to tackle the covid-19 can be interpreted as an opportunity – to overcome the pandemic – to reframe our thoughts, actions and points of view, making them key elements to regenerate our forces and beliefs in the ability to jointly solve related problems and living together in volatile, uncertain, complex and ambiguous times (v.u.c.a.).

This new acronym, which has symbolized four striking characteristics of the global environment in which we are living, in particular, is being directly associated with the opportunity to renew creative communication and corporate governance processes.

In the business world, two of the words that have been most cited in this pandemic are “resilience” and “adaptation” to a new and challenging environment of institutional, corporate, internal and external relations. In this period of transition, the leaders of the companies have a fundamental role in driving the governance of the companies towards a restart in another universe…

The valorization of remote work is at the heart of this hurricane of changes in attitudes caused by the covid-19. It is highly likely that this option – previously feared by companies – is here to stay and establish its foundations as an acceptable and valued way for producing content and managing teams and projects.

This is one of the factors that are already promoting the reinvention of corporate leaders, previously used to exercising their activities through contacts and face-to-face meetings with their teams. A learning that requires the practice of lessons with a view to the effectiveness of remote and digital communication, the ability to achieve quick responses from the team and the ability to conduct and remotely manage crisis scenarios, if necessary.

As well as strengthening the option of remote work (home office), companies should follow the path of increasing preventive actions, with special attention to the creation or expansion of areas related to crisis management. Effectively, these are two corporate areas that focus on the use of artificial and emotional intelligence, deeply related to aspects of leadership, management, service, production and relationship.

The resignification of human capital by companies will increase the valuation of soft skills associated with creativity, empathy, sympathy, trust, care, attention and welcoming and boost the professional’s ability to put them into practice, inside and outside the organization, throughout its value chain, whether for teammates, customers, consumers, suppliers, citizens, partners, project partners or shareholders.

Within this spiral of renewal, regeneration, adaptation and reinvention, new values ​​and concepts emerge for communication and marketing practices focusing on the human being: business-to-human (B2H) and human-to-human (H2H).

It means communication and marketing with purposes: transparent, relevant, true in relationships with its audiences, internal and external, listening to what they have to say. These are attitudes based on balanced values ​​that positively influence brand management and the company’s reputation with society, right now, during the pandemic, or after the end of the global crisis caused by the covid-19.

From the new lexicon for companies, corporations and post-pandemic industries, coherence will be a key factor in generating and maintaining customer / citizen confidence in the brand: doing what is said (walk the talk). There will be no more spaces for companies with a “washing” speech (green, covid-19…), greedy, disrespectful and insensitive to consumer calls and opinions.

On the contrary, the citizen’s feeling of trust will be reinforced in brands whose CEOs demonstrate true and genuine capacity to lead their team through proactive actions, if necessary, in facing social, economic, global, health crises, etc.

Adaptation, resilience, prevention, creativity, renewal, practicality, regeneration, coherence, humanization, transparency, lightness, attention, proactivity, care, innovation…

Welcome.

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Diálogos: a questão ambiental no Brasil

Live com Elizabeth Oliveira: jornalista, pesquisadora, integrante do Grupo de Pesquisa “Governança, Ambiente, Políticas Públicas, Inclusão e Sustentabilidade” (GAPIS) da UFRJ, pós-doutoranda pela Cátedra de Meio Ambiente “Bertha Becker”, conduzida pela professora Marta de Azevedo Irving no Programa Cátedras do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CBAE/FCC/UFRJ).

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Seminário debate biodiversidade e clima na agenda pós-pandemia

Com o objetivo de influenciar políticas públicas e contribuir para a difusão de temas estratégicos na sociedade brasileira, a Cátedra de Meio Ambiente do Programa Cátedras do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro CBAE/FCC/UFRJ) realiza nesta quinta-feira (18/06) o Seminário ”Biodiversidade e Clima: riscos e caminhos para agendas pós-pandemia”. O evento será transmitido ao vivo, das 16h às 18h, nas páginas do Fórum de Ciência e Cultura (UFRJ) no YouTube e da CBAE no Facebook.

O seminário terá a participação de Fabio Scarano, Professor de Ecologia da UFRJ, e Ph.D. em Ecologia e membro da Linnean Society; e Marcio Astrini, formado em Gestão Pública e pós-graduado em Direito Constitucional e Políticas Públicas.

Scarano atuou nos painéis da ONU para o clima (IPCC) e biodiversidade (IPBES), com passagens por instituições como CAPES/MEC, Jardim Botânico, Conservation International e FBDS, e foi agraciado com o Prêmio Jabuti pelos livros Biomas Brasileiros: Retratos de um País Plural (2012) e Mata Atlântica: Uma História do Futuro (2014).

Astrini trabalhou no Greenpeace Brasil por 13 anos, coordenando as frentes de clima, Amazônia e políticas públicas. Em 2020, assumiu a secretaria executiva do Observatório do Clima.

O debate será conduzido pela professora titular Marta de Azevedo Irving (CBAE/FCC/UFRJ; EICOS/IP/UFRJ; PPED/IE/UFRJ e INCT/PPED/CNPq), com apoio da pesquisadora Elizabeth Oliveira (CBAE/FCC/UFRJ e INCT/PPED/CNPq).

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf0hWbGW1NFacF-syk5OHr3DR5IZQlM_GJ2eeZ239zsAmMiXA/viewform

Acesso ao evento: https://cutt.ly/byMYURS

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Impermanence: communication et gouvernance dans le parcours d’entreprise de la nouvelle normalité

Andrea Piacquadio, Pexels.com

Antonio Carlos Teixeira, rédacteur en chef du blog TerraGaia

La tradition religieuse de l’hindouisme écrit dans les Védas que la Trinité divine, formée par Brahma, Vishnu et Shiva, est responsable du maintien du cycle du mouvement éternel du cosmos. Chaque divinité de cette triade se voit attribuer une représentation de l’impermanence cosmique: Brahma, création; Vishnu, conservation; Shiva, destruction, constituant ainsi un flux indélébile d’existant.

Ce n’est pas par hasard que les efforts de la société mondiale pour s’attaquer au covid-19 peuvent être interprétés comme une opportunité pour – une fois la pandémie surmontée – de recadrer nos pensées, nos actions et nos points de vue, ce qui en fait des éléments clés pour régénérer nos forces et nos croyances dans la capacité de résoudre conjointement des problèmes connexes et de vivre ensemble en des temps volatils (volatile), incertains (uncertain), complexes (complex) et ambigus (ambiguous) –  v.i.c.a. ou v.u.c.a.

Ce nouvel acronyme, qui symbolise quatre caractéristiques frappantes de l’environnement mondial dans lequel nous vivons, en particulier, est directement associé à l’opportunité de renouveler les processus de communication créative et de gouvernance d’entreprise.

Dans le monde des affaires, deux des mots les plus cités dans cette pandémie sont «résilience» et «adaptation» à un nouvel environnement difficile de relations institutionnelles, d’entreprise, internes et externes. En cette période de transition, les dirigeants des entreprises ont un rôle fondamental à jouer pour conduire la gouvernance des entreprises vers un redémarrage dans un autre univers…

La valorisation du travail à distance est au cœur de cet ouragan de changements d’attitudes provoqués par la covid-19. Il est très probable que cette option – auparavant redoutée par les entreprises – soit là pour rester et asseoir ses fondations comme un moyen acceptable et valorisé pour produire du contenu et gérer des équipes et des projets.

C’est l’un des facteurs qui favorisent déjà la réinvention des dirigeants d’entreprise, auparavant habitués à exercer leurs activités par le biais de contacts et de rencontres en face à face avec leurs équipes. Un apprentissage qui nécessite la pratique de leçons en vue de l’efficacité de la communication à distance et numérique, la capacité à obtenir des réponses rapides de l’équipe et la capacité de conduire et de gérer à distance des scénarios de crise, si nécessaire.

En plus de renforcer l’option du travail à distance (bureau à domicile), les entreprises devraient suivre la voie de l’augmentation des actions de prévention, avec une attention particulière à la création ou à l’expansion de domaines liés à la gestion des crises. En effet, ce sont deux domaines d’entreprise qui se concentrent sur l’utilisation de l’intelligence artificielle et émotionnelle, profondément liée aux aspects du leadership, de la gestion, du service, de la production et des relations.

La démission du capital humain par les entreprises augmentera la valorisation des soft skills associées à la créativité, l’empathie, la sympathie, la confiance, le soin, l’attention et l’accueil et renforcera la capacité du professionnel à les mettre en pratique, à l’intérieur comme à l’extérieur de l’organisation, tout au long de sa chaîne de valeur, que ce soit pour ses coéquipiers, clients, consommateurs, fournisseurs, citoyens, partenaires, partenaires de projet ou actionnaires.

Dans cette spirale de renouveau, de régénération, d’adaptation et de réinvention, de nouvelles valeurs et concepts pour les pratiques de communication et de marketing axées sur les êtres humains émergent: business-to-human (B2H) et human-to-human (H2H).

Cela signifie communication et marketing à des fins: transparentes, pertinentes, vraies dans les relations avec ses publics, internes et externes, à l’écoute de ce qu’ils ont à dire. Ce sont des attitudes basées sur des valeurs équilibrées qui influencent positivement la gestion de la marque et la réputation de l’entreprise auprès de la société, en ce moment, pendant la pandémie ou après la fin de la crise mondiale causée par la covid-19.

À partir du nouveau lexique des entreprises, des sociétés et des industries post-pandémiques, la cohérence sera un facteur clé pour générer et maintenir la confiance des clients / citoyens dans la marque: faire ce qui est dit (prêcher par l’exemple). Il n’y aura plus d’espaces pour les entreprises au discours “washing” (green, covid-19…), gourmand, irrespectueux et insensible aux appels et opinions des consommateurs.

Au contraire, le sentiment de confiance du citoyen sera renforcé dans les marques dont les PDG démontrent une vraie et véritable capacité à diriger leur équipe par des actions proactives, si nécessaire, pour faire face aux crises sociales, économiques, mondiales, sanitaires, etc.

Adaptation, résilience, prévention, créativité, renouvellement, praticité, régénération, cohérence, humanisation, transparence, légèreté, attention, proactivité, soin, innovation…

Bienvenue.

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Unbeständigkeit: Kommunikation und Governance auf dem Unternehmensweg der neuen Normalität

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Antonio Carlos Teixeira, Herausgeber des Blogs TerraGaia

Die religiöse Tradition des Hinduismus schreibt in den Veden, dass die von Brahma, Vishnu und Shiva gebildete Göttliche Dreifaltigkeit für die Aufrechterhaltung des Kreislaufs der ewigen Bewegung des Kosmos verantwortlich ist. Jeder Gottheit dieser Triade wird eine Darstellung der kosmischen Unbeständigkeit zugewiesen: Brahma, Schöpfung; Vishnu, Erhaltung; Shiva, Zerstörung, die somit einen unauslöschlichen Fluss des Bestehenden darstellt.

Es ist kein Zufall, dass die Bemühungen der globalen Gesellschaft zur Bekämpfung der Covid-19 als Gelegenheit interpretiert werden können, nach Überwindung der Pandemie unsere Gedanken, Handlungen und Sichtweisen neu zu formulieren und sie zu Schlüsselelementen für die Regeneration unserer Kräfte und Überzeugungen zu machen. in der Fähigkeit, verwandte Probleme gemeinsam zu lösen und in flüchtigen (volatile), unsicheren (uncertain), komplexen (complex) und mehrdeutigen (ambiguous) Zeiten zusammenzuleben – f.u.k.m. oder v.u.c.a.

Dieses neue Akronym, das insbesondere vier auffällige Merkmale des globalen Umfelds symbolisiert, in dem wir leben, steht in direktem Zusammenhang mit der Möglichkeit, kreative Kommunikations- und Corporate-Governance-Prozesse zu erneuern.

In der Geschäftswelt sind zwei der in dieser Pandemie am häufigsten zitierten Wörter „Resilienz“ und „Anpassung“ an ein neues und herausforderndes Umfeld institutioneller, unternehmerischer, interner und externer Beziehungen. In dieser Übergangsphase spielen die Führungskräfte der Unternehmen eine grundlegende Rolle, um die Unternehmensführung zu einem Neustart in einem anderen Universum zu führen…

Die Valorisierung der Fernarbeit ist das Herzstück dieses Hurrikans von Änderungen der Einstellungen, die durch die Covid-19 verursacht werden. Es ist sehr wahrscheinlich, dass diese Option – die zuvor von Unternehmen befürchtet wurde – bestehen bleibt und ihre Grundlagen als akzeptable und geschätzte Methode zur Erstellung von Inhalten und zur Verwaltung von Teams und Projekten etabliert.

Dies ist einer der Faktoren, die bereits die Neuerfindung von Unternehmensleitern fördern, die früher daran gewöhnt waren, ihre Aktivitäten durch Kontakte und persönliche Treffen mit ihren Teams auszuüben. Ein Lernen, das das Üben von Lektionen im Hinblick auf die Effektivität der Remote- und digitalen Kommunikation, die Fähigkeit, schnelle Antworten des Teams zu erhalten und die Fähigkeit, bei Bedarf Krisenszenarien durchzuführen und remote zu verwalten, erfordert.

Unternehmen sollten nicht nur die Möglichkeit der Fernarbeit (Home Office) stärken, sondern auch den Weg der zunehmenden Präventionsmaßnahmen beschreiten, wobei der Schaffung oder Erweiterung von Bereichen im Zusammenhang mit dem Krisenmanagement besondere Aufmerksamkeit zu widmen ist. Tatsächlich sind dies zwei Unternehmensbereiche, die sich auf den Einsatz künstlicher und emotionaler Intelligenz konzentrieren und eng mit Aspekten von Führung, Management, Service, Produktion und Beziehung verbunden sind.

Der Rücktritt des Humankapitals durch Unternehmen wird die Bewertung von Soft Skills erhöhen, die mit Kreativität, Empathie, Sympathie, Vertrauen, Fürsorge, Aufmerksamkeit und Begrüßung verbunden sind, und die Fähigkeit des Fachmanns verbessern, diese innerhalb und außerhalb des Unternehmens in die Praxis umzusetzen. entlang seiner Wertschöpfungskette, ob für Teamkollegen, Kunden, Verbraucher, Lieferanten, Bürger, Partner, Projektpartner oder Aktionäre.

Innerhalb dieser Spirale der Erneuerung, Regeneration, Anpassung und Neuerfindung entstehen neue Werte und Konzepte für Kommunikations- und Marketingpraktiken mit Schwerpunkt auf Menschen: Business-to-Human (B2H) und Human-to-Human (H2H).

Es bedeutet Kommunikation und Marketing mit Zwecken: transparent, relevant, wahr in Bezug auf das interne und externe Publikum, das auf das hört, was es zu sagen hat. Dies sind Einstellungen, die auf ausgewogenen Werten beruhen und die Markenführung und den Ruf des Unternehmens in der Gesellschaft derzeit, während der Pandemie oder nach dem Ende der durch die Covid-19 verursachten globalen Krise positiv beeinflussen.

Aus dem neuen Lexikon für Unternehmen, Konzerne und Branchen nach der Pandemie geht hervor, dass Kohärenz ein Schlüsselfaktor für die Schaffung und Aufrechterhaltung des Vertrauens von Kunden und Bürgern in die Marke ist: das zu tun, was gesagt wird (Walk the Talk). Es wird keinen Platz mehr für Unternehmen geben, die eine “washing” (green, covid-19…), halten, gierig, respektlos und unempfindlich gegenüber Kundenanrufen und Meinungen sind.

Im Gegenteil, das Vertrauensgefühl der Bürger wird in Marken gestärkt, deren CEOs die wahre und echte Fähigkeit demonstrieren, ihr Team durch proaktive Maßnahmen zu führen, falls erforderlich, um sozialen, wirtschaftlichen, globalen, Gesundheitskrisen usw. zu begegnen.

Anpassung, Belastbarkeit, Prävention, Kreativität, Erneuerung, Praktikabilität, Regeneration, Kohärenz, Humanisierung, Transparenz, Leichtigkeit, Aufmerksamkeit, Proaktivität, Sorgfalt, Innovation…

Willkommen.

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Impermanência: comunicação e governança na jornada corporativa do novo normal

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Antonio Carlos Teixeira, editor do blog TerraGaia

A tradição religiosa do hinduísmo escreve nos Vedas que a Trindade Divina, formada por Brahma, Vishnu e Shiva, é a responsável pela manutenção do ciclo de eterno movimento do cosmos. A cada divindade dessa tríade é atribuída uma representação da impermanência cósmica: Brahma, criação; Vishnu, conservação; Shiva, destruição, constituindo, assim, um fluxo indelével do existir.

Não por acaso, os esforços da sociedade global no enfrentamento da covid-19 podem ser interpretados como uma oportunidade de – vencida a pandemia – ressignificarmos os nossos pensamentos, ações e pontos de vista, tornando-os elementos-chave para regenerar nossas forças e crenças na capacidade da solução conjunta de problemas afins e de convivência em tempos voláteis (volatile), incertos (uncertain), complexos (complex) e ambíguos (ambiguous) – v.i.c.a. ou v.u.c.a.

Tal neo acrônimo, que tem simbolizado quatro marcantes características do ambiente global em que estamos vivendo, em particular, está sendo diretamente associado à oportunidade de renovação de processos criativos de comunicação e de governança corporativa.

No meio empresarial, duas das palavras que mais têm sido citadas nessa pandemia são “resiliência” e “adaptação” a um novo e desafiador ambiente de relações institucionais, corporativas, internas e externas. Nesse período de transição, as lideranças das empresas têm um papel fundamental na condução da governança das companhias rumo a um restart em um outro universo…

A valorização do trabalho remoto está no centro desse furacão de mudanças de atitudes provocadas pela covid-19. É muito provável que essa opção – antes vista com receio pelas empresas – veio para ficar e fincar suas bases como forma aceitável e valorizada para produção de conteúdo e gestão de equipes e de projetos.

Esse é um dos fatores que já estão promovendo a reinvenção das lideranças corporativas, antes acostumadas a exercer as suas atividades por meio de contatos e reuniões presenciais com suas equipes. Um aprendizado que impõe a prática de lições com vistas à eficácia de uma comunicação remota e digital, a capacidade de alcançar respostas rápidas da equipe e a habilidade de condução e gestão à distância de cenários de crise, caso necessário.

Igualmente ao fortalecimento da opção do trabalho remoto (home office), as empresas deverão seguir pelo caminho do aumento das ações de prevenção, com especial atenção à criação ou expansão de áreas ligadas à gestão de crise. Efetivamente, são duas áreas corporativas que têm foco no uso de inteligências artificial e emocional, profundamente relacionadas a aspectos de liderança, gestão, atendimento, produção e relacionamento.

A ressignificação do capital humano por parte das empresas irá ampliar a valorização das soft skills associadas a criatividade, empatia, simpatia, confiança, cuidado, atenção e acolhimento e impulsionar a capacidade do profissional de colocá-las em prática, dentro e fora da organização, em toda a sua cadeia de valor, seja para colegas de equipe, clientes, consumidores, fornecedores, cidadãos, sócios, parceiros de projetos ou acionistas.

Dentro dessa espiral de renovação, regeneração, adaptação e reinvenção, surgem novos valores e conceitos para práticas de comunicação e marketing com foco no ser humano: business-to-human (B2H) e human-to-human (H2H).

Significa uma comunicação e marketing com propósitos: transparentes, relevantes, verdadeiros nos relacionamentos com seus públicos, interno e externo, ouvindo o que têm a dizer. São atitudes baseadas em valores equilibrados que influenciam positivamente na gestão da marca e na reputação da empresa perante a sociedade, agora mesmo, durante a pandemia, ou após o fim da crise global provocada pela covid-19.

Do novo léxico para empresas, corporações e indústrias pós-pandemia, a coerência será fator fundamental para a geração e manutenção da confiança do cliente/cidadão na marca: fazer o que se fala (walk the talk). Não haverá mais espaços para empresas com discurso “washing” (green, covid-19…), gananciosas, desrespeitosas e insensíveis a apelos e opiniões dos consumidores.

Ao contrário, o sentimento de confiança do cidadão será reforçado em marcas cujos CEOs demonstrarem verdadeira e genuína capacidade de liderar a sua equipe por meio de ações proativas, se necessárias, no enfrentamento de crises sociais, econômicas, globais, sanitárias etc.

Adaptação, resiliência, prevenção, criatividade, renovação, praticidade, regeneração, coerência, humanização, transparência, leveza, atenção, proatividade, cuidado, inovação…

Bem-vindo(a).

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Covid-19, “unlockdown”: les leçons des pays sortant de l’isolement

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Antonio Carlos Teixeira, rédacteur en chef du blog TerraGaia

Avec plus de quatre millions de cas enregistrés de personnes infectées – et près de 300 000 décès – la pandémie de Covid-19 n’est pas un répit pour l’humanité. En cinq mois de contagion mondiale, l’escalade de la maladie dans le monde ne montre toujours pas de signes d’affaiblissement, ce qui a laissé les gouvernements et les institutions internationales dans un état d’alerte constant afin de réduire à tout prix la courbe de contamination par le SARS-CoV-2. Malgré la létalité, l’invisibilité et l’imprévisibilité de la maladie, certains pays parviennent à réduire la courbe de contagion de leurs citoyens, mettant en pratique des mesures d’isolement, de distance sociale, de quarantaine, de verrouillage, de sensibilisation, d’hygiène individuelle et de prévention.

À partir de ce mois, de nombreux pays commencent à assouplir les mesures rigoureuses adoptées pour empêcher la propagation du nouveau coronavirus et commencent lentement et progressivement à réactiver leur économie, bien qu’ils restent attentifs à tout signe d’une deuxième vague d’infections.

Voyons ensuite ce que l’on peut apprendre des pays qui ont déjà assoupli leur confinement et qui commencent à reprendre leurs activités.

Grèce

Le fait que la Grèce possède la deuxième plus grande population de personnes âgées en Europe (après l’Italie uniquement) et souffre toujours d’une crise économique presque chronique (qui sévit depuis 2009) n’a pas empêché le Premier ministre Kyriakos Mitsotakis d’agir rapidement aux commandes de la pays dans la lutte contre la pandémie.

Dès que le premier cas de covid-19 dans le pays (26 février) a été confirmé, le gouvernement grec a immédiatement annulé tous les événements publics, y compris le carnaval. Ensuite, les cours ont été suspendus dans toutes les écoles et universités du pays (10 mars), des mesures bientôt déterminées également pour les bars et restaurants.

La quarantaine a été appliquée à la mi-mars, imposant des règles et des restrictions strictes à la circulation des personnes, des voitures et des transports publics. Cependant, compte tenu des situations dramatiques dans les pays voisins, tels que l’Italie et l’Espagne, le gouvernement grec a rapidement déterminé l’état de verrouillage dans le pays: pratiquement seuls les médecins, infirmières, policiers et professionnels d’autres catégories jugées essentielles ont été autorisés à quitter leur domicile. .

L’ensemble de mesures a entraîné une baisse du nombre de cas confirmés de covid-19 depuis le 23 avril. Le 1er, le pays a célébré une nouvelle victoire contre le Covid-19, avec seulement 11 nouveaux cas enregistrés. Depuis samedi dernier, le 2, il y a moins de dix nouveaux patients par jour. La tendance est à la baisse des chiffres. Actuellement (dimanche 17 mai), la Grèce compte 2 819 cas, 1 374 récupérés et 162 décès. Le pays a commencé à rouvrir progressivement son économie. Depuis le 4 mai, environ 30% des secteurs du commerce et des services ont progressivement commencé à servir les clients.

Nouvelle Zelande

Le pays a adopté une stratégie appelée “éliminer” la courbe de contagion, en introduisant des mesures fortes au début de l’urgence pour empêcher la propagation du virus.

Le 25 mars, la quarantaine imposée par la Nouvelle-Zélande a fermé les frontières, interdit les agglomérations et le fonctionnement des écoles et des magasins et adopté des tactiques de suivi pour identifier rapidement les citoyens infectés et ralentir la propagation de la maladie dans le pays.

Une autre action pour lutter contre la pandémie a été la stratégie de relation «à bulles»: chaque personne pouvait se rapporter à un petit groupe d’amis proches ou à sa famille, en gardant une distance de deux mètres des autres.

En plus des mesures d’isolement imposées à la nation, le gouvernement du Premier ministre Jacinda Ardern a montré un engagement total dans les efforts de lutte contre la pandémie en réduisant ses salaires et ceux de ses ministres de 20% pendant six mois.

Lundi 27 avril, Ardern a déclaré que le pays n’avait enregistré aucun cas de contagion locale au SARS-CoV-2. Une semaine plus tard, le 4 mai, la Nouvelle-Zélande a annoncé qu’aucun cas n’avait été signalé au cours des dernières 24 heures. De tels événements étaient fondamentaux pour que le gouvernement commence à atténuer l’isolement dans le pays. «Nous avons gagné cette bataille», a célébré le Premier ministre, après cinq semaines de restrictions dans le pays dans la lutte contre le Covid-19. La Nouvelle-Zélande a enregistré à ce jour 1 499 cas de nouveau coronavirus, 1 433 récupérés et 21 décès.

Le nombre de cas de maladie dans le pays est en baisse depuis le 9 avril, date à laquelle il a atteint 929. Dimanche 10 mai, seuls deux nouveaux cas confirmés ont été enregistrés. La stratégie de la Nouvelle-Zélande consistait à assouplir les mesures de mise en quarantaine près de 20 jours après le début du déclin pandémique du pays.

Selon le Premier ministre, l’économie reprendra, mais les soins continueront. Certaines entreprises, établissements qui livrent de la nourriture et écoles ont été autorisés à rouvrir leurs portes. Les entreprises considérées comme non essentielles seront autorisées à rouvrir sans contact personnel avec les clients.

“Nous rouvrons l’économie, mais pas la vie sociale des gens”, a déclaré Ardern. Le gouvernement continue de demander aux gens de rester à la maison lorsqu’ils ne travaillent pas ou à l’école. De nouvelles mesures de relaxation, si tout se passe comme prévu, devraient être annoncées à partir du 11 mai.

Argentine

Avec 7 805 cas, 2 534 récupérés et 363 décès, l’Argentine est l’un des rares pays au monde à réussir à apprivoiser le covid-19, grâce à l’imposition de mesures de confinement.

Fin mars, les projections indiquaient que la contamination du nouveau coronavirus pourrait atteindre 45 000 personnes en Argentine si les mesures de confinement n’étaient pas prises au sérieux par la population. Pour cette raison, le gouvernement a eu recours à des stratégies restrictives.

Depuis le début de la pandémie, le gouvernement du président Alberto Fernandéz a pris des mesures sévères pour contrôler la propagation du virus: le 20 mars, Fernandéz a publié un décret interdisant aux gens de descendre dans la rue, sauf pour aller dans les pharmacies ou les supermarchés. Les fonctionnaires et les professionnels des activités en face à face devraient être autorisés à se déplacer dans les villes.

Toute personne qui doit quitter son domicile pour assister à une urgence doit recevoir des documents prouvant la raison présumée de la rupture de la quarantaine. Des policiers éparpillés dans les rues ont effectué des inspections.

Depuis sa mise en œuvre, la quarantaine en Argentine a interdit l’exploitation des lieux soumis aux agglomérations, tels que les parcs, les marchés ouverts, les marchés populaires et les centres commerciaux. Mais il a permis à ses citoyens de quitter leur domicile pendant 1 heure pour des activités récréatives à une distance pouvant aller jusqu’à 500 mètres de leur domicile.

Le gouvernement n’a pas non plus cédé aux pressions des entités de classe et des groupes d’entreprises pour réactiver l’économie à l’avance et a annoncé que la quarantaine se poursuivrait jusqu’au 10 mai au moins.

La reprise économique devrait comprendre au moins trois phases. “Nous savons que de nombreux Argentins doivent reprendre leur vie quotidienne, mais nous devons prendre cette mesure avec précaution”, a déclaré le président.

Dans les petites villes, où il y a très peu de cas de covid-19, une plus grande flexibilité est attendue cette semaine. À Buenos Aires, à Cordoue et dans d’autres grandes municipalités, la plupart des restrictions s’appliquent pour le moment.

Allemagne

Le strict respect du détachement social et la détection rapide des cas ont été des facteurs qui ont aidé l’Allemagne à commencer à assouplir les mesures de quarantaine. Le pays a la capacité d’effectuer 160 000 tests par semaine pour détecter le nouveau coronavirus. C’est l’un des pays qui a le plus testé sa population. Cette mesure a permis aux autorités d’isoler les personnes infectées, réduisant ainsi la propagation du SARS-CoV-2, et a également accéléré l’utilisation des respirateurs par les patients au stade initial de la maladie.

L’Allemagne a déjà rouvert ses magasins (fin avril) et ses écoles (début mai), malgré encore un grand nombre d’infections et de décès: 176 369 contaminés et 7 958 décès, dont 154 011 récupérés. Le pays est au centre de l’attention internationale en raison du nombre élevé de cas de pandémie, mais les autorités restent vigilantes face aux effets et prêtes à réagir si la stratégie de réouverture provoque une résurgence des cas de la maladie.

Marieke Degen, de l’Institut de virologie Robert Koch (responsable de la stratégie allemande contre Covid-19), a déclaré à BBC News que les mesures étaient levées lentement. «Garder la distance et l’hygiène des mains est plus important que jamais. Nous devons continuer à suivre la situation de près “, a-t-il souligné. Les événements majeurs restent interdits en Allemagne jusqu’au 20 août.

De plus, le gouvernement a annoncé que le port du masque serait obligatoire depuis lundi dernier (4 mai) dans les transports publics et les supermarchés.

Selon Degen, l’Institut Robert Koch recommande l’utilisation de masques “dans des environnements où l’on ne peut pas toujours garder ses distances ou où il y a beaucoup de monde”, comme c’est le cas par exemple dans les transports publics.

La recommandation de l’Académie allemande des sciences, une institution qui rassemble certains des scientifiques les plus renommés du pays, est que le retour aux cours se fasse en groupes de 15 étudiants maximum.

Danemark

Le 11 mars, le Danemark a annoncé une série de restrictions sur le confinement, la quarantaine et la prévention. Il a été l’un des premiers pays d’Europe à lutter contre la propagation de covid-19. À l’époque, les agglomérations étaient limitées à 10 personnes, les frontières étaient fermées et les travailleurs devaient rester chez eux. Le «séjour à la maison» n’était pas obligatoire, mais les bars, les gymnases et les salons de beauté sont restés fermés, bien que certains magasins aient insisté pour les ouvrir au public.

Depuis la mi-avril, le Danemark a commencé à annuler les fermetures de villes pour reprendre ses activités quotidiennes. Après un mois de mise en quarantaine, le gouvernement a autorisé les enfants de moins de 11 ans à retourner dans les écoles et les crèches, mais assis à deux mètres l’un de l’autre.

Un autre aspect favorable à la lutte contre la pandémie au Danemark a été les années d’investissement du pays dans son système de santé.

“Nous avons encore beaucoup de capacité, tant en ce qui concerne les lits normaux, les lits de soins intensifs que les respirateurs”, a déclaré Hans Joern Kolmos, professeur de microbiologie clinique à l’Université du sud du Danemark.

Le pays compte 11 125 cas confirmés, 9 425 récupérés et 547 décès.

Autriche

La proximité de l’Italie – et la tragédie malheureuse qui s’est produite dans le pays voisin – ont conduit le gouvernement autrichien à adopter des mesures strictes à la mi-mars, dans une action pour prévenir d’éventuelles infections de ses citoyens.

Des amendes ont été infligées à toute personne qui enfreint les règles de la distance sociale et les restrictions sur les événements potentiels qui causent des agglomérations, comme les mariages et les funérailles. Les citoyens sont tenus de porter des masques dans les supermarchés, les taxis et les transports publics.

En environ un mois d’isolement, les mesures ont commencé à prendre effet en Autriche, ce qui a incité le gouvernement à déclencher une lente libération de la quarantaine: les petits magasins, ateliers de réparation, magasins de vélos et parcs ont rouvert le 14 avril. Les autres magasins, restaurants et hôtels devraient ouvrir en mai. À ce jour, l’Autriche compte 16 242 cas enregistrés, 14 563 récupérés et 629 décès.

Brésil: le pays se rapproche dangereusement du sommet des nations avec le plus grand nombre de cas

Plus grand pays d’Amérique latine, le Brésil se rapproche rapidement du «leadership» des pays avec le plus grand nombre de cas de covid-19, malgré le fait que la plupart de ses villes sont sous des mesures de distance sociale, d’isolement et de quarantaine depuis le mois de Mars.

L’escalade du virus du SARS-CoV-2 au Brésil a été implacable: tous les trois jours, le virus atteint 38 autres villes dans les 5 568 municipalités du pays; les villes de moins de dix mille habitants (1 municipalité sur 4) enregistrent une contamination par le nouveau coronavirus tous les huit jours.

Les grandes métropoles nationales telles que São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza et Recife sont les principaux épicentres de la maladie dans le pays. D’autres capitales comme Manaus (Amazonas) et Belém (Pará) voient leurs systèmes de santé publique s’effondrer. São Luís, capitale de l’État de Maranhão, a été la première ville à imposer l’état de verrouillage, suivie par la ville de Niterói, dans l’État de Rio de Janeiro. Actuellement, le Brésil compte 233 648 cas confirmés de covid-19, 15 668 morts et 89 672 récupérés.

Cependant, une analyse de l’ingénieur des données et scientifique Maurício Féo montre qu’en fait, le pays pourrait représenter près d’un million de cas de covid-19 si certains États et villes n’avaient pas adopté de mesures d’isolement social. En video (en portugais), Féo dit que la quarantaine pourrait sauver le Brésil d’une contamination beaucoup plus importante.

Le scientifique, qui fait un doctorat en physique des particules à l’Organisation européenne pour la recherche nucléaire (CERN, qui exploite le plus grand accélérateur de particules au monde, à Genève, en Suisse), explique que l’épidémie a connu une croissance exponentielle dans le pays jusqu’à ce qu’il y ait 1500 cas.

Selon lui, lorsque l’État de São Paulo, qui concentre le plus grand nombre d’infections, a décrété la quarantaine, le 23 mars, la courbe a commencé à devenir moins raide.

En comparant la courbe épidémique du Brésil avec celle des États-Unis, où la distanciation sociale a été adoptée plus tard, Féo souligne comment la courbe au Brésil a augmenté plus lentement. “Vous n’étiez pas coincé à la maison, vous étiez en sécurité à la maison”, explique le scientifique dans la vidéo.

Malgré l’escalade sans précédent de la covid-19 au Brésil et les appels de la grande majorité des gouverneurs, maires et institutions internationales telles que l’OMS à renforcer les actions d’isolement, de quarantaine et de détachement social, le président Jair Bolsonaro insiste sur la contestation, la moquerie et douter de la létalité de la maladie, incitant une partie de la population et ses partisans à faire pression sur les institutions républicaines telles que la Cour suprême fédérale et le Congrès national pour mettre fin aux mesures d’isolement social et réactiver immédiatement l’économie nationale.

Critères OMS pour les pays de suspendre les mesures d’isolement

. la transmission de Covid-19 doit être contrôlée;

. le système de santé doit être capable de détecter, tester, isoler et traiter tous les cas, en plus de suivre tous les contacts;

. les risques d’épidémie devraient être minimisés dans les endroits qui nécessitent des conditions spéciales, comme les établissements de santé et les maisons de soins infirmiers;

. des mesures préventives devraient être prises sur les lieux de travail, dans les écoles et dans d’autres lieux indispensables à la circulation;

. les risques d’importation doivent être gérés;

. les communautés doivent être pleinement éduquées, engagées et habilitées à s’adapter à la nouvelle norme.

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