Role of InsurTech in overcoming challenges in microinsurance

Presented by Cenfri at International Microinsurance Conference, Lima, Peru

8 November 2017

 

What is InsurTech?

“FinTech covers a broad array of technical innovations that are finding their way into
the financial industry. InsurTech is the insurance-specific branch of FinTech that refers
to the variety of emerging technologies and innovative business models that have the
potential to transform the insurance business.”

“InsurTech will have a significant impact on insurers’ business models. Regulation,
together with firm-level supervision, will need to evolve to ensure the right balance
between maintaining policyholder protection without inadvertently stifling
innovation”.

See the presentation:

http://www.cenfri.org/documents/microinsurance/2017/Role%20of%20InsurTech%20in%20overcoming%20challenges%20in%20microinsurance.pdf

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Untapped potential for climate action: Renewable energy in Nationally Determined Contributions

 

Executive Summary:

http://irena.org/-/media/Files/IRENA/Agency/Publication/2017/Nov/IRENA-Untapped-potential-2017-summary.pdf?la=en&hash=97BD94B76DC01A918E5101714E1333AE04E3AEEC

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Untapped potential for climate action: Renewable energy in Nationally Determined Contributions

by International Renewable Energy Agency – IRENA

Nationally Determined Contributions (NDCs) are a cornerstone of the Paris Agreement on climate change. They set out the actions that countries plan to undertake to achieve the agreement’s objectives, focused on limiting the rise in average global temperatures to well below 2°C, ideally to 1.5 °C.

Renewable energy – increasingly recognised as a key climate solution – features prominently in the first round NDCs arising from the 2015 agreement. Of the 194 Parties to the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC) that submitted NDCs, 145 referred to renewables as a way to mitigate climate change, while 109 cited specific renewable energy targets. Countries have the opportunity, however, to significantly strengthen their targets for renewables in the next round of NDCs.

The International Renewable Energy Agency (IRENA) has analysed NDCs in relation to national energy plans and actual deployment trends. In many cases, NDCs have not kept up with recent, rapid growth in renewables, the report finds. Even countries that lacked targets in their NDCs had ambitious plans for renewables in the energy sector.

Over USD 1.7 trillion would be needed by 2030 to implement renewable energy targets contained in NDCs worldwide. At least 1.3 terawatts (TW) of renewable power capacity would be added globally by 2030 as a result of NDC implementation, amounting to a 76% increase.

However, such growth expectations lag behind actual trends, as well as falling short of the ambitions expressed in national energy plans. The cost-effective potential for renewables, meanwhile, is much higher than what is captured in current NDCs. Rapid deployment of renewables, coupled with energy efficiency, could achieve around 90% of the emission reductions in the energy sector needed by 2050, while at the same time advancing economic growth and development.

Upgraded NDCs could build on recent growth rates, pick up targets from national energy plans, and more closely reflect cost-effective potential for renewables. This would strengthen the effectiveness of the Paris Agreement and help significantly to limit the global temperature rise, IRENA’s report finds.

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Number of countries with renewable energy policies tripled since 2004

 

USD 1.7 trillion investment is needed by 2030 to implement the renewable energy targets contained in Paris Agreement’s NDCs.

Source: International Renewable Energy Agency (IRENA)

http://www.irena.org/

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Mercado segurador prioriza investimentos em empresas sustentáveis

Usina eólica offshore no Reino Unido. Foto: Getty Images

Por Denise Bueno, Sonho Seguro

O Lloyd’s of London, que representa mais de 90 sindicatos (empresas e investidores que suportam os riscos) anunciou que a partir de abril deste ano se juntará ao seleto grupo de re/seguradoras que deixou de investir em empresas do segmento de carvão. A decisão foi tomada em dezembro, quando foi aprovada a estratégia de investimento responsável, divulgou o jornal The Guardian.

Um dos estudos citados na reportagem revela que cerca de £15 bilhões foram alienados pelas seguradoras nos últimos dois anos, conforme relatório recente da Unfriend Coal Network, uma coalizão global de ONGs e ativistas, incluindo 350.org e Greenpeace. O relatório afirma que 15 empresas – quase todas na Europa – reduziram total seus investimentos ou participações acionárias em empresas de carvão e se recusaram a fazer o seguro de suas operações.

O propósito das empresas do setor em não apoiarem investimentos em setores e empresas que contribuem para elevar o aquecimento global é ajudar a limpar o planeta. Além de politicamente correto, o fato é que ano a ano as re/seguradoras pagam indenizações mais volumosas atreladas a perdas causadas pela mudança climática, como incêndios e furações. Somente o Lloyd’s anunciou que pagará um total de US$ 1,7 bilhão pelos danos causados a clientes com a passagem dos furacões Harvey, Irma e Maria que devastaram os Estados Unidos no ano passado.

A primeira a tomar essa decisão foi a Axa, em 2015, seguida por outras companhias como Allianz, Munich Re, Swiss Re, Zurich, Scor, Aviva, BMO Global Asset Management, Generali, Legal & General, Natixis, Church of England e Storebrand.

A discussão sobre políticas de investimentos sustentáveis estava na pauta dos re/seguradores presentes no encontro do Fórum Econômico Mundial, em Davos, realizado na semana passada: “Creating a Shared Future in a Fractured World” (Criando um futuro compartilhado em um mundo fraturado). “O tema vai além das mudanças climáticas. A questão mais ampla é como limpamos o planeta”, comentou a CEO da Lloyd’s, Inga Beale, em release divulgado antes de sua partida para Davos.

“Muitas pessoas estão perdendo fé na capacidade dos sistemas políticos e econômicos do mundo para encontrar as respostas aos desafios que enfrentam. Eles sentem que suas preocupações societárias e econômicas – como a globalização, a igualdade, o ritmo das mudanças tecnológicas e a erosão dos valores sociais – estão sendo ignoradas. Temos que remediar isso se quisermos reconstruir confiança e fé no sistema”, comentou no documento distribuído à imprensa.

“Eu acredito, por exemplo, que o setor de seguros poderia fazer mais para ajudar a transição do mundo para uma economia de baixo carbono. Podemos influenciar o comportamento através dos nossos investimentos, escolhendo estoques sustentáveis ou com baixas emissões de carbono, por exemplo. Falamos de responsabilidade social, o que significa que devemos considerar nossas responsabilidades tanto morais como comerciais. Como líderes empresariais, devemos pensar como nossas atividades podem criar confiança em todas as esferas.

Inga também ressaltou que o setor de seguros tem um papel particularmente importante a desempenhar na sociedade. “Nossos pagamentos de sinistros, por exemplo, fornecem todos os tipos de benefícios econômicos e sociais, especialmente após um desastre, ajudando as empresas a serem reabertas rapidamente, restaurando serviços públicos vitais, como o reconstruir estradas, ferrovias e pistas de pouso, de modo que o comércio possa ser restaurado ou a assistência vital entregue aos necessitados”.

Um estudo divulgado em novembro de 2017, pela ClimateWise, uma rede global de 28 organizações da indústria de seguros, afirma que o gap de proteção contra o risco climático de US$ 1,7 trilhão causado por clima extremo na última década abre muitas novas oportunidades para as seguradoras. Um dos exemplos citados foi o furação Harvey, que atingiu o Texas em agosto do ano passado.

As perdas foram calculadas em US$ 180 bilhões e as perdas seguradas totalizaram uma cifra inferior a US$ 19 bilhões, ou seja, apenas 10,5%. Também se tornou público que apenas um em cada cinco proprietários na região de Houston com seguro contra inundações. Nos países em desenvolvimento, a penetração do seguro é ainda menor, deixando os países altamente vulneráveis quando inundações, secas ou furacões atingem, como visto em Bangladesh e na Índia.

“Nossa indústria foi abalada por riscos climáticos que afetam os centros urbanos e 2017 está no caminho certo para se tornar um dos anos mais caros registrados”, comentou Maurice Tulloch, presidente da Global General Insurance da Aviva e presidente da ClimateWise, em nota divulgada.

Segundo e estudo “The ClimateWise Principles Independent Review 2017”, uma avaliação anual de seus membros, ao longo da última década apenas 30% das perdas catastróficas foram seguradas, produzindo um déficit acumulado de US$ 1,7 trilhão. A maioria desse déficit era suportada pelo governo e pela sociedade civil.

Tom Herbstein, diretor da ClimateWise, comenta que o desafio está em como estender a cobertura do seguro em um mundo onde a exposição ao risco climático continua a crescer. “Embora a diferença de proteção contra o risco climático represente um desafio muito real para as cidades, também há muitas oportunidades para novas parcerias e produtos. As seguradoras devem explorar de forma proativa onde, dentro de suas próprias cadeias de valor, essas oportunidades estão”.

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ONU abre inscrições para bolsa de jornalistas

 

O Fundo Dag Hammarskjöld para Jornalistas da ONU abriu inscrições para profissionais de países em desenvolvimento para o programa de bolsas de 2018. As inscrições podem ser feitas até 12 de março.

As bolsas são destinadas a profissionais com idade entre 25 e 35 anos que atuem em rádio, TV, veículo impresso ou internet e que tenham interesse em visitar Nova Iorque durante o início da 73ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. A bolsa é para o período entre setembro e novembro e incluirá custos com viagem e acomodação, assim como ajuda de custo diária.

O programa de bolsas é aberto a jornalistas nativos de países em desenvolvimento da África, Ásia, América Latina e Caribe e que estejam trabalhando em organizações de mídia. Os(as) candidatos(as) devem demonstrar interesse e comprometimento com assuntos internacionais e ajudar a transmitir uma melhor compreensão sobre as Nações Unidas para seus leitores e audiências. É necessário ter autorização da organização de mídia para que o candidato passe até três meses em Nova Iorque.

Para garantir o rodízio entre os países participantes, o Fundo não aceitará inscrições de candidatos dos países selecionados em 2017: Afeganistão, Nigéria, Sudão e Zimbábue. Inscrições para brasileiros estão abertas neste ano.

A cada ano são selecionados quatro jornalistas. Os profissionais agraciados têm a oportunidade de observar as deliberações diplomáticas internacionais nas Nações Unidas, fazer contatos profissionais, interagir com jornalistas de todo o mundo e ganhar uma perspectiva e compreensão dos assuntos de interesse global. O programa não é destinado a dar treinamento básico aos jornalistas: todos os participantes já são profissionais de mídia.

Todos os critérios para a inscrição e documentos solicitados podem ser localizados no website da Fundação, em http://unjournalismfellowship.org.

Perguntas sobre o programa, critérios de inscrição e processo de seleção devem ser enviados para o email fellowship2018@unjournalismfellowship.org.

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Inclusive Insurance and the Sustainable Development Goals

 

How insurance contributes to the 2030 Agenda for Sustainable Development

 

Background and Objective

A new framework for development – the Sustainable Development Goals. On 25 September 2015, the United Nations (UN) adopted a far-reaching resolution
intended to transform the world. The 2030 Agenda for Sustainable Development replaces the Millennium Development Goals (MDGs) which was the overarching development framework from 2000 to 2015. Recognizing that these goals were not fully achieved, and drawing on the lessons learned, “the new Agenda builds on the MDGs and seeks to complete what they did not achieve, particularly in reaching the most vulnerable.” On 1 January 2016, the eight MDGs consisting of twenty targets (TGs) were replaced by the seventeen Sustainable Development Goals (SDGs) and 169 targets.

The objective of this paper is to provide an overview of the contribution of insurance to specific SDGs and their targets. The list of all seventeen SDGs forms the basis of the assessment. These were examined to identify which goals could significantly benefit from insurance as a risk protection mechanism to support their achievement. Furthermore, concrete examples of approaches to using insurance to contribute to specific SDGs and the
development results achieved are provided.

“Inclusive Insurance” is considered in a variety of forms and contexts. It includes insurance products to mitigate against a variety of risks (life, health, asset) and extreme weather, climate and agricultural hazards. It encapsulates both insurance products provided by licensed insurance companies, insurance mutuals, or intermediaries, such as brokers, in the formal sector; as well as insurance sold by entities without an insurance license, such as self-help groups and funeral parlours which may be regulated by another authority or entirely unregulated. Apart from purely private-led insurance, inclusive insurance also covers government-provided risk mitigation mechanisms, such as agricultural or climate risk insurance, subsidized health and accident programs, or development partner ships with the insurance industry. Social protection schemes are
out of scope of the definition of inclusive insurance.

The paper highlights the crucial role that insurance plays as a tool to achieve development goals beyond financial sector development. The other development agendas considered include: social protection; food security; agricultural, rural and urban development; gender equality and women’s economic empowerment; micro, small and medium enterprise (MSME) development; and climate change.

A concerted global effort is necessary to implement the SDGs. The goals are said to be “supremely ambitious” and represent a “transformational vision” for the UN and all
related parties. If achieved, the UN suggests that they will lead to a “world free of poverty, hunger, disease and want, where all life can thrive.” Indeed, this global aim requires
effort from all countries and governments, authorities, the private sector, civil society, international development cooperation, academics and others – all of which contribute
to the success of broad-based access to risk management options provided by the private sector, and/or government.

The Resolution notes that the 2030 development agenda will “facilitate an intensive global engagement in support of implementation of all the Goals and targets, bringing together Governments, the private sector, civil society, the UN system and other actors and mobilizing all available resources.” The Resolution “acknowledge[s] the role of the diverse private sector, ranging from microenterprises to cooperatives to multinationals […] in the
implementation of the new Agenda”.

Access the paper:

http://www.cenfri.org/documents/microinsurance/2017/Inclusive%20Insurance%20and%20the%20Sustainable%20Development%20Goals.pdf

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