ONU quer saber opinião dos brasileiros sobre a vida nas cidades

Do site das Nações Unidas no Brasil

Até 24 de dezembro, brasileiros poderão responder à pesquisa online da ONU ‘Cidades Sustentáveis’. Objetivo do levantamento é fazer uma radiografia dos centros urbanos onde moram os participantes. Disponibilizada gratuitamente no site e aplicativo Colab, a pesquisa traz 29 perguntas de múltipla escolha sobre temas como transporte, inclusão, serviços básicos e transparência.

ONU-Habitat convida brasileiros a responder pesquisa sobre condições de vida nas cidades. Imagem: ONU-Habitat

Até 24 de dezembro, brasileiros poderão responder à pesquisa online da ONU Cidades Sustentáveis. Objetivo da enquete é fazer uma radiografia dos centros urbanos onde moram os participantes. Disponibilizada gratuitamente no site e aplicativo Colab, a pesquisa traz 29 perguntas de múltipla escolha sobre temas como transporte, inclusão, serviços básicos e transparência.

Proposta pelo Programa das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), a iniciativa visa estabelecer um diagnóstico sobre o cumprimento pelo Brasil dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS.

A consulta pede que os respondentes comparem a vida nos centros urbanos hoje e dois anos atrás. Os participantes deverão indicar, por exemplo, se concordam ou não com a afirmação “O acesso a transportes públicos seguros, acessíveis e sustentáveis na cidade onde vivo está melhorando”. Ou se acreditam que “a qualidade da gestão de resíduos — coleta de lixo e materiais recicláveis — na cidade onde vivo está aumentando”.

As perguntas da pesquisa estão relacionadas ao ODS nº 11, sobre cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Atualmente, mais da metade da população mundial mora em centros urbanos. No Brasil, o índice chega a 85%.

“É fundamental escutar a população e captar sua percepção sobre como a sua cidade está evoluindo rumo a esse objetivo e, assim, permitir uma análise mais precisa e coletiva da realidade das cidades brasileiras”, afirma o chefe da Unidade de Desenvolvimento de Capacidades do ONU-Habitat, Claudio Acioly.

“Esperamos que os resultados da consulta possam ajudar gestores municipais e tomadores de decisão a orientar políticas públicas capazes de responder aos desafios da urbanização, de forma eficiente e integrada, a partir da visão dos cidadãos e cidadãs que vivem e convivem em nossas cidades.”

A meta da agência é comparar as respostas dos brasileiros com dados oficiais de instituições nacionais — como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — e internacionais — como a própria ONU. A proposta é monitorar o desempenho das cidades do Brasil em relação ao que está previso no ODS nº 11. Os resultados serão publicados num relatório em 2019.

Para realizar o levantamento, a ONU-Habitat se uniu à Colab, uma start-up de gestão colaborativa que trabalha para criar pontes entre cidadãos e governos. Com 200 mil usuários no Brasil, a empresa mantém uma rede social onde é possível publicar sugestões ou pedidos de soluções sobre problemas como falta de iluminação, buracos nas estradas e ruas e estações de metrô e ônibus malcuidadas.

Quando a Prefeitura da cidade participa da Colab, as demandas são enviadas diretamente para os órgãos e servidores competentes. Os Executivos municipais também recebem materiais e oficinas sobre como incluir a participação dos cidadãos na gestão pública.

Com a tecnologia e metodologia da start-up, algumas Prefeituras aumentaram significativamente seus índices de atendimento às solicitações da população. Em Teresina, a resolução de demandas subiu de 39% em 2016 para atuais 74%.

“A colaboração dos cidadãos e a transparência são as melhores ferramentas para melhorar a gestão pública”, defende o CEO e cofundador da Colab, Gustavo Maia. “A tecnologia garante que o diálogo com a população seja feito com rapidez e eficiência e permite também que os resultados dessa conversa sejam medidos, o que facilita a avaliação dos gestores públicos.”

A Colab já realizou outras pesquisas públicas no Brasil, com a participação de oito Prefeituras, inclusive do Rio de Janeiro e Niterói. A empresa foi reconhecia em 2015 com o prêmio de aplicativo com maior impacto social, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Em 2017, a start-up foi escolhida pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos para um programa de aceleração que escolheu 16 companhias envolvidas com a promoção dos ODS.

Responda à pesquisa em: www.consultas.colab.re/cidades-sustentaveis.

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Desastre ambiental de Mariana será destaque em evento internacional sobre Direito de Seguros, no Rio

O rompimento da barragem de Fundão, a 35 km do centro de Mariana (MG), considerado o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história brasileira, será um dos principais temas a serem discutidos no Congresso mundial da Associação Internacional de Direito de Seguros (AIDA Rio 2018), que começa amanhã, no Rio. Durante três dias, especialistas de 73 países estarão reunidos no Windsor Convention & Expo Center, na Barra da Tijuca (zona oeste da cidade), debatendo também outros temas afins ao direito de seguros, como novas tecnologias, veículos e robôs autônomos, riscos cibernéticos e proteção de dados e de informações. O evento contará ainda com a realização de 20 reuniões de Grupos de Trabalho da AIDA e cinco palestras.

A tragédia ambiental de Mariana, ocorrida na tarde do dia 5 de novembro de 2015, será debatida no painel “Seguro Poluição: Métodos, Coberturas e Beneficiários” (sexta-feira, 12/10, às 17h). O advogado Luís Felipe Pellon analisará o papel do seguro na garantia de reparação de danos ambientais, utilizando como exemplo o caso da cidade mineira e seus impactos no país. O painel será mediado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha.

A expectativa é de que o AIDA Rio 2018 tenha a participação de mais de 400 profissionais do direito de todo o mundo, dentre especialistas em seguro, resseguro e previdência privada, magistrados, executivos do Setor, professores e representantes do Ministério Público e de institutos de pesquisa de áreas correlatas ao Direito do Seguro, como saúde, engenharia e ciências atuariais.

Para Ronaldo M. Vilela, integrante da Comissão Organizadora do congresso, o AIDA Rio 2018 será uma excelente oportunidade para discutir soluções de prevenção e de proteção de usuários de redes sociais, cujas informações pessoais e profissionais são cada vez mais armazenadas na nuvem. “O recente caso de vazamento de dados de mais de 50 milhões de usuários após uma invasão de hackers ao sistema do Facebook torna esse assunto ainda mais atual e urgente”, afirma.

Sobre a AIDA

Fundada em 1960, em Luxemburgo, a Associação Internacional de Direito de Seguros é uma instituição de cunho científico, sem fins lucrativos. É mundialmente conhecida como AIDA, as iniciais de seu nome em francês: Association Internationale de Droit des Assurances. Hoje, a Associação está presente em 73 países, incluindo o Brasil.

No país, teve sua primeira sede no Rio de Janeiro, tendo sido transferida para São Paulo em 1973, onde permanece até hoje. Ao longo de sua história, a Seção Brasileira participou de praticamente todos os Congressos Mundiais já realizados. Em 2002, organizou o VIII Congresso do CILA, realizado também no Rio de Janeiro.

Além disso, desde 2007, vem promovendo congressos nacionais que reúnem advogados, magistrados, juízes, professores e juristas interessados em Direito do Seguro, com expressiva participação, em diferentes capitais brasileiras. Atualmente, movimenta-se por meio de seus Grupos Nacionais de Trabalho, que tratam de todos os temas que envolvem o contrato de seguros.

Serviço:

AIDA Rio 2018: XV Congresso mundial da Associação Internacional de Direito de Seguros

Datas: 11 a 13 de outubro

Local: Windsor Convention & Expo Center: R. Martinho de Mesquita, 105 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Site do evento: https://www.aidario2018.com.br/

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Laís Muniz – lais@vtncomunicacao.com.br

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La ONU participa en la Semana del Clima de Nueva York del 24 al 30 de septiembre

La Semana del Clima de Nueva York, que tendrá lugar del 24 al 30 de septiembre en la ciudad estadounidense del mismo nombre, será otro de los momentos clave de este 2018 para mostrar la acción climática de todo el mundo, y recabar así apoyo político para obtener un resultado sólido en la próxima conferencia de la ONU sobre cambio climático (COP24), que tendrá lugar el próximo mes de diciembre en Katowice, Polonia.

La Semana del Clima llega poco después de la Cumbre Global de Acción Climática de San Francisco, donde estados, regiones, ciudades, sociedad civil e inversores cerraron cientos de nuevos compromisos. Representantes de la ONU saludaron los resultados de la Cumbre Global de Acción Climática, que culminó en un histórico Llamado a la Acción presentado a la Enviada Especial de la ONU para la Juventud, Jayathma Wickramanayake, y aceptado por la responsable de ONU Cambio Climático, Patricia Espinosa, en la ceremonia de clausura.

La Secretaria Ejecutiva también asistirá a la Semana del Clima de Nueva york, que tendrá lugar junto con la Asamblea General de la ONU, y participará en actividades, eventos y reuniones de alto nivel por toda la ciudad.

Si desea más información acerca del evento, haga clic en la página web de la Semana del Clima de Nueva York (en inglés):

http://www.climateweeknyc.org/

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A circular economy waste management approach for urban areas in Kenya

By Alexandra Soezer, UNDP Responsible Business

A circular economy waste management approach for urban areas in Kenya

The Ministry of Environment and Natural Resources of Kenya and UNDP Low Emission Capacity Building (LECB) Programme have issued the Nationally Appropriate Mitigation Action (NAMA) on Circular Economy Solid Waste Management Approach for Urban Areas in Kenya.


The NAMA promotes an alternative to the existing waste value chain. Instead of waste being collected for disposal only, the NAMA facilitates the diversion of 90 per cent of collected waste away from disposal sites and towards various recycling practices. The NAMA creates multiple links currently missing in the value chain: recycling points, where waste will be sorted for subsequent recycling; and composting facilities, for the organic waste treatment. The NAMA will also research and operationalize new recycling technologies as well as strengthen existing recycling industries. Successful pilot models have already been tested by small and medium sized companies in Nairobi. Finally, the NAMA aims to achieve additional sustainable development benefits, such as improved health and safety for people.

You can see the full document here:

http://shape2030.responsiblebusiness.com/wp-content/uploads/2018/09/NAMA-on-Circular-Economy-Solid-Waste-Management-Approach-for-Urban-Areas-in-Kenya.pdf

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UBS Investor Watch: Return on Values

For our latest UBS Investor Watch, we surveyed more than 5,300 investors in 10 markets on sustainable investing. We found that, while some investors understand the basic concept, confusion about sustainable investing terms, its various approaches and even its impact, is widespread. For example, investors make little distinction among the three major sustainable investment approaches: exclusion, integration and impact investing  (to make this easier, we included a glossary here).
 
Better education often leads to higher adoption. Sustainable investors, for example, were influenced by multiple sources, including professional Advisors, family, friends and media. Nine in 10 cite an Advisor’s impact on their decision to invest sustainably.
 
Adoption of sustainable investing varies dramatically across markets. For example, the emerging markets of China and Brazil indicate they have the highest rates of adoption, while only 12% of US investors have any sustainable investments.*


Few investors expect to sacrifice returns when investing sustainably. In fact, 82% believe the returns of sustainable investments will match or surpass those of traditional investments. Investors view sustainable companies as responsible, well-managed and forward-thinking—thus, good investments.
 
Should investors prove to be right, more companies will likely adopt sustainable practices. Perhaps then, the world will be a better place indeed.


The full report is available here:

https://www.ubs.com/content/dam/ubs/microsites/ubs-investor-watch/IW-09-2018/return-on-value-global-report-final.pdf

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UBS Study: Wealthy US Investors Lag Behind on Sustainability

Photo Credit: Mathieu Turle

By Alyssa Danigelis, Environmental Leader

Wealthy US investors had the slowest rate of adoption in the sustainable investing landscape compared to the rest of the world, according to UBS. The multinational investment bank and financial services company released the latest edition of its Investor Watch report this week.

Called “Return on Values,” the UBS report was conducted between June and August 2018 and surveyed more than 5,300 millionaires with at least $1 million in investable assets, excluding property. UBS explained that the global sample was split across 10 markets: Brazil, China, Germany, Hong Kong, Italy, Singapore, Switzerland, the United Arab Emirates, the United Kingdom, and the United States.

For sustainable investing, the US respondents had the lowest rate of adoption — 12% compared to a 39% adoption rate among respondents worldwide. China, Brazil, and the UAE were all at the top with 60%, 53%, and 53% of respondents saying that they have sustainable investment holdings, UBS found.

Globally, 71% of respondents said they focus on pollution and waste for sustainable investing. Climate change, water, and products and services were also high on the focus list. Ethics, people, and governance rounded out the top seven areas.

Define Your Terms
“We found that while some investors understand the basic concept, confusion about sustainable investing terms, its various approaches, and even its impact, is widespread,” the report says. “For example, investors make little distinction among the three major sustainable investment approaches: exclusion, integration, and impact investing.”

UBS defines sustainable investing as integrating societal concerns, personal values or an institutional mission into investment decisions. The three main approaches are:

Excluding companies or industries from portfolios where they are not aligned with an investor’s values;

Integrating environmental, social and corporate governance (ESG) factors into traditional investment processes, seeking to improve portfolio risk and return;

Investing with the intention to generate measurable environmental and social “impact” alongside a financial return;

The wealthy Americans investing sustainably are committed, though. UBS found that this subset of respondents dedicated 49% of their portfolios to sustainable investments compared to the 36% that their global counterparts dedicated. These US investors stateside tend to be young — nearly three quarters are 18 to 34 years old — and quite wealthy, with 40% indicating assets over $50 million.

Despite low overall sustainable investing adoption in the United States, UBS says that momentum is building and adoption is expected to increase by 58% in the next five years. At the same time, sustainability investing methodologies are emerging to help encourage better and more standardized ESG disclosures.

“Across all ages, wealth levels and regions, many believe sustainable investing will become a more mainstream approach over time,” said Paula Polito, global client strategy officer for UBS Global Wealth Management. “Many of the investors surveyed believe that sustainable investments are wise investments and see no need to compromise their personal values for financial returns.”

The full report is available here:

https://www.ubs.com/content/dam/ubs/microsites/ubs-investor-watch/IW-09-2018/return-on-value-global-report-final.pdf


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La especialista en biogás presenta conceptos para instalaciones energéticas y tratamiento de purines

En la EnergyDecentral en el marco de la Eurotier del 13 al 16 de noviembre de 2018 en Hannover (Alemania), Weltec Biopower presenta sus tecnologías innovadoras y eficaces de biogás y otros servicios. En el pabellón 25, estand D 12, el fabricante de instalaciones presentará a los visitantes de la feria su sistema Kumac de tratamiento de purines y restos de fermentación, así como sus conceptos individuales para instalaciones de biogás. La cartera de la feria del especialista en biogás se completa con su sistema de cogeneración, de biología y de repowering.

Weltec Biopower presentará sus conceptos de instalación para aprovechamiento energético centrada en los residuos orgánicos y agropecuarios. Para una fermentación anaeróbica consecuente de los residuos es especialmente importante la combinación de planificación individual y componentes de probada eficacia. Para tratar los más variados residuos, las tecnologías de Weltec son ideales: desde el acero inoxidable como material base pasando por la trituración de substratos y soluciones de higienización, hasta técnicas compatibles de control.Con más de 300 instalaciones montadas en todo el mundo en 25 países y 5 continentes, Weltec dispone del know-how técnico para el diseño y la aplicación óptimos de estos proyectos. En la actualidad, Weltec está montando otras instalaciones en Uruguay, Francia, Irlanda del Norte y Grecia.

En el estand de la feria, el tratamiento de purines y restos de fermentación Kumac será un tema principal. Con sistemas que marcan pautas, Weltec ofrece un procedimiento técnicamente maduro y respetuoso con el medio ambiente para la reducción efectiva del volumen de purines y restos de fermentación. Varias instalaciones Kumac distintas llevan más de once años funcionando en Holanda y Bélgica.

A finales de verano de 2019 se pondrá en marcha en Sajonia la primera instalación en Alemania. En esta instalación se procesan anualmente unas 70.000 toneladas de purines de res, aprovechadas en primer lugar en una instalación de biogás y luego tratadas para convertirlas en agua, abono líquido y residuos sólidos. Con la obtención de agua pura, el volumen restante de fermentación se reduce en más de un 50 por ciento. Esta concentración de nutrientes reduce la cantidad de transportes de purines y la distribución del abono en los campos es más precisa.

Para los inversores, lo más importante es que las instalaciones sean de bajo mantenimiento y sin generar calor. Así se puede mantener el concepto de conservación de calor conocido hasta ahora en la instalación de biogás.

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