9 cities from around the world that promote healthy living

By Responsible Business

World Health Day is held annually on 7th April. This year’s theme – Universal health coverage: everyone, everywhere – aims to engage in mobilizing high-level attention and amplify the movement to accelerate progress towards universal health coverage. In the week ahead, there are many global, national and local events organized to discuss and take action related to health.

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Below you will find a list if 9 cities that promote healthy lifestyles:

http://www.responsiblebusiness.com/news/africas-news/9-cities-around-world-promote-healthy-living/

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IFAT Munich 2018: Weltec Biopower to showcase solutions for the energetic utilisation of organic waste and wastewater

The sewage treatment plant in Burgebrach, Bavaria, demonstrates how
a municipal enterprise can effectively reduce its energy and disposal
costs with the help of a biogas plant. For the existing sewage treatment
plant, which serves a population of 13,000, Weltec has added a sludge
digestion unit including energetic utilisation of sewage gas in the
combined heat and power (CHP) plant. Photo: Weltec Biopower

 

From 14 to 18 May, the globally active biogas plant manufacturer will be present at stand 219 in hall A4

At the IFAT, the world‘s leading trade fair for environmental technologies in Munich, Germany, the German biogas specialist company Weltec Biopower will exhibit its technologies for the energetic use of organic waste and wastewater to a broad industrial and municipal audience.  Visitors are invited to approach the company for all questions concerning its tried-and-tested process technology for the establishment and expansion of anaerobic energy plants.

Thanks to the installation of the digestion unit, the unpleasant odour emissions around the sewage treatment plant have been eliminated. Moreover, the digestion reduces the amount of sludge and enables the energetic utilisation of the digestion gas. The
operators also wanted to be able to use all the power and heat generated by the CHP plant for the on-site processes. Thanks to our self-supply, we are able to save the electricity costs of about 100,000 kWh/year“, says Arne Nath, Head of Wastewater Treatment at SüdWasser GmbH, the operator that has supported the town Burgebrach since 2005.

This special plant benefits greatly from the proven technologies of Weltec Biopower: Firstly, the modular structure of the stainless-steel plants enables a customer-specific layout. Secondly, such projects draw on the experience that Weltec has gained
in the establishment of more than 300 biogas plants.

Regardless of whether sludge, abattoir waste, production leftovers, or supermarket
waste is concerned, Weltec guarantees optimum energetic utilisation
of the substrates in all cases. Photo: Weltec Biopower

Every single plant has a different substrate structure. Regardless of whether sludge, abattoir waste, production leftovers, or supermarket waste is concerned, Weltec guarantees optimum energetic utilisation of the substrates in all cases. This is possible
with the help of smart processes and the comprehensive services and supervision by biologists and engineers.

Weltec Biopower GmbH is one of the world‘s leading enterprises in the field of stainless-steel biogas plant construction. The company has planned, developed and built anaerobic digestion plants since 2001. Today, the medium-sized company has about 80 employees at the headquarters in Vechta, Germany, and has established more than 300 energy plants in 25 countries worldwide. The global distribution and service network spans six continents. The range of customers includes businesses from the agriculture, food, waste and wastewater industries.

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Rios Voadores e Floresta Amazônica influenciam nas chuvas de boa parte do território nacional

Floresta amazônica. – Foto: Divulgação/Internet.

Cristina Tordin, do site da Embrapa

A Floresta Amazônica deve ser compreendida como controladora do regime climático das regiões mais densamente povoadas do Brasil. Sem a floresta, praticamente todo o país teria um clima semiárido, com chuvas escassas, raramente mais intensas, porém associadas à temporais. Tal cenário certamente seria prejudicial para um grande contingente populacional e para o meio ambiente como um todo, com graves problemas socioambientais e econômicos, principalmente.

Os pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Marco Gomes e Lauro Pereira destacam a importância dos Rios Voadores – expressão conhecida no Brasil a partir de 2006 e mais amplamente divulgada em 2007 por meio do “Projeto Rios Voadores”. Tal evento possui ação direta nas condições de clima, na vida humana e nos recursos hídricos. “Dada a sua alta relevância por abordar os deslocamentos de massas úmidas da região amazônica para a região centro-sul do país – daí a denominação de Rios Voadores, influencia no regime de chuvas de boa parte do território nacional”, explica Gomes.

A região amazônica é peculiar em relação à recepção das massas de ar provenientes do Oceano Atlântico. Uma vez sobre a floresta, estas massas se condensam e formam as chuvas torrenciais, típicas da região. Com a evapotranspiração intensa da floresta, incrementada pela temperatura elevada, são formadas massas úmidas em grandes quantidades que se deslocam na orientação norte-sul da Cordilheira dos Andes, que funciona como anteparo, até chegar aos Estados da região centro-sul. Parte destas massas também é exportada para o Caribe e o Oceano Pacífico, o que coloca a Floresta Amazônica em condição de grande importância mundial quanto a sua influência no regime de chuvas sobre uma grande extensão territorial da América Latina.

Periodicamente, os fenômenos El Niño e La Niña têm interferido nesse regime, porém, como são cíclicos, não se pode responsabilizá-los exclusivamente pelos desequilíbrios climáticos no Brasil. “Devemos pois, olhar para a Floresta Amazônica e ver a sua cobertura vegetal densa e uniforme como um mecanismo que funciona, de fato, como uma bomba d’água, ou seja, absorve e também libera muita água”, continua Gomes.

Estudos recentes têm mostrado também que a floresta, dada a sua alta densidade de cobertura e grande extensão territorial, bloqueia a formação de ventos fortes, evitando surgimento de grandes tempestades em forma de furacões.

Consulta: http://riosvoadores.com.br/o-projeto/fenomeno-dos-rios-voadores/

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Água é ponto crucial para se pensar em desenvolvimento sustentável

No terceiro dia do 8º Fórum Mundial da Água, nesta terça (20), pelo menos 100 parlamentares de cerca de 20 países reuniram-se na conferência O papel dos parlamentos e o direito à água – Foto: Andre Borges / Agência Brasília

 

Professora diz que o tratamento dado a esse recurso natural incide sobre questões ambientais, sociais e econômicas

Da redação do Jornal da USP – 20/03/2018

Brasília está sediando o 8º Fórum Mundial da Água. O evento, que começou no dia 18 e vai até o dia 23 de março, traz nesta edição o tema Compartilhando Água. O fórum é uma oportunidade de mostrar ao mundo a necessidade de apoio à Agenda 2030, um plano de ação da ONU que visa ao desenvolvimento sustentável. Patrícia Iglecias, superintendente de Gestão Ambiental da USP, avalia que a água é ponto transversal nessa discussão e que ela perpassa toda a agenda social, ambiental e econômica tratada na 2030.

A professora comenta que cuidar da água é sinal de desenvolvimento e que a proteção desse recurso natural se coloca hoje como um grande desafio para o mundo. Nesse sentido, a universalização do saneamento básico é o principal objetivo almejado, por ser pré-requisito para todas as outras metas em vista, como a diminuição da desnutrição e a limpeza dos rios.

Sobre o Rio Tietê, por exemplo, Patrícia afirma que os milhões investidos há décadas em programas de recuperação das águas não surtirão efeito, enquanto todo o território não for contemplado com saneamento, que envolve coleta e tratamento de esgoto, abastecimento de água potável, manejo de água pluvial, limpeza das cidades e controle de resíduos. Hoje, a região ainda apresenta falhas nesse serviço e no de fiscalização. Os programas têm, então, limitações práticas, são como “cachorro correndo atrás do próprio rabo”, conclui.

Você pode acessar as últimas notícias do Fórum Mundial da Água pelo site do evento: http://www.worldwaterforum8.org/pt-br/news.

Acompanhe, também, os painéis de discussões temáticas, que contam com a presença de vários especialistas da USP: http://www.worldwaterforum8.org/pt-br/sua-voz

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The InsurTechs and the Insurance Industry in the Digital Era

By Antonio Carlos Teixeira, TerraGaia blog editor and communications consultant on insurance, insurtechs and transition to low carbon economy

I have been dedicated to the communication, research and development of actions, products and projects related to innovation, technology and the influences of the digitalization of Insurance and the advent of the InsurTechs. In this sense, I created and developed “Clipping InsurTech“, an original and cutting-edge product in the Brazilian insurance industry, with international information of this segment, in Portuguese, English and Spanish.

In my surveys, I have noticed how much challenges and expectations of modernization InsurTechs have brought for discussion in the Sector, with a view to developing the business of insurance companies and brokers in Brazil and also in the service and relationship with the insured, current and future.

Innovations and technologies such as automation, robotics, artificial intelligence (A.I.), Internet of Things (IoT), telematics and machine learning are already being used by insurance, both in Brazil and abroad.

I have also realized that the era of InsurTechs and the sector’s digitalization movement will have an impact within the segment itself (for example, in the degree of market regulation), but will also bring a substantial contribution of the Insurance to the transition from Global Economy to a low carbon environment, thus favoring the sustainability of society and the development of so-called “Smart Cities”.

The influence of InsurTechs also reached the Teaching of Insurance: in Australia, a college created an MBA to encourage the innovations, technology and development of InsurTechs in the country. Australia has already created an InsurTechs Association, so are the business development possibilities envisioned by the local insurance market.

I believe that the insurance market in Brazil is also moving in this direction to develop research, projects, programs and actions that involve insurance, education, communication, innovation, technologies geared towards the Sector and the transition to a low carbon economy .

I see these possibilities in my article “Tempestade disruptiva – O Seguro na era das InsurTechs e a transição para a sociedade de baixo carbono” (Disruptive Storm – Insurance in the Age of InsurTechs and the Transition to Low Carbon Society), published in the recent issue of “Cadernos de Seguro” magazine (issue 193, December 2017), edited by the Brazilian School of Insurance .

In the text, I analyze how the insurance industry, in the era of InsurTechs, can and should collaborate with the transition from planetary society to a low carbon economy.

The technology in the insurance industry has come to stay!

 

Veja aqui a versão em português:

https://terragaia.wordpress.com/2018/03/16/opiniao-as-insurtechs-e-o-setor-de-seguros-na-era-digital/

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Opinião: as InsurTechs e o Setor de Seguros na Era Digital

Por Antonio Carlos Teixeira, editor do blog TerraGaia e consultor de comunicação em seguros, insurtechs e transição para economia de baixo carbono

Tenho me dedicado à comunicação, pesquisa e desenvolvimento de ações, produtos e projetos relacionados à inovação, tecnologia e as influências da digitalização do Seguro e do advento das chamadas InsurTechs. Neste sentido, criei e desenvolvi o “Clipping InsurTech“, um produto original e de vanguarda no setor de seguros brasileiro, com informações internacionais desse segmento, em português, inglês e espanhol.

Nas pesquisas, tenho percebido o quanto de desafios e expectativas de modernização as InsurTechs têm trazido para discussão no Setor, com vistas ao desenvolvimento dos negócios das seguradoras e dos corretores no Brasil e ainda no atendimento e relacionamento com os segurados, atuais e futuros.

Inovações e tecnologias como automação, robótica, inteligência artificial (I.A.), Internet das Coisas (IoT), telemática e machine learning já começam a ser utilizadas pelo Seguro, tanto no Brasil quanto no exterior.

Tenho percebido, ainda, que a era das InsurTechs e o movimento de digitalização do Setor causarão impactos dentro do próprio segmento (por exemplo, no grau de regulamentação do mercado), mas também trarão uma substancial contribuição do Seguro para a transição da Economia Global para um ambiente de baixa emissão de carbono, favorecendo, assim, a sustentabilidade da sociedade e o desenvolvimento das chamadas “Cidades Inteligentes”.

A influência das InsurTechs chegou também ao Ensino do Seguro: na Austrália, uma faculdade criou um MBA para incentivar as inovações, a tecnologia e o desenvolvimento de InsurTechs no país.

Mais: a Austrália já criou uma Associação de InsurTechs, tamanhas são as possibilidades de desenvolvimento de negócios vislumbradas pelo mercado de seguros local.

Acredito que o mercado de seguros no Brasil também está caminhando nesta direção, no sentido de desenvolver pesquisas, projetos, programas e ações que envolvam seguro, ensino, comunicação, inovação, tecnologias voltadas para o Setor e a transição para economia de baixa emissão de carbono.

Vislumbro essas possibilidades no meu artigo “Tempestade disruptiva – O Seguro na era das InsurTechs e a transição para a sociedade de baixo carbono“, publicado na recente edição da revista Cadernos de Seguro (número 193, dezembro 2017), editada pela Escola Nacional de Seguros.

No texto, analiso como o setor de seguros, na era das insurtechs, pode e deve colaborar com a transição da sociedade planetária para uma economia de baixa emissão de carbono.

A tecnologia no setor de seguros veio para ficar!

 

Este artigo também foi publicado no site da Editora Roncarati, especializada em publicações sobre seguros:

https://www.editoraroncarati.com.br/v2/Artigos-e-Noticias/Artigos-e-Noticias/As-InsurTechs-e-o-Setor-de-Seguros-na-Era-Digital.html

See the English version:

https://terragaia.wordpress.com/2018/03/19/the-insurtechs-and-the-insurance-industry-in-the-digital-era/

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Quarterly InsurTech Briefing Q4 2017

Foreword: The Sobering of InsurTech

by Rafael Walkiewicz, Global Chief Executive Officer

Willis Towers Watson Securities

The fourth edition of our Quarterly InsurTech Briefing offers an opportunity to reflect on a full year’s worth of InsurTech activity in 2017 – another year of record investment into the
space from both financial investors and (re)insurers.

(…)

Access the briefing:

http://www.willis.com/documents/InsurTech%20Flipbook/#p=1

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