Pesquisa: o jornalismo ambiental pelos jornalistas

 

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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação

A pesquisa tem por objetivo geral compreender a concepção de jornalismo ambiental pelos jornalistas que fazem a cobertura de meio ambiente na América Latina, Caribe, Portugal, Espanha e países africanos de língua portuguesa. Para tanto, buscará: apontar os desafios enfrentados para a prática do jornalismo ambiental; identificar os espaços para praticar o jornalismo ambiental; e, verificar o papel que os profissionais atribuem às universidades na formação do jornalista ambiental.

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Opinión: Reflexión y acción

Hernán Sorhuet Gelos*

A lo que exprese un líder mundial seguido por mil doscientos millones de personas, debe prestársele mucha atención.

En su reciente Carta Encíclica, el Papa Francisco abordó el tema ambiental planetario con precisión, claridad y valentía. Es un extenso documento de más de cien páginas, en el que realiza un recorrido muy pertinente de cuáles son los problemas y también las causas de tanta inequidad social y deterioro plantario.

Para calibrar la seriedad del documento alcanza con enumerar lo que podríamos definir como sus diez ideas ejes: la crítica al nuevo paradigma y a las formas de poder que derivan de la tecnología; la invitación a buscar otros modos de entender la economía y el progreso; la íntima relación entre los pobres y la fragilidad del planeta; los peligros de la cultura del descarte; la propuesta de un nuevo estilo de vida; la grave responsabilidad de la política internacional y local en esta crisis; el sentido humano de la ecología; el valor propio de cada criatura; la convicción de que en el mundo todo está conectado, y la necesidad de debates sinceros y honestos sobre todos estos temas.

El hilo conductor del análisis que realiza el Papa Francisco en este valioso documento, sin duda es la conducta humana, que conduce a la toma de decisiones.

Subraya la importancia de aplicar el principio precautorio cuando existe peligro de daño ambiental grave o irreversible –aunque falte certeza científica absoluta o una comprobación indiscutible- porque permite proteger a los más débiles, e invierte el peso de la prueba. No significa oponerse a la innovación tecnológica sino a que el único argumento decisivo sea la rentabilidad.

Llega a algunas conclusiones que compartimos por su equilibrio y claridad, como cuando dice que la política no debe someterse a la econo­mía y ésta no debe someterse a los dictámenes y al paradigma eficientista de la tecnocracia. “Hoy, pensando en el bien común, necesitamos impe­riosamente que la política y la economía, en diá­logo, se coloquen decididamente al servicio de la vida, especialmente de la vida humana”.

No elude temas económicos recientes muy espinosos y de gran impacto mundial, como la crisis financiera de 2007-2008. El documento enfatiza que era la ocasión para el desarrollo de una nueva economía, más atenta a los principios éticos; y también para una nueva regulación de la actividad financiera especulativa y de la riqueza ficticia. Pero no ocurrió así; lamentablemente “no hubo una reac­ción que llevara a repensar los criterios obsoletos que siguen rigiendo al mundo”.

Luego de un detallado recorrido por los problemas ambientales actuales más serios, señala que muchos esfuerzos para buscar soluciones concretas a la crisis ambiental suelen frustrarse, no sólo por el rechazo de los poderosos, sino también por la falta de interés de los demás.

Acierta la Encíclica cuando insiste en señalar la necesidad de que estos temas se discutan, cómo única vía para establecer un nuevo camino civilizatorio enriquecido y consensuado. “Hay discusiones sobre cuestiones relacio­nadas con el ambiente donde es difícil alcanzar consensos. Una vez más expreso que la Iglesia no pretende definir las cuestiones científicas ni susti­tuir a la política, pero invito a un debate honesto y transparente, para que las necesidades particu­lares o las ideologías no afecten al bien común”.

*Columna publicada en el diario EL PAIS (Montevideo, Uruguay) el 15 de julio de 2015.

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Nova edição do Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha

Antonio Carlos Teixeira:

23ª edição do Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha.

Publicado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

Agência Efe e a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid) lançaram nesta quinta-feira a 23ª edição do Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha.

Poderão concorrer jornalistas dos 22 países ibero-americanos, além de profissionais de Angola, Cabo Verde, Estados Unidos, Filipinas, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Israel, Marrocos, Moçambique, Principado de Andorra, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Os prêmios serão divididos nas categorias Impresso, Rádio, Televisão, Fotografia e Jornalismo Digital e tem o patrocínio da OHL, grupo internacional de concessões e construção. Além disso, será concedida pela quarta vez o Prêmio Especial Ibero-Americano de Jornalismo Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, que conta com o patrocínio da Fundação Aquae.Junto ao Prêmio Internacional Rei da Espanha foi convocada também a 12ª edição do Prêmio Dom Quixote de Jornalismo, patrocinado pelo grupo Tragsa, e que avalia a qualidade linguística, o bom uso e enriquecimento do idioma espanhol.

Para concorrer, os trabalhos…

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Facha, RJ: curso de Extensão Jornalismo Ambiental

FACHA Logo Curso de Extensão Agosto 2015 - Jornalismo Ambiental - Antonio Carlos Teixeira

O Curso de Jornalismo Ambiental é um programa voltado para profissionais e estudantes das áreas de comunicação social e jornalismo que tenham interesse em desenvolver análise crítica a respeito da temática ambiental e suas correlações com aspectos relacionados a desenvolvimento, sustentabilidade, saúde, consumo, produção, cidadania, educação, conservação e preservação dos recursos naturais.

O objetivo do curso é estimular o profissional a desenvolver a comunicação e o jornalismo ambiental fundamentados no sentido da percepção e em atitudes de prevenção.
Início: 15 de agosto de 2015
Hora: 9h às 14h
Período: 5 sábados (15, 22 e 29 de agosto; 5 e 12 de setembro de 2015)
Prof.: Antonio Carlos Teixeira

Local: Faculdades Integradas Helio Alonso (Facha): Rua Muniz Barreto, 51, Botafogo, RJ

Inscrições aqui.

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Celso Schröder: “Ainda temos que incorporar a Amazônia a partir da visão que a Amazônia tem de si mesma”

Antonio Carlos Teixeira:

A entrevista do presidente da Fenaj Celso Schröder ao site Mídia e Amazônia: “a cobertura que a mídia nacional faz sobre a região amazônica ainda é pautada por uma visão colonialista”.

Publicado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

Captura de Tela 2015-07-12 às 22.13.04Celso Schröder, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, fala ao site Mídia e Amazôniasobre a cobertura da mídia brasileira sobre temas relacionados à Amazônia e a importância da regionalização das produções. Também há link para a gravação da entrevista com cerca de 5 min da webtv do site.

Celso é formado em Jornalismo pela PUC-RS e especialista em Sociologia pela UFRGS. Atualmente é presidente da FENAJ, da Federação de Jornalistas da América Latina e Caribe (Fepalc) e vice-presidente da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ). Também é membro titular do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional.

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Prazo até 15/7: bolsas de US$ 5 mil para jornalistas

Antonio Carlos Teixeira:

Sociedade para Jornalistas de Meio Ambiente: inscrições para bolsas de US$ 5 mil vão até 15/7.

Publicado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

Repórteres podem solicitar apoio para projetos por meio do Fundo de SEJ de Jornalismo Ambiental.  O Fundo da SEJ – Sociedade para Jornalistas de Meio Ambiente com sede nos Estados Unidos  abriu prazo para a candidaturas a bolsas de até US $ 5.000 para subscrever projectos. O próximo final para a inscrição será encerrada nesta quarta-feira, 15 de julho de 2015 . Para mais informações, contacte Jeanne Scanlon com perguntas sobre este programa.

Em 2015, o financiamento está disponível para projetos de história em três categorias: 1) tópico livre, inclusive algum tema internacional; 2) a cobertura de questões de uso da terra da América do Norte; e 3) a cobertura dos impactos de conservação da biodiversidade e mudanças climáticas na América do Norte. Pela primeira vez, os candidatos também podem incluir uma ajuda de custo no orçamento proposto.  (tradução livre pelo editor de Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo)

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Centro RIO+ promove eventos sobre a Agenda pós-2015

Antonio Carlos Teixeira:

Diálogos sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Publicado originalmente em Rio+ Centre:

Tradução por Juliana Câmara, voluntária online do Centro RIO+

Nestes meses que antecedem a reunião das Nações Unidas para adoção da Agenda pós-2015, que acontecerá de 25 a 27 de setembro em Nova York, o Centro Mundial para Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+) tem promovido uma série de eventos relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em parceria com o Governo brasileiro. O próximo deles deverá acontecer no dia 11 de agosto, em Brasília, quando será retomado o diálogo sobre os ODS entre representantes de organizações da sociedade civil, do Governo Federale do Centro Rio+.

A agenda de eventos teve início no dia 19 de junho, com uma reunião com representações do Mercosul e do Chile sobre produção de indicadores de desenvolvimento sustentável. O encontro, na sede do IBGE no Rio de Janeiro, teve o objetivo de afinar os posicionamentos dos países participantes em relação à Agenda pós-2015, com o objetivo…

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