The Green Bond Principles 2017

 

Voluntary Process Guidelines for Issuing Green Bonds

Introduction

The Green Bond market aims to enable and develop the key role debt markets can play in funding projects that contribute to environmental sustainability. The Green Bond Principles (GBP) promote integrity in the Green Bond market through guidelines
that recommend transparency, disclosure and reporting. They are intended for use by market participants and are designed to drive the provision of information needed to increase capital allocation to such projects. With a focus on the use of proceeds, the GBP aim to support issuers in transitioning their business model towards greater environmental sustainability through specific projects.

Issuance aligned to the GBP should provide an investment opportunity with transparent green credentials. By recommending that issuers report on the use of Green Bond proceeds, the GBP promote a step change in transparency that facilitates the tracking of funds into environmental projects, while simultaneously aiming to improve insight into their estimated impact.

The GBP provide high level categories for eligible Green Projects in recognition of the diversity of current views and of the ongoing development in understanding of environmental issues and consequences, while liaising when needed with other parties that provide complementary definitions, standards and taxonomies for determining the environmental sustainability of projects. The GBP encourage all participants in the market
to use this foundation to develop their own robust practices, referencing a broad set of complementary criteria as relevant.

The GBP are collaborative and consultative in nature based on the contributions of GBP Members and the wider community including Observers, and are coordinated by the Executive Committee. They are updated typically once a year, reflecting the development and growth of the global Green Bond market.

Access the full report:

https://www.icmagroup.org/assets/documents/Regulatory/Green-Bonds/GreenBondsBrochure-JUNE2017.pdf

 

Publicado em economia de baixo carbono, Economia Verde-Green Economy, Empresas, green bonds, low carbon economy, Projetos ambientais, títulos verdes, transição para uma economia de baixo carbono, Transição para uma Sociedade de Baixo Carbono, Transition to a low carbon society, Transition to Low Carbon Economy | Marcado com , , , | Deixe um comentário

REDD+ Integrado: modelo financeiro para viabilizar as metas do Acordo de Paris

 

Introdução

A necessidade urgente de combater o processo de mudanças climáticas vem levando à busca de alternativas viáveis para redução de emissões de gases efeito estufa (GEE). Esforços estão sendo feitos em diversas frentes para a descarbonização dos principais setores intensivos em carbono, como o industrial, energético, agrícola, e transportes. O setor de florestas, por sua vez, foi o que mais contribuiu para a redução de emissões de GEE no Brasil. Se bem planejado e implementado, o uso sustentável dos recursos florestais pode reverter esse quadro e contribuir também para a remoção de CO atmosférico.

As contribuições do setor florestal à questão climática, principalmente nos países em desenvolvimento, depende da adoção de mecanismos financeiros diversos. Entre esses, destaca-se o mecanismo de REDD+, incluído no Acordo de Paris em 2015, que representa a oportunidade mais concreta e com o melhor custo-benefício para redução de emissões e promoção de desenvolvimento sustentável local.

Neste contexto, o Brasil tem grande potencial de atrair financiamentos internacionais e nacionais, para a conservação de suas florestas através do REDD+. A redução do desmatamento na Amazônia entre 2006 e 2015 evitou a emissão de mais de 4 bilhões de
tCO2e e gerou a maior contribuição já realizada por um país em termos de redução de emissões de gases do efeito estufa. Segundo a lógica internacional do mecanismo de REDD+, o Brasil deve ser propriamente recompensado por essa contribuição.

No entanto, até o momento, nossa captação de recursos foi limitada ao escopo do Fundo Amazônia: cerca de R$ 8 bilhões, ou seja, apenas 6% do potencial de recursos que poderiam ter sido obtidos levando-se em conta as contribuições que o país já deu. É
fundamental, portanto, adotar um conjunto de ações que incentive a conservação florestal e seu desenvolvimento sustentável a partir de um programa claro e efetivo de valorização dos seus serviços ambientais.

A atual crise econômica enfrentada pelo Brasil diminui severamente a capacidade de investimentos na agenda ambiental tanto pelo Governo Federal como dos Governos Estaduais da Amazônia. Se não tornarmos efetivas outras oportunidades de captação de recursos como as do REDD+, o desmatamento na Amazônia voltará a subir e pode chegar aos patamares de 2003-05. Isso já está acontecendo: o desmatamento teve aumento de 24% em 2015 e 29% em 2016 em relação a 2014. Isto não só compromete as metas das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC), como fragiliza as relações de parceria com doadores internacionais como Noruega e Alemanha.

Diante desse cenário é crucial a mobilização de recursos financeiros adicionais aos existentes para a conservação e do desenvolvimento sustentável dos povos da floresta. Entretanto há a crítica que o grande volume de reduções de emissões que o Brasil
poderia gerar via REDD+ poderia influenciar negativamente o funcionamento de mercados e inviabilizar outras iniciativas.

Este artigo visa contribuir para o debate sobre a inclusão do REDD+ em mercados, descrevendo uma proposta de mercados de carbono distintos, mas complementares, como solução para a viabilização da inclusão de REDD+ e apoio ao cumprimento do Acordo de Paris.

 

Acesse a íntegra do artigo:
http://redd.unfccc.int/uploads/3570_3_alianca_redd_brasil_2C_redd_integrado.pdf

Publicado em Amazônia Legal, Cambio climático, Carbon, Carbono, Clima, Climate Change, climate risk, Consciência ambiental, Conservação, Desenvolvimento sustentável, Desmatamento e degradação, desmatamento na Amazônia brasileira, economia de baixo carbono, Estudos ambientais, Florestas, florestas degradadas no Brasil, Human activities and climate change, Impactos ambientais, Impactos Ambientales, Impacts Environnementaux, low carbon economy, Publicações | Marcado com , , , , , , , , | Deixe um comentário

IRENA Global Atlas 3.0: Resource data for renewable energy professionals

An upgrade to IRENA’s renewable energy prospecting platform fosters user collaboration to facilitate project development

By Team IRENA

Energy planners developing solar power and other renewable energy projects now have better access to free data and tools, with the rollout of IRENA’s Global Atlas 3.0. Updated with new comprehensive data and features, Global Atlas 3.0 is designed with simplicity, contribution and collaboration in mind, to assist in the early stages of renewable energy project development.

“The new Global Atlas update brings huge improvements for developers, market analysts, energy planners and policy makers. This will lead to more renewable energy projects coming to life and new markets penning up for renewable energy investments,” says Henning Wuester, Director of IRENA’s Knowledge, Policy and Finance Centre.

A free and publicly open project, Global Atlas has been evolving and improving for the last six years. The online platform seeks to assist energy prospecting for renewable energy sites by providing easy access to accurate maps, and by creating a universal outlet for renewable resource map makers — saving companies, public institutions, universities, and national entities the trouble and cost of developing their own platforms and user bases.

The Global Atlas platform has benefited from breakthroughs in the quality and level of detail of publicly available data. Six years ago, wind and solar map had a spatial resolution of just 50 km, but this has now improved down to 1km. Having gained access to this high quality data from research institutions, private companies, development banks and national governments, IRENA is sharing it freely on Global Atlas fostering renewable energy deployment globally.

Taking a user-focused approach, with this update the Global Atlas now allows for much of the data to be downloaded. “We’ve focused on the service that brings value to our users in their daily work, and are now emphasising prospecting, user collaboration, and the promotion of our data providers and partners,” says Henning Wuester. “Through close collaboration with our partner countries, institutes and private providers we can now bring additional value to business development in the renewables sector.”

Simplicity, contribution, collaboration

Staying true to its simplicity, contribution, collaboration mantra, Global Atlas 3.0 unveils new user functionality and an upgraded interface that improves the user’s experience and fosters a map sharing community. “3.0 is a complete reworking of the platform, that brings a collaborative dimension that people have become accustomed to on platforms like YouTube or WhatsApp,” says Abdulmalik Oricha Ali, an IRENA Associate Programme Officer working on the Global Atlas.

In 3.0, users now have capabilities to easily share their maps with the rest of the Global Atlas community. User created maps can be privately sent to friends and colleagues, easily embedded on other websites, and ultimately promoted on the community section of the Global Atlas website. “Through enhanced map sharing and the new map commenting function, we hope to see greater collaboration in renewable energy map making across institutions and borders,” says Ali.

New analysis capabilities, a PV battery simulator, a solar water-heater simulator, and a grid-connected solar PV system simulator are all included in the updated tool. Importantly, maps now credit individual data providers by displaying the source very visibly on the interface.

New and upcoming

In December 2016, IRENA launched its bioenergy production simulator, and called on the public to test this new platform and validate its data. That testing period is now complete and the bioenergy simulator and has been fully integrated into the Global Atlas platform.

Further development on the Global Atlas is ongoing, and in the coming months a new wind power cost simulator will be introduced, that combines wind data from the Danish Technical University and IRENA’s costs data, which is already open to the public and easy to access through its dashboards.

LCOE 2010-2016: this dashboard provides an overview on trends in global renewable energy levelised costs of electricity (LCOE) in the time period from 2010 until 2016. Source: IRENA

 

Publicado em Empresas, Energías Renovables, Energia, Energia eólica, Energia fotovoltaica, Energia geotérmica, Energia solar, Energias Renovables, Energias renováveis, low carbon economy, Publicações, Renewable Energy, Transition to a low carbon society, Transition to Low Carbon Economy | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Environmental Rights are Human Rights

A look into the human dimension of the Guanabara Bay

via Environmental Rights are Human Rights — UNDP

Publicado em Água, Bioma Costeiro, Biomas, Cidadania e Meio Ambiente, Cidadania e Sustentabilidade, Climate Change, climate risk, Consciência ambiental, Environmental Awareness, global warming, Greenhouse Gases, Human activities and climate change, Mares e oceanos, Sustainable Cities, Transition to a low carbon society, Transition to Low Carbon Economy | Marcado com , , , , , , , | Deixe um comentário

Can plastic roads help save the planet? 

Engineer Toby McCartney explains how his Scottish start-up MacRebur is persuading councils to use local waste plastic to build roads. Two English councils have already started building roads this way.

By Dougal Shaw, BBC World Hacks 

See at: 

http://www.bbc.com/news/av/magazine-39693091/can-plastic-roads-help-save-the-planet

Publicado em Cidades Sustentáveis, Ciudades sostenibles, Comunicação Ambiental, Consciência ambiental, Conservação, Consumo, Desarollo Sostenible, Descarte de resíduos, Desenvolvimento, Desenvolvimento sustentável, Economia, economia de baixo carbono, Economia Verde-Green Economy, Environmental Awareness, Environmental Impacts, Environmental journalism, Environmental researchs, Environmental Technology, Ernergias Renovables, Estudos ambientais, experiências de projetos ambientais em cidades do Brasil, Gestão sustentável, Governança, Human activities and climate change, Impactos ambientais, Impactos Ambientales, Impacts Environnementaux, low carbon economy, Mares e oceanos, Potencial econômico, Projetos ambientais, Reaproveitamento, Reciclagem, Resíduos Sólidos Urbanos, Sustainability, Sustainable Cities, Tecnologia ambiental, transição para uma economia de baixo carbono, Transição para uma Sociedade de Baixo Carbono, Transition to a low carbon society, Transition to Low Carbon Economy, Vídeos Ambientais | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Reino Unido testa asfalto 60% mais resistente que é feito com plástico retirado dos oceanos


Por Jessica Miwa, The Greenest Post 

A Holanda já havia anunciado querer testar um asfalto feito a partir de plástico retirado dos oceanos. O uso do material, atualmente, está “na moda”, já que se trata de um recurso demorado para se decompor na natureza e que, infelizmente, é cada vez mais descartado de forma incorreta pelo homem. Além disso, uma série de toxinas que prejudicam nossos solos têm ligação com os vestígios deixados pelo plástico. Não por acaso, o que não falta por aí são iniciativaspara reutilizar e reciclar todos esses resíduos espalhados por aí!

Uma das mais recentes vem do engenheiro Toby McCartney, que desenvolveu uma técnica para revestir as ruas com material parecido com o concreto convencional, mas composto por plástico descartado. A empresa, chamada MacRebur, garante que o substituto é 60% mais resistente que o asfalto comum e tende a durar 10 vezes mais.

Leia a reportagem completa em:

http://thegreenestpost.bol.uol.com.br/reino-unido-testa-asfalto-mais-resistente-feito-de-plastico-reciclado-2/

Publicado em Cidadania e Sustentabilidade, Cidades Sustentáveis, Ciudades sostenibles, Consciência ambiental, Consumo, Desarollo Sostenible, Descarte de resíduos, Desenvolvimento, Desenvolvimento sustentável, Environmental Awareness, Environmental Impacts, Environmental journalism, Environmental Technology, experiências de projetos ambientais em cidades do Brasil, Gestão sustentável, Impactos ambientais, Impactos Ambientales, Impacts Environnementaux, Jornalismo Ambiental, Mares e oceanos, Pesquisas ambientais, Poluição, Potencial econômico, Prêmios Ambientais e de Sustentabilidade, Projetos ambientais, Reaproveitamento, Resíduos Sólidos Urbanos, Responsabilidade socioambiental, Sustainable Cities, Sustentabilidade, Tecnologia ambiental, transição para uma economia de baixo carbono, Transição para uma Sociedade de Baixo Carbono, Transition to a low carbon society, Transition to Low Carbon Economy | Marcado com , , , | Deixe um comentário

O impacto da luz sobre as florestas

Áreas de vegetação perto de centros urbanos são as mais prejudicadas pelo excesso de luz artificial

Por Igor Zolnerkevic, da Revista Pesquisa FAPESP 

Populações de diversas regiões do país, como as da Amazônia, têm escassa iluminação pública. Na maior parte daquela região, nas noites de céu limpo, ainda se pode contemplar a faixa de estrelas da Via Láctea de modo tão nítido quanto talvez fosse possível enxergar antes da chegada dos europeus às Américas. Um estudo publicado na revista Science em junho do ano passado estimou que o excesso de luz artificial durante a noite impeça um terço da população mundial de enxergar a Via Láctea. Enquanto as populações inteiras de países europeus já se encontram privadas de noites naturalmente escuras, a poluição luminosa no Brasil só chega no mesmo nível em seus grandes centros urbanos, concentrados no litoral do país. Em um trabalho publicado em fevereiro deste ano na revista PLOS One, pesquisadores de São Paulo e do Reino Unido realizaram a primeira avaliação espaço-temporal da presença da luz artificial nos tipos de vegetação brasileiros. 

Leia a reportagem completa em:

http://flip.it/gGg-.C

Publicado em Biodiversidade, Conservação, Desenvolvimento sustentável, Desmatamento e degradação, Ecologia, Energia, Estudos ambientais, Florestas, Impactos ambientais, Preservação, Sustentabilidade | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário