Xanxerê: Sesc mobiliza doações. Saiba o que e onde doar!

Casas destruídas em Xanxerê (oeste de SC), após o tornado que afetou a região. Foto: Flávio Carvalho / Tudo Sobre Xanxerê

Casas destruídas em Xanxerê (oeste de SC), após o tornado que afetou a região. Foto: Flávio Carvalho / Tudo Sobre Xanxerê

Por Leticia Faria, do site Tudo Sobre Xanxerê

 
O Sesc em Santa Cantarina reativa o programa Sesc Solidário para mobilizar doações às vítimas do tornado que atingiu Xanxerê, no Oeste catarinense, na segunda-feira (20). A campanha acontece em todas as Unidades do Sesc no Estado, que a partir desta quarta-feira (22) recebem os donativos arrecadados. A população pode doar alimentos não perecíveis, produtos de higiene e limpeza, vestuário, colchões, roupa de cama e banho.

O objetivo da ação é auxiliar as famílias atingidas pela tempestade que, segundo a Defesa Civil, alcançou uma área aproximada de 250 quadras em Xanxerê e afetou 2,5 mil casas.

 
O que doar
Alimentos não perecíveis (com validade superior a 60 dias): Arroz, feijão, macarrão, farinhas, (milho, trigo e mandioca), óleo, leite em pó, molho de tomate, açúcar, enlatados (milho, ervilha, seleta, salsicha e sardinha). Alimentos de pronto consumo: Biscoitos, sucos (latas ou caixinhas), achocolatados (caixinhas), água Mineral. Materiais de higiene e limpeza: Pasta de dente, escova de dente, xampu, sabonete, desodorante, sabão em barra, sabão em pó, detergente, desinfetante, fraldas descartáveis (M e G – infantis e geriátricas); Colchões; Roupas de cama e banho: Lençóis, fronhas, travesseiros, cobertores e toalhas.

 
Sobre o Programa:
O “Sesc Solidário” foi criado após a tragédia provocada pelas chuvas em 2008 no Vale do Itajaí e deste então passou a receber donativos para ações emergenciais em todo o país. A campanha nacional distribuiu mais de 1,5 mil tonelada de gêneros de primeira necessidade às vítimas das chuvas em Santa Catarina e contou com donativos dos departamentos regionais do Sesc pelo Brasil, empresas do ramo comercial e de serviços, nacionais e locais, pessoas físicas e voluntários, entre outros.

Tornado em Xanxerê (SC) causou destruição e deixou mais de mil desabrigados. Foto: Defesa Civil de Santa Catarina

Tornado em Xanxerê (SC) causou destruição e deixou mais de mil desabrigados. Foto: Defesa Civil de Santa Catarina

As doações podem ser feitas diretamente nas Unidades do Sesc em Santa Catarina:
– Araranguá: Av. Sete de Setembro, 1030 – Centro – Telefone: (48) 3524.0189
– Balneário Camboriú: Unidade – Avenida Central, 360 – Centro – Telefone: (47) 3248.3248 / 3368.9147
– Blumenau: Unidade – Rua Dr. Amadeu da Luz, 165 – Centro – Telefone: (47) 3322.5261
– Blumenau: Hotel Sesc em Blumenau – Rua Udo Deeke, 1.330 – Salto do Norte – Telefone: (47) 3334.8100
– Brusque: Unidade – Av. Beira Rio, 211 – M. Esquerda – Telefone: (47) 3351.2599
– Caçador: Unidade – Rua do Contestado, s/nº – Berger – Telefone: (49) 3563.8783
– Canoinhas: Unidade – Av. Expedicionários, 2.100 – Água Verde – Telefone: (47)3622.7026
– Chapecó: Unidade – Rua Brasília, 475-D – J. Itália – Telefone: (49) 3319.9100
– Concórdia: Unidade – Rua Mal. Deodoro, 352 – Centro – Telefone: (49) 3442.0303
– Criciúma: Unidade – Rua Pres. Kennedy, 850 – Pio Corrêa – Telefone: (48) 3437.5224
– Curitibanos: Unidade – Av. Salomão C. de Almeida, 388 – Centro – Telefone: (49) 3241.6288
– Florianópolis (Estreito): Unidade – Rua General Eurico Gaspar Dutra, 913 – Estreito – Telefone: (48) 3244.1370
– Florianópolis (Prainha): Unidade – Trav. Syriaco Atherino, 100 – Centro – Telefone: (48) 3229.2200
– Itajaí: Unidade – Av. Cel. Marcos Konder, 888 – Centro – Telefone: (47) 3348.9291
– Jaraguá do Sul: Unidade – Rua Jorge Czerniewicz, 633 – Telefone: (47) 3275.7800
– Joaçaba: Unidade – Rua Getúlio Vargas, 285 – Centro – Telefone: (49) 3521.2379
– Joinville: Unidade – Rua Itaiópolis, 470 – Centro – Telefone: (47) 3441.3300
– Joinville: Quadra Comunitária – Rua Alwin Pasold, s/n – Vila Nova – (47) 3434.6991
– Lages: Unidade – Av. Dom Pedro II, 1.693 – Universitário – Telefone: (49) 3322.3936
– Lages: Espaço Bem-Estar – Av. Presidente Vargas, 678 – Coral – Telefone: (49) 3224.8065
– Laguna: Unidade – Rua Tenente Bessa, 211 – Telefone: (48) 3644.0152
– Penha: Quadra Comunitária – Rua Joaquim Ludgero Vieira, 645 – Nossa Senhora de Fátima – Telefone: (47) 3345-1518
– Rio do Sul: Unidade – Rua Engº Odebrecht, 500 – Telefone: (47) 3521.2798
– São Bento do Sul: Unidade – Rua Jorge Zipperer, 101 – Centro – Telefone: (47) 3633.0658
– São Miguel do Oeste: Unidade – Rua Santos Dumont, 441 – Telefone: (49) 3621.3082
– Tijucas: Unidade – Rua João Policarpo Pacheco, 250 – Telefone: (48) 3263.6963
– Tubarão: Unidade – Rua Antonio Hülse, 411 – Dehon – Telefone: (48) 3626.0146
– Urubici: Unidade – Avenida Adolfo Konder, 2.543, no Bairro Santa Catarina (Esquina) – Telefone: (49) 3278.5180
– Xanxerê: Unidade – Rua Cel. Passos Maia, 691 – Centro – Telefone: (49) 3433.5990 (Texto: Divulgação)

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Xanxerê: como ajudar

Município de Xanxerê

Informações da Prefeitura de Xanxerê (SC) para doações, ajuda a desabrigados e reconstrução dos locais afetados pelo tornado.

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Até 30 de junho/2015: chamada de trabalhos para o 3o. Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

Antonio Carlos Teixeira:

Chamada de trabalhos para o 3º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

Publicado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

A Comissão Científica do Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental (ENPJA) torna pública a chamada de trabalhos para sua terceira edição, a ser realizada de 20 a 21 de outubro de 2015, em São Paulo – SP. O evento é parte da programação do VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (CBJA), que segue até 22 de outubro.

O ENPJA acolhe textos de pesquisadores brasileiros e estrangeiros que abordem temáticas concernentes ao binômio jornalismo e meio ambiente e se encaixem em uma das duas categorias: Comunicação Livre (grupos de pesquisa, doutores, doutorandos, mestres, mestrandos) e Iniciação Científica (graduandos com orientadores).

O objetivo deste III ENPJA é abrir espaço para reflexões sobre as pesquisas realizadas no campo do jornalismo ambiental, destacando a função social do jornalismo no fomento da discussão de questões ambientais. Cada vez mais é preciso atuar para que a maior parte da população seja informada sobre as…

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Understanding The Rising Powers’ Contribution To The Sustainable Development Goals

Antonio Carlos Teixeira:

A contribution to the Sustainable Development Goals…

Publicado originalmente em Rio+ Centre:

2015 will be packed with official events related to Sustainable Development, which will define the foundations of the Post 2015 agenda. Not only the three official milestones: the Addis Ababa Conference on Financing for Development in July; the UN Summit on Sustainable Development in September in New York; and the XI UNFCCC Conference of the Parts, but also several preparatory meetings. Such a Herculean task will require undivided cooperation, and in this case, rising powers have an important role to play.

Brazil, Russia, India, China, and South Africa (BRICS), among other rising powers, are being considered by some countries as two-faced players. If on one hand, they were criticized for obstructing negotiations and for not meeting up the expectations, on the other hand they might hold the key to breaking deadlocks and translating the needs of developing countries into the Post2015 Agenda framework.

The Rapid Response Brief “Understanding the Rising…

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Brasil: o terceiro país que mais lixo gera

Antonio Carlos Teixeira:

Sempre é muito bom ler Washington Novaes: olha só…

Publicado originalmente em Leonardo Boff:

WASHINGTON NOVAES volta e meia se faz presente neste espaço pois é um dos jornalistas mais bem informados sobre questões ecológicas daqui e de fora. Neste artigo do dia 17 de abril em O Estado de São Paulo, sob o título Em boa hora o Papa vai entrar em campo, refrindo-se à sua próxima encíclica sobre ecologia aborda com numerosos dados sobre o destino do lixo e dos materiais recicláveis. Hoje o sistema atual de produção o que mais produz são dejetos, lixo e rejeitos  criando um problema grave para a qualidde de vida no planeta, especialmente os resíduos nucleares de altíssima perigosidade. Lboff

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É uma notícia auspiciosa (ESTADO, 5/4, caderno Aliás): o Papa Francisco pretende centrar no tema “meio ambiente e pobreza” sua primeira encíclica, a ser conhecida nas próximas semanas. O documento incluirá também em destaque as mudanças climáticas, junto com considerações sobre a desigualdade…

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Africa: Seminar discusses social protection as a means to improve sustainability of the continent

Examine ways to finance the sustainability of social protection initiatives in countries where domestic financing are limited were proposed major challenges during the two-day International Seminar on Social Protection in Africa. The meeting, held on 8 and 9 April in Dakar, Senegal, brought together 13 African countries and Brazil in a series of debates, discussions and exchange of experiences on implementation of sustainable development agendas, economic growth, income transfer programs, health promotion, nutrition and education, reducing levels of inequality and structural weaknesses.

“We bear the moral responsibility to deploy policies and instruments which have proven effective in contributing to the fight against poverty, addressing vulnerabilities and building people’s resilience against future shocks,” said Ms Ruby Sandhu-Rojon Deputy Director for Africa at the United Nations Development Programme (UNDP). “Social protection measures anchored in human rights and sustainable social, economic and environmental development have the power to alleviate poverty, boost the resilience of the African middle-class, and drive the transformation of the continent”, said Ms Ruby Sandhu-Rojon at the opening of the seminar (Her full key note speech is available here).

According to data presented at the seminar, despite accelerated economic growth over the past decade, the growth process has not benefitted the poorest, and inequalities persist across Africa. Social protection coverage remains very low. Only 20 percent of the poorest people on the continent, some 44 million people, have access to social protection, such as targeted interventions in health, nutrition or cash transfers.If put in place, investments in social protection, as part of a broader sustainable development agenda, would contribute to improving the lives of the additional 370 million people living below the USD 1.25 a day poverty line.

“African countries are making progress on social protection, but a life-cycle approach that addresses vulnerabilities at different stages of life – from babies to the elderly – is key if we are to achieve our vision of prosperity, where every single African life matters,” said Dr Mustapha Sidiki Kaloko, Commissioner for Social Affairs at the African Union Commission.

While countries such as Ethiopia, Ghana, Kenya, Lesotho and Mauritius, have adopted social protection policies and programmes, such as targeted school feeding and cash transfers, many others still face considerable challenges in formulating and implementing social protection measures.

Initiative of the African Union, the governments of Brazil and Senegal, UNDP, the World Centre for Sustainable Development (Centre RIO +) and Lula Institute, the seminar’s recommendations on how to promote equal access to social protection in a sustainable manner, will be presented at the ministerial meeting of the African Union on social development, labor and employment, later this month in Addis Ababa, Ethiopia.

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África: seminário discute proteção social como meio para impulsionar sustentabilidade do continente

Analisar formas de financiar a sustentabilidade de iniciativas de proteção social em países cujos financiamentos domésticos são limitados foram os principais desafios propostos durante os dois dias do Seminário Internacional sobre Proteção Social na África. O encontro, realizado nos dias 8 e 9 de abril em Dacar, Senegal, reuniu 13 países africanos e o Brasil numa série de debates, discussões e troca de experiências sobre implementação de agendas de desenvolvimento sustentável, crescimento econômico, programas de transferência de renda, promoção de saúde, nutrição e educação, redução de níveis de desigualdade e fraquezas estruturais.

“Devemos assumir a responsabilidade moral de empregar políticas e instrumentos que sejam comprovadamente eficazes no combate à pobreza, abordando vulnerabilidades e aumentando a resiliência das pessoas contra choques futuros”, ressaltou Ruby Sandhu-Rojon, Diretora-Adjunta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). “Medidas de proteção social ancoradas nos direitos humanos e no desenvolvimento social, econômico e ambiental sustentável têm o poder de aliviar a pobreza, aumentar a resiliência das classes médias africanas e impulsionar a transformação do continente”, frisou Sandhu-Rojon no discurso de abertura do seminário.

De acordo com dados apresentados no seminário, apesar do acelerado crescimento econômico da última década na África, o processo de crescimento não beneficiou as populações mais pobres e as desigualdades persistem em todo o continente. A abrangência da proteção social continua muito baixa: apenas 20% dos africanos mais pobres (cerca de 44 milhões de pessoas), têm acesso à proteção social por meio de intervenções específicas na saúde, nutrição e transferência de renda. Se colocados em prática, os investimentos na proteção social – como parte de uma agenda de desenvolvimento sustentável mais abrangente – contribuirão para melhorar as vidas de mais 370 milhões de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza, com 1,25 dólar por dia.

“Os países africanos estão promovendo progressos nas suas políticas de proteção social, mas uma abordagem que englobe todo o ciclo de vida das pessoas e trate da vulnerabilidade nas suas diferentes fases – de recém-nascido a idoso – é fundamental para alcançarmos a nossa visão de prosperidade”, reiterou Mustapha Sidiki Kaloko, Comissário para os Assuntos Sociais da União Africana.

Enquanto países como Etiópia, Gana, Quênia, Lesoto e Maurícia adotaram políticas e programas de proteção social, tais como alimentação escolar direcionada e transferência de renda, vários outros países ainda enfrentam desafios consideráveis referentes à formulação e implementação de medidas de proteção social.

Iniciativa da União Africana, dos governos do Brasil e do Senegal, do PNUD, do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+) e do Instituto Lula, as recomendações do seminário sobre como promover um acesso equitativo à proteção social, de uma forma disseminável e sustentável, serão apresentadas na reunião interministerial da União Africana sobre desenvolvimento social, trabalho e emprego, no final deste mês, em Adis Abeba, Etiópia.

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