Citizen access to information, participation and justice in environmental matters

Rio de Janeiro hosted the main global summits on sustainable development in history, in 1992 and 2012

via Principle 10: citizen access to information, participation and justice in environmental matters — UNDP

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Uma ética da Mãe Terra, nossa Casa Comum

É um fato cientificamente reconhecido hoje que as mudanças climáticas, cuja expressão maior se dá pelo aquecimento global é, num grau de certeza de 95%, de natureza antropogênica, Quer dizer, possui sua gênese num tipo de comportamento humano violento face à natureza. Este comportamento não está de sintonia com os ciclos e ritmos da natureza. […]

via Uma ética da Mãe Terra, nossa Casa Comum — Leonardo Boff

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‘Communicating SDGs’ key to achieving global development targets – senior UN official

Day two at the Global Festival of Ideas for Sustainable Development at the World Conference Center (WCC) in Bonn, Germany. 2 March 2017. Photo: photothek/Inga Kjer

 

From UN News Centre

2 March 2017 – Bringing together a diverse array of partners to communicate the Sustainable Development Goals was a key focus on day two Global Festival of Ideas for Sustainable Development, a ‘playable’ United Nations conference that aims to chart a new way of thinking on addressing some of the world’s most complex development challenges.

“We have to make the world aware of this […] agenda that is definitely going to transform the planet and that is going to ensure that no one is left behind,” Cristina Gallach, the UN Under-Secretary-General for Communications and Public Information, told the Festival.

“The more we communicate about the SDGs and make people aware of the agenda, the more the governments will be accountable and will ensure that it is implemented,” she added.

The UN Department headed by Ms. Gallach, Department of Public Information, is the organization’s entity tasked with informing the wider world on the SDGs and ensuring that the 17 goals are known and understood.

To that end, 17 ‘icons’ – each with a designated bright colour, short name phrase and single image – have been created to illustrate each Global Goal.

The icons have also been translated in over 50 languages, from Czech to Bahasa Indonesia, and the number is growing.

 


‘Going local’
This ‘localization’ is important to allow people around the globe take ownership of their development agenda, said the senior UN official.

“There are a lot of communications that need to be done locally in the different languages people speak locally on a daily basis” she explained.

Going local also helps people on the ground feel that that work is being done, “so local governments have to implement and local media have to monitor what goes on,” added Ms. Gallach.

Youths are the best allies
The UN has also placed a particular focus on youth with regards to the SDGs and considers a key partner in the achievement of the Goals.

“[The youth] are aware the planet is not going well and they might inherit something really bad so they want to be part of the transformation”, said Ms. Gallach, adding: “They know the goals will be achieved when they are adults, when they will be at the peak of their lives.”

The senior UN official also underscored the importance of forging partnerships in the achievement of the SDGs, as well as in communicating them. In addition to the SDG icons – designed in partnership with Jakob Trollbäck, working with Project Everyone – other examples include the branding of the Mexico city metro and a rap song about the Goals in collaboration with Flocabulary, which uses educational hip-hop music to engage with students.

“The more we communicate the more we will harvest for partnerships [and] this agenda cannot be implements without very strong partnerships” stressed Ms. Gallach.

The Global Festival of Ideas, the first in a series of annual forums, is hosted by the UN SDG Action Campaign in partnership with the Overseas Development Institute (ODI) with the support of the German Government.

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‘Comunicar Objetivos de Desenvolvimento Sustentável é a chave para implementá-los’

Segundo dia do Festival Global de Ideias para o Desenvolvimento Sustentável, no Centro de Conferência Global, em Bonn, na Alemanha. Foto: photothek/Inga Kjer

 

Avaliação é da chefe de comunicação da ONU, Cristina Gallach. Reunir uma diversidade de parceiros para comunicar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foi um dos principais temas discutidos no segundo dia do Festival Global de Ideias para o Desenvolvimento Sustentável, realizado nessa semana em Bonn, na Alemanha.

Do site das Nações Unidas no Brasil

 

Reunir uma diversidade de parceiros para comunicar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – agenda de 17 objetivos e 169 metas que devem ser cumpridas por todos os países até 2030 – foi um dos principais temas discutidos no segundo dia do Festival Global de Ideias para o Desenvolvimento Sustentável, realizado nessa semana (1-3) em Bonn, na Alemanha.

Trata-se de uma conferência da ONU e parceiros que busca traçar uma nova maneira de abordar alguns dos desafios mais complexos do mundo.

“Temos de conscientizar o mundo desta agenda que vai definitivamente transformar o planeta e que vai garantir que ninguém seja deixado para trás”, disse a subsecretária-geral da ONU para Comunicação e Informação Pública, Cristina Gallach, em discurso no Festival.

“Quanto mais nos comunicarmos sobre os ODS e conscientizarmos as pessoas sobre a agenda, mais os governos serão responsáveis e garantirão que eles sejam implementados”, acrescentou.

Ela afirmou que a comunicação local sobre a agenda é essencial para permitir que pessoas de todo o mundo se apropriem dos objetivos de desenvolvimento.

“Há muitas comunicações que precisam ser feitas localmente nas diferentes línguas que as pessoas falam diariamente”, frisou.

“A comunicação local também ajuda as pessoas perceberem que o trabalho está sendo feito. Nesse sentido, os governos precisam implementar os ODS e a mídia local precisa acompanhar esse processo”, acrescentou.

Jovens são os melhores aliados

Gallach também lembrou que a ONU considera os jovens parceiros-chave na realização das metas globais.

“Os jovens estão cientes de que o planeta não está indo bem e que eles podem herdar algo realmente ruim. Por isso, eles querem fazer parte da transformação”, disse Gallach, acrescentando: “Eles sabem que os objetivos serão alcançados quando eles estiveram adultos. Quando eles estiverem no auge de suas vidas”.

“Quanto mais nos comunicamos mais colheremos, e essa agenda não pode ser implementada sem parcerias muito fortes”, enfatizou Gallach.

O Festival Global de Ideias, o primeiro de uma série de fóruns anuais, é organizado pela Campanha de Ação ODS da ONU em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Ultramarino e apoio do governo alemão.

PNUD na dianteira

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) é o principal organismo da ONU apoiando a Campanha de Ação. Em maio do ano passado, a agência firmou uma parceria com governo da Alemanha para abrir um centro exclusivamente voltado para a iniciativa.

 

Abertura do Festival Global, em Bonn. Foto: Campanha de Ação dos ODS

 

“Como Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, com mais de 50 anos de experiência em mais de 170 países, estamos empenhados em apoiar os países em seus esforços para tornar essa visão uma realidade – erradicar a pobreza, conduzir comunidades para um caminho de desenvolvimento sustentável, gerindo os riscos, reforçando a resiliência e garantindo sociedades pacíficas e inclusivas”, afirmou a diretora adjunta do Escritório do PNUD para Apoio a Políticas e Programas, Sarah Poole, no primeiro dia do Festival.

“Estamos trabalhando juntos para responder às demandas recebidas de mais de 100 governos para apoiar a implementação dos ODS em seus países”, garantiu a representante da agência da ONU.

O festival em Bonn reuniu mais de mil especialistas e ativistas de mais de 80 países. Ao longo do evento, foram apresentadas e discutidas as inovações, ferramentas e abordagens mais recentes para o cumprimento da Agenda 2030.

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Falta percepção na transição para a economia de baixo carbono?

Detalhe do entardecer na Laguna Araruama (RJ), a maior massa de água hipersalina em estado permanente no mundo. Foto: Antonio Carlos Teixeira

 

Por Antonio Carlos Teixeira, editor do blog TerraGaia

 
Sabedoria, conhecimento ou informação: qual você prefere para direcionar a sua vida profissional ou civil? Independente da sua escolha, essas três palavras são capazes de influenciar não apenas as suas decisões, mas também o timing e a velocidade dos resultados esperados. Como diz o ditado: ¨Colhemos aquilo que plantamos¨. Ok, mas é preciso plantar na época certa, a partir da percepção dos sinais que o tempo nos dá. E o tempo, como nós sabemos, não para.

Já estamos na era da transição para uma economia global de baixa emissão de carbono? Sim. Não vou entrar no mérito sobre a geração em si e os efeitos das toneladas de emissões de dióxido de carbono (CO2), metano e demais gases de efeito estufa (GEE) nas nossas vidas e na dinâmica da Terra e seus ecossistemas, flora e fauna. A discussão que pretendo levantar aqui é o quanto o exercício da percepção é capaz de nos revelar se os nossos atuais modelos de produção e consumo estão aptos para garantir as condições de existência da biodiversidade no planeta.

Uma das primeiras ações que faço ao acordar pela manhã é abrir as janelas da minha residência para deixar o vento e os raios solares entrarem. Ar e luz natural, juntos, são um poderoso tônico que revigora, limpa e higieniza os ambientes. Essas forças, literalmente, têm energia! E, não por acaso, são duas importantes matrizes capazes de nos auxiliar neste período de transição, rumo a era do baixo carbono.

Digo ¨auxiliar¨ porque as energias naturais sempre estiveram ao nosso redor, mas, talvez, no passado, tenha nos faltado percepção suficiente para aplicá-las em benefício de todos nós. E, para ampliarmos as nossas ações ligadas a bem comum (expressão que atualmente conhecemos por ¨sustentabilidade¨), é importante tentarmos dar um passo em direção à revisão de nossos conceitos, práticas e pensamentos e sobre como esta mudança de rota pode colaborar com a atual fase de transição, prerrogativa para alcançarmos uma sociedade de baixa emissão de carbono.

Sofremos influência e somos parte integrante de uma cultura do desperdício, fruto de uma ¨geração do descartável¨ que joga tudo no lixo: desde copos, talheres e pratos de plástico/papelão até, recentemente, tevês, eletroeletrônicos e celulares. Jogamos tudo fora com a mesma velocidade que devastamos a superfície e as entranhas da Terra. Vamos em busca das mesmas matérias-primas que serão usadas para a fabricação de produtos, que igualmente serão descartados em lixões, rios, florestas e oceanos, após satisfazerem momentaneamente nossos egos e perenes desejos. Se insistirmos com a prática de tais comportamentos, ¨do jeito que está, não vai rolar¨.

Todos nós temos a responsabilidade de participar desta mudança de conduta, independente de condição profissional ou civil: empresários, industriais, pais, mães, presidentes, executivos, adultos, adolescentes, diretores, gerentes, solteiros, casados, empregados, patrões, estagiários, decanos… Afinal, somos todos cidadãos da mesma sociedade global, onde o ¨vento que venta lá, venta cá¨, como dizia um saudoso colega de infância. Podemos colaborar com a transição em qualquer lugar que estivermos: na nossa casa, no espaço urbano, no meio natural, no ambiente de trabalho. Sim: praticar a nossa percepção.

Percepção é pré-condição para a prática que visa a transformação. No nosso caso, o entendimento da necessidade de realizar esta transição e de tornar-se parte desse movimento em direção a uma economia planetária de baixa emissão de carbono. Precisamos assimilar o seu conceito, vislumbrar os seus benefícios e entender o que podemos fazer para chegar lá.

Por mais que tenhamos informações as mais diversas e conhecimentos vastos sobre vários temas e assuntos, a sabedoria sempre emergirá da nossa mente, dos nossos pensamentos, ambos nutridos pela nossa percepção acerca do mundo que habitamos e interagimos.

Na sua casa, no espaço urbano, no seu ambiente profissional: deixe entrar uma lufada de ar e de luz naturais. Embora simbólico, este pode ser o movimento primordial, inspirador, que impulsionará em cada um de nós ações que ajudarão a sedimentar o caminho para a sólida construção de uma sociedade global de baixo carbono.

Artigo publicado originalmente na rede social LinkedIn em fevereiro de 2017:

https://www.linkedin.com/pulse/falta-percep%C3%A7%C3%A3o-na-transi%C3%A7%C3%A3o-para-economia-de-baixo-carbono-teixeira

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Poder público e empresas desenham em Fernando de Noronha um protótipo de economia de baixo carbono

Sérgio Xavier, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado de Pernambuco. Foto: divulgação

Sérgio Xavier, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado de Pernambuco. Foto: divulgação

 

Por Amália Safatle, do site Página 22

Com apenas 3 mil habitantes ilhados (ou 4 mil, considerando a população flutuante), está formado um laboratório a céu aberto perfeito para prototipar a economia de baixo carbono. Mais perfeito ainda quando esse laboratório é tropical, abençoado por sol e vento em profusão. Fernando de Noronha pode até ser um paraíso turístico, mas apresenta desafios enormes em termos de sustentabilidade, a começar da energia: grande parte cara e poluente, proveniente do diesel.

Pois está em andamento um projeto para que Noronha seja um lugar onde não se perde água, não se perde energia, não se perde resíduo. O projeto para uma economia circular, replicável ao Recife e a outras cidades, envolve um banco e empresas do Brasil, dos Estados Unidos, da China e da Alemanha. Nesta entrevista concedida à Página22, o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado de Pernambuco, Sérgio Xavier, conta o que está sendo planejado em termos de energia renovável, compartilhamento de veículos elétricos, gestão de água, saneamento e resíduos, e como isso se encaixa em uma visão de atuação compartilhada do poder público – pensada e implementada em rede.

Leia a entrevista completa.

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Applications invited for United Nations Journalism Fellowships

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The Dag Hammarskjöld Fund for Journalists is now accepting applications from professional journalists from developing countries for its 2017 fellowship program. The application deadline is March 20, 2017.

The fellowships are available to radio, television, print and web journalists, age 25 to 35, from developing countries who are interested in coming to New York to report on international affairs during the 72nd session of the United Nations General Assembly. The fellowships will begin in early September and extend to late November and will include the cost of travel and accommodations in New York, as well as a per diem allowance.

The fellowship program is open to journalists who are native to one of the developing countries in Africa, Asia, and Latin America/the Caribbean and are currently working for media organizations. Applicants must demonstrate an interest in and commitment to international affairs and to conveying a better understanding of the United Nations to their readers and audiences. They must also have approval from their media organizations to spend up to three months in New York to report from the United Nations.

In an effort to rotate recipient countries, the Fund will not consider journalist applications for 2017 from nations selected in 2016: Argentina, Indonesia, Iran and Tajikistan. Journalists from these countries may apply in 2018.

Four journalists are selected each year after a review of all applications. The journalists who are awarded fellowships are given the incomparable opportunity to observe international diplomatic deliberations at the United Nations, to make professional contacts that will serve them for years to come, to interact with seasoned journalists from around the world, and to gain a broader perspective and understanding of matters of global concern. Many past fellows have risen to prominence in their professional and countries. The program is not intended to provide basic skills training to journalists; all participants are media professionals.

More informations: http://unjournalismfellowship.org/

 

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