Keeping Track of Adaptation Actions in Africa

APC - 2014.08.20 14.51 - 001.3d

Targeted Fiscal Stimulus Actions – Making a Difference

Foreword

African development and economic growth are being strangled by climate change, which poses major challenges to already fragile situations at the household, national and regional levels. In recognizing resource limitations and capacity constraints in adequately responding to the multiple challenges facing vulnerable communities, it is important that targeting particular climate risks includes climate change adaptation actions that offer new opportunities. Co-benefits that go beyond the targeted and non-targeted sectors and communities to improve income, social welfare, eradicate poverty, create jobs, protect or restore ecosystems and provide cross-cutting solutions that serve other sectors as well are especially desirable.

Currently, adaptation actions are prioritized for implementation on an as-needed basis typically applied to high-risk communities, ecosystems and sectors, instead of being prioritized based on the potential of the action to generate environmental, social and economic benefits capable of spurring new actions to promote private and public investments and foster new investment partnerships. Therefore, other catalysing techniques are required to attract national budget resources and private sector investments. In order to provide economic incentives for public or private sector investment in adaptation actions, it becomes important to keep track of adaptation actions in such a way that they can be factually represented by figures, graphs and attractively detailed life stories showing how adaptation has contributed to human welfare, poverty alleviation, job creation (i.e., in the Green Economy) and strengthened ecosystems.

From these drivers stems this publication, “Keeping Track of Adaptation Actions in Africa” (KTAAA). Using projects conducted in various countries in sub-Saharan Africa, KTAAA shows, in a myriad of ways, the direct benefits of adaptation actons and their capability to provide transitional pathways to green growth and sustainable development. KTAAA also shows how concrete demonstration actions can provide solutions that can move countries and communities in Africa towards climate-resilient development. These actions that deliver solutions with multiple benefits and diverse beneficiaries – ranging from reducing environmental impacts to engineering a transition to greener economic growth – can be embraced by other countries. The various adaptation lessons highlighted in this booklet are highly relevant in contributing to decision-making processes. By highlighting concrete examples of success, KTAAA seeks to act as a catalyst and spur the world community to greater actions through the policy sphere.

 

Mr. Mounkaila Goumandakoye
Director and Regional Representative
Regional Office for Africa
United Nations Environment Programme (UNEP)

Hon. Dr. Binilith Mahenge
Minister of State-Environment, United Republic of Tanzania and President, Africa Ministerial Conference on the Environment (AMCEN)

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ONU: Adaptação climática de baixo custo pode ajudar no desenvolvimento da África

Africa Adapt Climate Change - Capa Relatório Africa Adaptations Actions

Por Jéssica Lipinski, Instituto CarbonoBrasil

Um novo relatório publicado nesta terça-feira (12) [terça-feira, 12/08/2014] pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) afirma que investimentos em ações de adaptação climática de baixo custo podem garantir que os impactos das mudanças climáticas não impeçam o crescimento dos países africanos.

O documento, intitulado Keeping Track of Adaptation Actions in Africa (KTAA) – Targeted Fiscal Stimulus Actions Making a Difference (Monitorando ações de adaptação na África – ações de estímulo fiscal fazem a diferença), inicia apontando os atuais e futuros impactos previstos das mudanças climáticas nos modos de sobrevivência, agricultura e saúde humana e ecossistêmica no continente.

Por exemplo, o texto indica que os africanos podem ser atingidos por um declínio de 20% a 50% na disponibilidade de água. Além disso, até 2050 a população da África deve dobrar, alcançando dois bilhões de pessoas, a maioria dependente da agricultura para sua sobrevivência.

“Com 94% da agricultura dependente das chuvas, os futuros impactos das mudanças climáticas – incluindo o aumento de secas, enchentes e do nível do mar – podem reduzir o rendimento das colheitas em algumas partes da África em 15% ou 20%. Tal cenário, se não solucionado, pode ter implicações graves para os Estados mais vulneráveis da África”, alertou Achim Steiner, sub-secretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA.

Por isso, a segunda parte do relatório mostra como alguns países do continente, através de ações de adaptação climática de baixo custo, estão conseguindo melhorar a saúde e o funcionamento de ecossistemas; capacitar comunidades para gerir sustentavelmente ecossistemas; melhor a produtividade agrícola; e armazenar água de forma inovadora.

Africa Adapt Climate Change - Foto PNUMA

Um dos casos apontados é de um projeto de ecossistemas aquáticos na comunidade local de Timbou, no Togo, que levou a um aumento do acesso à água para uso humano, agricultura e gado de 448%.

Outro é de um projeto de ecossistemas florestais de US$ 100 mil em Ruanda e Uganda que treinou 2,5 mil agricultores em gestão da terra, estabelecendo 432 hectares de terraços graduados, 74 quilômetros de vias fluviais, 105 hectares de sistemas de drenagem e 789 hectares de floresta. O projeto também ajudou a dar origem a um investimento de US$ 25 milhões pelo Ministério da Agricultura de Ruanda.

“Usando projetos implementados em vários países da África subsaariana, o relatório KTAA demonstra claramente como os investimentos em ações de adaptação podem oferecer não apenas soluções de baixo custo para desafios das mudanças climáticas, mas podem na verdade estimular economias locais através do uso mais eficiente do capital natural, da criação de empregos e do aumento da renda familiar”, observou Steiner.

“Integrando as estratégias de adaptação às mudanças climáticas a políticas de desenvolvimento nacional, os governos podem oferecer caminhos de transição para o crescimento verde e proteger e melhorar a vida de centenas de milhões de africanos”, concluiu o diretor executivo do PNUMA.

Crédito imagem: PNUMA

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Chile impulsa energía termosolar con primera planta regional

Recreación de cómo será la planta de Concentración Solar de Potencia de Cerro Dominador, que comenzará a operar en 2017 en el municipio de María Elena, en la norteña región chilena de Antofagasta. Crédito: Abengoa Chile

Recreación de cómo será la planta de Concentración Solar de Potencia de Cerro Dominador, que comenzará a operar en 2017 en el municipio de María Elena, en la norteña región chilena de Antofagasta. Crédito: Abengoa Chile

Por Marianela Jarroud

SANTIAGO (IPS) – Con la primera planta termosolar de América Latina, Chile pretende poner freno a su crisis energética, que amenaza con elevar aún más los altos costos de la electricidad y que intimida el crecimiento de las inversiones, principalmente en la minería.

“Tenemos un problema estructural y es que la energía en Chile es muy cara, y eso no solo representa una traba para el crecimiento económico, sino que también perjudica a los más pobres”, explicó a Tierramérica el ministro secretario general de Gobierno, Álvaro Elizalde.

Por lo tanto, añadió, “tenemos que, simultáneamente, aumentar la oferta energética para disminuir los precios y promover energías renovables no convencionales (ERNC)”.

La planta de Concentración Solar de Potencia de Cerro Dominador está en esa línea. La compañía española Abengoa, que opera en Chile desde 1987, ganó en enero la adjudicación pública para desarrollar una planta solar de tecnología de torre, con 110 megavatios de capacidad y 17,5 horas de almacenamiento de energía térmica en sales fundidas.

El proyecto, cuya construcción inició en mayo la filial local de la empresa española, Abengoa Solar Chile, entrará en operación en 2017 y tendrá una vida útil de generación de 30 años.

Su costo será de 1.000 millones de dólares, a los que se habrá que sumar unos 750.000 dólares adicionales para a la construcción de una planta fotovoltaica que duplicará la potencia generada a 210 megavatios, detallaron a Tierramérica portavoces de la empresa en Chile.

Abengoa contará con subvenciones directas del gobierno de Chile y de la Unión Europea, así como financiación del Banco Interamericano de Desarrollo, el banco de desarrollo alemán KFW, el Fondo de Tecnología Limpia y el Fondo Canadiense para Iniciativas Locales.

La planta se emplazará en el municipio de María Elena, en la región de Antofagasta, 1.340 kilómetros al norte de Santiago, en pleno desierto de Atacama, el más árido del planeta y donde el sol brilla casi todo el año.

En el desierto de Atacama, en el norte de Chile, se concentra la mayor radiación del planeta y ahí comenzó a construirse la primera planta termosolar de América Latina. Crédito: Marianela Jarroud/IPS

En el desierto de Atacama, en el norte de Chile, se concentra la mayor radiación del planeta y ahí comenzó a construirse la primera planta termosolar de América Latina. Crédito: Marianela Jarroud/IPS

Para su funcionamiento, la planta no utilizará paneles, sino una serie de 10.600 espejos (heliostatos) de 140 metros cuadrados de tamaño, que siguen al sol en dos ejes, y que reflejarán su luz y calor a una sola torre de 243 metros de altura, que evocará a la torre de Sauron, de la adaptación cinematográfica de la novela “El Señor de los Anillos”.

Ese calor se transferirá a las sales fundidas para que produzcan vapor y accione la turbina de 110 megavatios.

Para conseguir una producción continua, la planta dispondrá de un sistema de almacenamiento térmico diseñado y desarrollado por la compañía española.

Según informó Abengoa, la planta será capaz de ofrecer electricidad limpia las 24 horas del día, algo clave en la norteña Antofagasta, donde la industria minera, en constante expansión, ya absorbe 90 por ciento de la generación para la producción básicamente de cobre.

Además, dicen sus portavoces, evitará la emisión de 643.000 toneladas de dióxido de carbono al año, equivalentes a las emisiones de 357.000 vehículos circulando durante un año. También podrá abastecer la totalidad del consumo residencial de la región.

El profesor Roberto Román, experto en energías renovables no convencionales de la Universidad de Chile, afirmó a Tierramérica que son múltiples las ventajas de la tecnología termosolar frente a otras ERNC, y en particular las fotovoltaicas.

Precisó que este tipo de planta “es capaz de generar y acumular energía y, en la práctica, significa que pueden operar las 24 horas gran parte del año, solo en base a la energía del sol”.

Además, “su generación se puede combinar con otros combustibles, por ejemplo gas natural, para asegurar un 100 por ciento de accesibilidad. Esto significa que se genera la potencia que se requiere según demanda del sistema en el momento que se requiere”, explicó.

Añadió que “si operan solo con energía solar tiene cero emisiones” y recordó que se trata de una tecnología en plena evolución y desarrollo, “por lo cual hay espacio para investigación, desarrollo e innovación”.

“Es lo que ha hecho España en los últimos 20 años y con lo que sueño seamos capaces de hacer nosotros aprovechando el maravilloso sol que nos sobra. Con el recurso que hay, sobra sol para abastecer a varios Chile”, afirmó el especialista.

Este país sudamericano, de 17,6 millones de habitantes, cuenta con 18.278 megavatios de capacidad bruta instalada. Del total, 74 por ciento está en el Sistema Interconectado Central, 25 por ciento en el Sistema Interconectado Norte Grande y el resto en redes medianas de las regiones australes de Aysén y Magallanes.

Chile importa 97 por ciento de los hidrocarburos que requiere y su matriz energética se compone en 40 por ciento de hidroelectricidad y el resto de combustibles fósiles y contaminantes, a través de centrales termoeléctricas.

La carencia de fuentes energéticas ha ubicado el precio de producción de un megavatio hora entre los más caros de América Latina, con un costo que supera los 160 dólares. La misma medida cuesta 55 dólares en Perú, 40 en Colombia y 10 dólares en Argentina.

Desde su retorno al poder en marzo, la presidenta socialista Michelle Bachelet ha reiterado su compromiso con el desarrollo de ERNC -eólica, geotérmica, termosolar y solar fotovoltaica-, con el fin de que 20 por ciento de la electricidad se obtenga mediante energías limpias hacia 2025.

En ese esquema, la luz solar pareciera ser el eje del desarrollo energético para los próximos años, como se plantea en la Agenda Energética lanzada por la mandataria el 15 de mayo.

El gobierno aprobó ese mismo mes 43 proyectos de energías renovables no convencionales, con participación de empresas locales e internacionales, todos en el norte de Chile y en su mayoría fotovoltaicos.

Juntos alcanzan un total de 2.261 megavatios al año, lo que incrementaría 12,3 por ciento el sistema de capacidad bruta instalada, cuando estén operativos.

Román advirtió que, en el caso de la energía termosolar, “hay muchas cosas que se deben aprender aún, como el comportamiento de los materiales y elementos en el agresivo clima desértico y cuán grave puede ser el tema de polvo y limpieza de espejos”.

Añadió que esto, sumado a otros temas relevantes, como la escasez de agua en el desierto “llevan a que el costo de inversión supere entre 2 a 4 veces la instalación de energía fotovoltaica”.

Sin embargo, puntualizó, “se produce de dos a tres veces la cantidad de energía, por lo tanto, la diferencia real en costo de la energía no es tan grande”.

“Por todo ello, lo veo como una opción fantástica. Deberíamos subirnos al carro de la investigación y desarrollo en este área, por supuesto con colaboración extranjera, y pasar a ser relevantes en lo que es desarrollo tecnológico”, concluyó.

Este artículo fue publicado por la red latinoamericana de diarios de Tierramérica

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Policy in Focus

APC - 2014.08.18 18.20 - 001.3d

Desenvolvimento sem Desmatamento

Agosto de 2014 – No. 29

Editorial

Os projetos de conservação ambiental do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil apresentam um forte componente de desenvolvimento local e inclusivo e contemplam iniciativas inovadoras de uso sustentável da biodiversidade. Vários são os exemplos de projetos nos manguezais, na Caatinga e no Cerrado, que conciliam a produção de bens e serviços com a geração de emprego, de renda e com o aumento da qualidade de vida.

É sempre um grande desafio garantir oportunidades às populações mais pobres e vulneráveis, respeitando os seus meios de vida e protegendo a natureza, em regiões de grande expansão da agricultura de produtos de exportação como a soja, a cana e a pecuária. Na Amazônia brasileira este desafio é ainda maior. Como propor alternativas de produção agrícola e florestal com baixo impacto ambiental, que se contraponham ao modelo dominante de “derrubada e queima”? Como implementar projetos de conservação da biodiversidade em áreas tradicionalmente ocupadas por populações indígenas nas quais interagem, de forma conflituosa e violenta, madeireiros, garimpeiros, agricultores familiares, assentados da reforma agrária, grandes pecuaristas e produtores de commodities agrícolas?

As cidades da região do Noroeste do Mato Grosso encabeçaram por muitos anos a lista de municípios com o maior número de assassinatos per capita e com a maior taxa de desmatamento do país. Foi nessa região que o PNUD e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado, financiados pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente – GEF, desenvolveram um projeto que conseguiu demonstrar a viabilidade de outros caminhos na Amazônia, que simultaneamente conservem e produzam bens e serviços. Este é o caso da produção de castanha do Brasil por populações indígenas, agricultores familiares e assentados, que vêm tirando renda da floresta em pé superior a obtida em áreas desmatadas.

Como sempre frisou Jorge Vivan, a quem dedicamos este número, a produção agroflorestal é outro exemplo gritante de modelos de produção com renda muito superior à da pecuária e a de outros usos do solo e que não recebe a devida atenção dos órgãos governamentais de financiamento, pesquisa e fomento. A falta de politicas publicas sólidas e coerentes, de crédito e de assistência técnica voltadas à produção sustentável de produtos madeireiros e não madeireiros torna o desmatamento uma atividade que, por si só, aumenta grandemente o preço da terra em áreas de fronteiras, como pode ser visto em artigos neste número da Policy in Focus.

Nosso objetivo é estimular a discussão dessas questões e dos desafios que nos são colocados. Desejamos com isso entender melhor os obstáculos para um desenvolvimento que respeite a diversidade humana e a imensa diversidade biológica e de ecossistemas. A transformação e degradação do espaço amazônico é extremamente veloz e intensiva e requer das agências de cooperação técnica, dos bancos de desenvolvimento e dos fundos de financiamento ambientais investimentos coordenados e de longo prazo, no sentido de contrapor os vetores da degradação ambiental e socio-cultural da Amazônia.

Carlos Ferreira de Abreu Castro

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100 Resilient Cities: 2014’s Challenge is open

APC - 2014.08.18 15.57 - 001.3dHelping cities around the world become more resilient to the physical, social and economic challenges that are a growing part of the 21st century.

2014’s Challenge is open.

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Over to renewables – now!

Antonio Carlos Teixeira:

About our future…

Postado originalmente em Education for Sustainable Development:

Norsk

Who benefits from a continuation of the oil age? Who is willing to risk our children’s and grandchildren’s future for short term profit? Who opposes a rapid transition from fossil fuels to renewable energy? Is anthropogenic global warming and war in the Middle East parts of the same problem? Who profits from an escalation of war in the Middle East, high oil prices and a warmer climate? Who has the power to force their desires on the world community?

The Stone Age did not end because of lack of stones, but because better alternatives were found. The fossil fuel era will end when better alternatives are available. It’s happening now.

A trainee technician uses a multimeter to measure the output of a solar panel he has made. Photo: B. Cameron

A trainee technician uses a multimeter to measure the output of a solar panel he has made.  Nango solar, Kisumu, Kenya. Photo: B. Cameron


Climate research and international efforts to mitigate climate change systematically attacked by the…

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The Global Cleantech Innovation Index 2014

The Global Cleantech Innovation Index 2014 - Nurturing Tomorrow's Transformative Entrepreneurs

Nurturing Tomorrow’s Transformative Entrepreneurs

Executive Summary

This report investigates the countries where entrepreneurial clean technology companies are most likely to emerge from over the next 10 years – and why. Drawing on a wide range of factors and sources, the study seeks to answer the same question as the 2012
Global Cleantech Innovation Index, namely: which countries currently have the greatest potential to produce entrepreneurial cleantech start-up companies which will commercialise clean technology innovations over the next 10 years?

• 40 countries were evaluated on 15 indicators related to the creation, commercialisation and growth of cleantech start-ups.

• Israel topped the 2014 index, with its relative outperformance on the measure of start-up companies per capita being a key reason that it did so. The country generates the culture, education and ‘chutzpah’(1) necessary to breed innovation, plus it has the survival instincts to manage a resource-constrained geography.

• Finland took second place in recognition of the clear efforts the country is making to mobilize its workforce towards sustainable innovation. Finland is also developing novel innovation approaches to access larger, cleantech hungry markets in other geographies.

• USA came in third place in the 2014 index, with its clean technology start-ups clearly attracting the most venture capital on an absolute basis. However, in the past few years, there have been more cleantech funds set up to invest in China than for any other part of the world, with capital inflows expecting to rival that of the U.S. in the years to come.

• All of the top 10 countries in the index are relatively good at early stage cleantech development but share a common challenge in increasing commercialisation rates. Denmark, however, stands out for producing a large number of mature, publicly-listed cleantech companies relative to the size of its economy.

• While China, India and Brazil currently fall outside of the top bracket of start-up generators in the index, their rank is likely to rise in the years to come as they possess a strong climate for growth and development, high levels of pollution, or resource drivers to commercialise cleantech innovation.

• Even the so called ‘laggards’ in the index (e.g. Russia, Saudi Arabia) are beginning to implement supporting structures for sustainable innovation – in order to hedge against the realities of limited conventional energy sources in the long-term.

• Overall, this index demonstrates that countries will get ahead if they 1) are able to adapt to growing demand for renewables (at home and abroad); 2) are connecting start-ups with multiple channels to increase their success rates and; 3) are increasing international engagement to spur widespread adoption of clean technologies.

• Overall the index shows countries that put significant resources into supporting cleantech innovation are rewarded with more emerging and commercialised cleantech companies, validating the approach many governments have taken to actively promote cleantech innovation nationally.

(1) Hebrew/Yiddish slang word to mean someone that is brave and takes risks

See the full report.

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