Más de 50 países quieren incentivar captura de carbono

La recomendación de los estados miembros pone el asunto formalmente en la mesa para la reunión de la Convención sobre el Cambio Climático en París en diciembre de 2015, que pretende acordar un tratado legalmente vinculante que reemplace a Kioto.

Por ECOticias.com

Los incentivos fiscales para la captura de carbono deberían ser parte del acuerdo sobre el cambio climático mundial que sustituirá al Protocolo de Kioto, dijeron el martes los 56 países que pertenecen a la Comisión Económica de las Naciones Unidas para Europa (UNECE) en un comunicado.

La recomendación de los estados miembros pone el asunto formalmente en la mesa para la reunión de la Convención sobre el Cambio Climático en París en diciembre de 2015, que pretende acordar un tratado legalmente vinculante que reemplace a Kioto.

Los delegados de casi 200 países se reunirán previamente en Perú el mes próximo para trabajar sobre el acuerdo, entre las nuevas advertencias científicas sobre los riesgos de inundaciones, olas de calor, la acidificación de los océanos y el aumento del nivel del mar.

La recomendación de la UNECE dice que el desarrollo comercial de la captura y almacenamiento de carbono (CCS) -sacar dióxido de carbono de la atmósfera para reducir la acumulación de gases de efecto invernadero- no tiene suficiente apoyo político y debería tener al menos el mismo respaldo que otras tecnologías.

“Un acuerdo internacional post-Kioto debería aceptar un amplio despliegue de instrumentos fiscales para alentar la CCS/CCUS (captura, utilización y almacenamiento de carbono), pero la elección de los instrumentos se debería dejar a discreción de los gobiernos nacionales”, dijo UNECE.

Los gobiernos también deberían trabajar juntos para patrocinar financieramente proyectos piloto, dijo UNECE.

Reforzar las fuentes de energía alternativa como la eólica o la solar no sería suficiente para atajar el cambio climático, ya que esas tecnologías no hacen nada para reducir el dióxido de carbono que ya está en la atmósfera y que la ONU cree que provoca el calentamiento global y peligrosos aumentos en la acidez de los océanos.

“El cemento, el acero, los productos químicos, el refino y el transporte están entre muchos sectores que deben ser atajados de una manera similar al sector de la energía y de un modo que alivie la preocupación sobre los efectos en la competitividad internacional”, dijo el comunicado.

“Atender adecuadamente las CCS/CCUS en un acuerdo internacional puede ser una de las pocas estrategias que permita el avance hacia un rápido desarrollo de la CCS como una parte importante de las actividades mundiales para la reducción de las emisiones de CO2″, añadió.

El número de grandes proyectos de CCS se ha duplicado desde 2010 a 22 y la tecnología ha superado un hito este año al poner en marcha la primera planta de carbón equipada con CCS, dijo el Instituto Global CCS este mes.

El alto costo del CCS -tanto en la captura de dióxido de carbono de los gases de las plantas de energía como en la captura del carbono del gas natural- ha desalentado las inversiones de CCS pese a las preocupaciones sobre el cambio climático.

ep

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V Semana de Comunicação da UNEB começa na próxima semana

V Semana de Comunicação da UNEB - Campus XIV.3

Semacom será realizada entre os dias 3 e 5 de dezembro em Conceição do Coité, no Campus XIV da Universidade do Estado da Bahia

Apresentação

Na sua quinta edição, a SEMACOM tem como tema gerador: “As fendas da formação nos tempos da Comunicação”. A proposta desse evento é, através de conferências, mesas-redondas, grupos de trabalhos e mini-cursos, refletir os processos de formação em espaços de educação formal e informal na sociedade de comunicação generalizada. A cada frame, a cada fotograma, a cada página, a cada frequência, a cada link, o espectador/ ouvinte/ internauta/ leitor é estimulado a outras formas de percepção sensível e intelectiva. Nesse sentido, é essencial pensarmos quais as atualizações e permanências acontecem nos processos formativos com o/no campo dos media.

A trajetória do evento, que caminha para a sua quinta edição, é uma evidência do amadurecimento do próprio curso, das vivências dos docentes, discentes e membros da comunidade em torno dos temas do campo comunicacional desenvolvidos em perspectiva interdisciplinar e colaborativa. No ano de 2014, a Semacom discute a formação do comunicólogo na contemporaneidade, tema que recupera diversos tópicos já discutidos nas edições anteriores, mas que renova o compromisso de debatê-los refletindo o caráter formador que a mídia exerce na opinião pública, bem como as exigências, desafios e potencialidades da formação em Comunicação no Brasil.

Rosane Vieira e Moisés Viana
Coordenação Comissão Organizadora do Evento
Universidade do Estado da Bahia – Campus XIV

Mais informações, acesse:

Site da V Semacom

Portal da Universidade do Estado da Bahia

Página da V Semacom no Facebook

 

 

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RIO+ Centre releases new edition of newsletter

Antonio Carlos Teixeira:

The seventh edition of the newsletter of the World Centre for Sustainable Development (RIO+ Centre) is available.

Postado originalmente em Rio+ Centre:

The seventh edition of the newsletter of the World Centre for Sustainable Development (RIO+ Centre) has been released today and is available here. It brings a number of articles on three topics that are key for the Centre´s mission: Sustainable Development Goals (SDGs), poverty eradication and equality, and climate change.

Among the items on the SDGs, the newsletter highlights the online consultation held with the Brazilian civil society. The cooperation with Pakistan about improving its cash transfer system is one of the articles on poverty. The role of the civil society on the Lima Climate Change Conference is another highlight of the November 2014 edition of the newsletter. ​

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Management by Empathy – Learning with Experience Design

By Matthias Müller, MSc

Director, Mensch Design Innovation GmbH

Paper for a conference about management development. Main goal of management is to deliver products and services which satisfy customer needs. Main capability therefore should be empathy. Experience design provides the mindset, process and tools to achieve this.

Abstract

For decades, companies have declared customer orientation to be their uppermost goal. What is the key to customer orientation today? How does it work in companies like Apple, Nespresso (Nestlé) or Patagonia for example, who are particulary successful in their markets? The answer is that these companies have moved on from selling “naked” products and services to delivering experiences that are full of value. Their value proposition is not limited to the features of their product but covers all interactions with the customer, incorporating customer needs and the promise of the brand: The customer gets to be a long-term partner in a partnership that is not only defined by economic or emotional benefits but by a value the customers perceive as meaningful for their lifestyle, for their life. Sustainability is achieved by satisfying needs that originate in the customers’ beliefs and values.

Experience Design provides the mindset and the tools enabling companies to offer these meaningful experiences. Our concept of Experience Design is based on four skills: explore the customer, prototype your offer, reframe your strategy, use the energy of the team. The underlying competence to these is empathy: the urge to understand, the compassion for the need of the customer, the need of employees and the need of soiety. Empathy is the one basic competence needed to create sustainable value in the economy of the future.

 See the complete paper.

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Lista de discussão da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental migra para o Google Groups

Antonio Carlos Teixeira:

RBJA no Google Groups.

Postado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

LogoRBJADevido a contínuos problemas irresolvidos pelo  YahooGrupos – caracteres ilegíveis no meio das mensagens – – a lista de discussão da RBJA – Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental está migrando para o GoogleGroups. Segundo os moderadores da Rede, a nova ferramenta deverá estar operacional na próxima terça-feira, 18/11.

O transito de mensagens na lista estava altamente prejudicado na lista pela ilegibilidade dos conteúdos. Criada em 1998, estava desde então, sediada no YahooGroups, e contabilizou, nesta ferramenta, 19.700 mensagens trocadas dentre seus integrantes. Discutiu-se pautas jornalísticas na área ambiental, problemas na cobertura, projetos na área de comunicação ambiental e muito mais.

Além da lista no Yahoo, e a partir de terça no Google, a RBJA ainda utiliza o Facebook para interação.

Veja em www.rbja.jor.br informações completas e o formulário de inscrição. A participação é restrita a jornalistas e estudantes de jornalismo.

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Artigo sobre ‘Jornalismo ambiental: um discurso sobre risco e limite’ apresentado em Santa Cruz do Sul

Antonio Carlos Teixeira:

Os riscos e limites do jornalismo ambiental.

Postado originalmente em Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo:

Durante o 12o. Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, realizado em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, neste mês de novembro, Roberto Villar Belmonte, Débora Gallas Steigleder e Sarah Bueno Motter apresentaram o texto ‘Jornalismo ambiental: um discurso sobre risco e limite’.

O artigo apresentado discorre sobre diferenças entre o ‘jornalismo sobre meio ambiente’ e o  ‘jornalismo ambiental’. Argumentam os autores que no ‘jornalismo ambiental’, ‘risco e limite juntos dão sentido a um discurso jornalístico que clama por mais cuidado, defendendo uma sociedade economicamente viável, ecologicamente possível e socialmente justa’.

Leiam a íntegra

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From the Stockholder to the Stakeholder

APC - 2014.11.17 19.05 - 001.3d

How sustainability can drive financial outperformance

Foreword

We now live in a world where sustainability has entered mainstream. That much is evident from the fact that over 72% of S&P500 companies are reporting on sustainability,
demonstrating a growing recognition of the strong interest expressed by investors.

This report, entitled From the Stockholder to the Stakeholder, aims to give the interested practitioner an overview of the current research on ESG.

In this enhanced meta-study we categorize more than 190 different sources. Within it, we find a remarkable correlation between diligent sustainability business practices and economic performance. The first part of the report explores this thesis from a strategic management perspective, with remarkable results: 88% of reviewed sources find that companies with robust sustainability practices demonstrate better operational performance, which ultimately translates into cashflows. The second part of the report builds on this, where 80% of the reviewed studies demonstrate that prudent sustainability practices have a positive influence on investment performance.

This report ultimately demonstrates that responsibility and profitability are not incompatible, but in fact wholly complementary. When investors and asset owners replace the question “how much return?” with “how much sustainable return?”, then they have evolved from a stockholder to a stakeholder.

Omar Selim
CEO, Arabesque Asset Management

Download/see the full report.

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