How green is your tech?

Antonio Carlos Teixeira:

The green way of life…

Postado originalmente em Education for Sustainable Development:

by Jordan Jacobs

Climate change is on nearly everybody’s mind, in one way or another.

Biking to work. Photo: Å. Bjorke

Biking to work in Malawi. Photo: Å. Bjorke

Becoming more aware of the effects of emissions on the environment, people are looking for “greener” ways to live, from buying local (and sustainable) food and products, traveling via lower-emission transportation methods, and building up recycling and composting programs.

There are some obvious things that help — like riding a bike to work or turning off the lights when you leave a room — but everyone tells you that stuff. As a technology company offering public and private cloud hosting services, we wanted to focus on some of the ways that everyday technology consumption like email, social media, and data storage affects your carbon footprint.

 Before you hit send…

Going paperless is great, but electronic communications aren’t exactly carbon free. According to Mike Berners-Lee…

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Documentário pode ser alternativa na comunicação de risco

Por Hérika Dias – herikadias@usp.br, da Agência USP de Notícias

Assistir aos grandes noticiários ou ler os principais jornais e revistas podem transmitir a sensação de que vivemos um período de extrema violência e catástrofes. No cinema, principalmente as produções hollywoodianas, também apresentam a mesma mensagem: o medo. Entretanto, o documentário pode ser uma alternativa entre as linguagens comunicacionais para aprofundar as discussões sobre temas relacionados ao risco (a possibilidade de algo acontecer), além de problematizá-lo para demonstrar sua origem de fato ou como fazer para lidar com ele e até combatê-lo.

O documentário de risco é proposto pela pesquisadora, comunicóloga e professora universitária Carla Daniela Rabelo Rodrigues como uma nova categoria de análise dentro da comunicação, pelo seu caráter questionador e reflexivo, em sua tese de doutorado Risco, Comunicação e Cinema – O Documentário de Risco como Potência Narrativa, defendida na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, em fevereiro deste ano.

Para chegar a essa proposta, Carla teve que problematizar o papel da comunicação no universo do Risco. Segundo a pesquisadora, a comunicação é apropriada por outros campos do saber, geralmente como uma ferramenta apenas (produção de materiais de divulgação, campanhas etc), e não como um lugar para diálogos, experimentações em linguagens, construção de conhecimentos individuais e coletivos, e também conexões que provoquem resultados ou mudanças efetivas.

Há várias linhas de estudo sobre o risco, como Sociedade de Risco, Estudos Culturais do Risco , Governamentalidade, Estudos Psicométricos, entre outros. Elas refletem sobre os tempos de perigos, ameaças, indeterminação e também do acaso vivenciados pela sociedade e pelas pessoas.

Apesar de traçar um panorama dos estudos teóricos sobre o risco na área social, Carla se apropriou mais da linha teórica do sociólogo alemão Ulrich Beck. “O risco, para ele, é essa configuração em sociedade de tudo aquilo que foi gerado pelo período industrial, principalmente, essa configuração desordenada, ou seja, a poluição, o desmatamento, o crescimento desordenado, que acaba não prevendo a transposição de recurso, a sustentabilidade”.

Comunicação de risco
A pesquisadora analisou também as narrativas que existem na área de comunicação relacionadas ao risco. “Comunicação de risco, como parte de uma área maior que se chama Gestão de Risco, é comumente entendida apenas como um processo interativo de intercâmbio de informações e opiniões sobre risco entre assessores de imprensa, gestores de risco e partes interessadas. As empresas usam a comunicação de risco para trocar informações e opiniões, além de tentar estabelecer um diálogo com seus públicos para prover conhecimento, minimizar e, de certo modo, regular as possíveis compreensões a respeito das práticas empresariais e seus riscos produzidos. Geralmente são providenciadas ações de relações públicas como materiais de divulgação ou notas para a imprensa. Narrativas ainda questionáveis em seu caráter de relacionamento com os públicos, ética em condutas e resultados efetivos. Lembrando que quando falo em Riscos, falo de riscos à saúde humana, à ecologia, riscos científicos, químicos, nucleares, genéticos, e também os riscos econômicos e políticos de onde muitas decisões globais partem.”

Outra linha apontada na pesquisa é o que Carla chamou de “mediatização do risco”, que também pode se transformar em “mediatização do medo”. São as linguagens empregadas nos meios de comunicação de massa, tanto jornalísticos quanto audiovisuais. “Eles pouco informam e mais apavoram. São sensacionalistas para garantir e alimentar audiência. Em vez de informar, paralisam as pessoas. Muitos desses meios alimentam um esvaziamento da cidadania e um conformismo sem questionamentos, como por exemplo, aceitar comer alimentos com alto teor de agrotóxicos, ou mesmo viver com a possibilidade de ser assaltado sem a busca efetiva pelos motivos que provocam essa situação individual, que é social.”

O levantamento dos documentários foi escolhido pela pesquisadora por ser um tipo de linguagem explorada por cineastas, videastas experimentais, videastas iniciantes, empresas, meios de comunicação (TV, vídeo), Organizações Não Governamentais (ONG), movimentos sociais e outros setores da sociedade que tentam aprofundar e problematizar as discussões sobre algum tema.

“Para falar de risco é preciso aprofundar, contextualizar, explicar os motivos além das receitas do que fazer para prevenir. Apresentar o problema apenas e dizer como a população deve reagir a isso é o mesmo que silenciar possíveis questionamentos sobre os motivos desses riscos existirem e, claro, da possibilidade de se transformarem em um dano não previsto pelas pessoas, mas muitas vezes previstos pelos envolvidos na suposta criação deles. Portanto, é preciso prover a população de mais informação sobre determinado tema para que ela não fique apavorada, para que ela entenda, tome uma decisão e saiba lidar com aquilo. Muitos documentários são alternativas a esse sistema comunicacional de paralisia, eles trazem informações muitas vezes não discutidas na mídia por motivos dos mais diversos”, alerta.

Documentários de risco
Carla pesquisou documentários que operavam em suas narrativas a temática do risco e chegou a duas categorias: o instrumental e o poético, tendo como representantes “O Veneno Está na Mesa (Silvio Tendler, 2011)” e “Os Catadores e Eu (Les Glaneurs et la Glaneuse, Agnes Varda, 2000)”, respectivamente.

De acordo com a pesquisadora, “O Veneno está na Mesa” é um documentário mais informativo, mas tem o propósito de mostrar o que não é apresentado na grande mídia: o uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil e problematiza a opção por esse modelo do qual não houve participação popular.”Ou seja, nós não decidimos comer alimentos com veneno, e quem decidiu isso por nós? Por que estamos vivendo isso? Quais os efeitos dessa escolha? Como os demais países decidiram sobre uso ou não de venenos?”, indaga.

O documentário “Os Catadores e Eu” também é de denúncia , é sobre o desperdício de alimentos na sociedade de produção e do consumo exacerbado, mas a narrativa é diferente, mais poética, deixa o espectador mais livre em fazer conexões e problematizações sobre o que vê. “É um filme sensível, é poesia sem deixar de lado um caráter questionador em sua narrativa. Ambos potencializam a linguagem documental. Essa ideia de potência do documentário é defendida pelo pesquisador francês Jean-Louis Comolli, um autor que usei nessa tese de doutorado”, afirma Carla.

Por isso, a pesquisadora traz o documentário de risco como uma narrativa audiovisual que discute o risco num caráter questionador e também reflexivo. “Além das muitas possibilidades de distribuição e acesso, seja com exibição na internet, televisão, salas de cinema, escolas, etc, essas narrativas deslocam o olhar acostumado do espectador para um novo lugar político revelador de informações ou percepções ocultadas pela estética imagética do intenso, do espetacular, do catastrófico. Essas possibilidades narrativas são alternativa, ou um outro modo de ver, diante desse sistema de medo que está aí instaurado”.

Mais informações: carladani@usp.br

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Manchester junta-se à campanha da ONU sobre cidades resistentes

Cidade britânica é a primeira do país a ser reconhecida como “modelo de resiliência total”; iniciativa já tem 2 mil membros em todo o globo.

 
Por Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York

A Grande Manchester, no norte da Inglaterra, tornou-se na segunda-feira a primeira cidade britânica a participar da campanha da ONU sobre Cidades Resilientes.
Manchester foi reconhecida por ser “modelo de resiliência total”. A cidade implementou na íntegra os 10 pontos sobre o enfrentamento de desastres.

Rede
Em comunicado, a chefe do Escritório das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desatres, Unisdr (na sigla em inglês), Margareta Wahlström, disse que Manchester passa a integrar uma rede de mais de 2 mil membros em todo o globo.

A cidade inglesa, segundo a ONU, hamorniza o uso da terra, do planejamento e a redução de desastres.

Para Wahlström, a nova integrante da lista representa um grande impulso para a campanha e deve incentivar outras cidades a aprender ainda mais com o manual britânico.

Margareta Wahlström. Foto: Unric Bruxelas

Margareta Wahlström. Foto: Unric Bruxelas

Passo Fundamental
O vereador Mike Conolly lembrou que Manchester tem grandes rios e está exposta a uma série de riscos de mudança climática e de temperatura.

Além disso, Manchester corre riscos de cheias, de ondas de calor, tempestades e vendavais. Conolly disse ainda que compreender a importância de se preparar para os desastres em vez de responder a eles é um passo fundamental para as cidades do século 21.

Uma das áreas da Grande Manchester, o condado de Trafford, dedicou parte do orçamento para apoiar até 400 pessoas que não tenham dinheiro para aquecer suas casas durante o inverno.

Os centros de atendimento oferecem garrafas de água quente, sopas, meias e chapéus, além de detectores de fumaça para os moradores.

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Prêmio reconhecerá municípios que se destacam por ações sustentáveis

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Inscrições para o prêmio Cidades Sustentáveis vão até 15 de setembro.

Por Ana Raquel Macedo (reportagem) e Pierre Triboli (edição), Agência Câmara Notícias

Um conjunto de entidades da sociedade civil, em parceria com associações de municípios, organiza um prêmio inédito para reconhecer e valorizar prefeituras que têm se destacado na criação, manutenção e atualização de observatórios que acompanhem indicadores e programas de metas voltados à qualidade de vida e ao desenvolvimento sustentável. O Prêmio Cidades Sustentáveis recebe inscrições até 15 de setembro e será entregue em Brasília, em dezembro, no Congresso Nacional.

A premiação integra uma iniciativa mais ampla, o programa Cidades Sustentáveis, que, desde 2011, oferece a prefeituras participantes um conjunto de ferramentas a partir das quais governo e sociedade civil possam promover uma vida mais sustentável, especialmente na área urbana, onde hoje vivem mais de 86% da população brasileira.

Para o coordenador do programa e um dos idealizadores do Fórum Social Mundial, Oded Grajew, a definição de metas e indicadores ajuda o cidadão a avaliar os gestores públicos de forma mais clara e objetiva.

“Mesmo agora, quando a gente tem o processo eleitoral, é muito difícil achar um candidato a presidente ou a governador que diz o seguinte: ‘minhas metas são estas. No final da minha gestão, a saúde vai estar nesta situação, a educação nesta situação, a mobilidade nesta situação, o meio ambiente nesta situação’. Geralmente, na cultura política brasileira, dificilmente os gestores públicos se comprometem com metas”, disse Grajew.

PEC da Responsabilidade Eleitoral
Oded Grajew lembra que diferentes entidades ligadas ao programa Cidades Sustentáveis apoiam a votação, no Congresso Nacional, da Proposta de Emenda à Constituição da Responsabilidade Eleitoral (PEC 10/11), que obriga presidente, governadores e prefeitos a elaborarem e cumprirem plano de metas construído com base nas promessas de campanha.

A proposta determina que o plano seja encaminhado ao Congresso, assembleias estaduais ou câmaras de vereadores até 120 dias após a posse do chefe do Executivo. A cada quatro meses, o gestor também deverá divulgar relatórios sobre a execução das metas.

A PEC foi aprovada em comissão especial em setembro do ano passado e, desde então, aguarda inclusão na pauta do Plenário da Câmara. Em uma tentativa de facilitar o acordo sobre o tema, o relator na comissão especial, deputado João Paulo Lima (PT-PE), retirou do texto original a previsão de tornar inelegível o gestor que não cumprir as metas.

Enquanto não há uma legislação federal sobre o assunto, 39 cidades brasileiras se adiantaram e aprovaram em suas câmaras de vereadores leis instituindo programa de metas. Esse número consta de levantamento da Rede Nossa São Paulo, uma das instituições idealizadoras do programa Cidades Sustentáveis.

Saiba como participar do prêmio Cidades Sustentáveis

Íntegra da proposta:

PEC-10/2011

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Article analyses civil society influence on the Lima Climate Conference

Antonio Carlos Teixeira:

The civil society influence on the Lima Climate Conference: an article.

Postado originalmente em Rio+ Centre:

Civil society should have a multipronged approach that uses both formal and informal channels of influence in order to achieve desired results at the Lima Climate Change Conference (COP-20), which will take place in Lima, Peru on 1-2 December 2014.

Nonetheless, such an approach is not easily achieved in practical terms, especially when agendas are unclear and even discordant , points out Layla Saad, deputy director of the RIO+Centre, in an article published in the Policy Practice Brief section (read it here: http://riopluscentre.files.wordpress.com/2014/09/pb2_civil_society.pdf).

The article is a result of a civil society organizing event Saad participated in Foz do Iguaçu, Brazil on 1 – 2 August 2014. At the event, the representatives from the Brazilian civil society and the Ministry of Foreign Affairs discussed about negotiations around the forthcoming Lima Climate Summit.

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RioDialogues online discussion on the SDGs

Antonio Carlos Teixeira:

Discussão sobre as propostas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Agenda de Desenvolvimento Pós-2015.

Discussion in Portuguese on the proposals for Sustainable Development Goals (SDGs) in the Post-2015 Development Agenda.

 

 

Postado originalmente em Rio+ Centre:

The RIO+ World Centre for Sustainable Development will host an online discussion in Portuguese on the proposals for Sustainable Development Goals (SDGs) in the Post-2015 Development Agenda. The purpose of the discussion is to receive input from Brazilian Civil Society on the final proposal from the Open Working Group on the SDGs and increase public participation in the Post-2015 development process. Portuguese speakers should feel free to join civil society representatives from across Brazil and provide thoughts and feedback on the draft proposal.

The text in Portuguese will be posted on 25 August for comments for one week. On 1 September follows a general discussion of the issues surrounding the definition of the SDGs, including interventions from key speakers. The RioDialogues discussion will end on 5 September.

Responses are warmly invited from civil society in Brazil, including academia, media, national and international non-governmental and private sector organizations. This is

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Bate papo com Chassot, no ENEQ 2014, Ouro Preto, MG.

Antonio Carlos Teixeira:

Sobre certezas, incertezas, construção do saber e alfabetização científica…

Postado originalmente em Pesquisas de Química:

Foi assim, de forma descontraída e em um reencontro emocionado que eu e o mestre, nosso patrono do blog, professor Attico Chassot conversamos.

Perdão pelo ruído externo, é vídeo de celular em um congresso mais que visitado. Foi uma semana intensa e cheia de novidades, que trarei uma por uma para o Pesquisas de Química.

 

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