A caminho da Sociedade Digital e Descarbonizada: a comunicação corporativa e institucional nas relações com o novo cidadão-consumidor

Por Antonio Carlos Teixeira

As inovações tecnológicas têm impulsionado corporações e instituições a criar novos modelos de negócio com o desafio de aumentar os seus investimentos em tecnologias capazes de aprimorar os processos de comunicação corporativa e institucional voltados para o relacionamento, não apenas com os seus clientes, mas com todos os cidadãos da sociedade global. Neste sentido, a comunicação pode atuar no incentivo à transição para uma sociedade baseada em uma economia de baixo carbono. Igualmente é fundamental que a comunicação corporativa/institucional seja baseada em ações de prevenção e de estímulo aos sentidos de percepção e de intuição que apontem caminhos para a construção de uma sociedade global descarbonizada.

O foco agora é sedimentar uma comunicação capaz de receber, com maior agilidade, o feedback de um novo universo de clientes, os “cidadãos-consumidores”, para perceber e entender as mudanças nas suas atitudes, motivá-los à interação e, ao mesmo tempo, inovar em soluções digitais por meio de projetos que contribuam para a elevação da eficiência operacional, aprimoramento da gestão e do valor da marca e fortalecimento dos negócios e que siga na sedimentação da era de baixa emissão de carbono.

A prática da comunicação para a economia descarbonizada a caminho da economia do bem comum é fator-chave para o alcance do estado da sustentabilidade em suas dimensões humana e natural e a promoção de uma mudança de hábitos de consumo, produção e cultura. Tais mudanças nos levarão ao encontro de pensamentos e práticas que associam uma outra lógica de globalização econômica, baseada em conceitos de responsabilidade, solidariedade, respeito e equilíbrio nas relações com todas as sociedades, comunidades e coletivos do planeta. Em uma palavra: diversidade.

A comunicação corporativa e institucional precisa ficar atenta ao comportamento e ao perfil tanto do seu cidadão-consumidor quanto dos seus potenciais e futuros clientes. Os Integrantes de boa parte da Geração Y (nascidos entre o início dos anos 80 e meados dos 90) e de toda a Geração Z (da metade da década de 90 até 2010) mal acessam contas de e-mail e fazem (quase) tudo pelo smartphone. Serão eles os protagonistas da era que o CEO da Space Time Analytics Juan Carlos Castilla-Rubio chama de Quarta Revolução Industrial. Na palestra de encerramento do II Encontro de Sustentabilidade e Inovação do Setor de Seguros (CNseg, Rio de Janeiro, 8 de junho), Castilla-Rubio, membro do World Future Council do World Economic Forum, ressaltou a importância do estímulo à criação de ideias inovadoras e apontou a tecnologia e os incentivos à inovação como caminhos inevitáveis para a renovação dos negócios em todos os setores da economia internacional.

A prática de uma comunicação corporativa/institucional que incentive ações inovadoras e que privilegiem a transição para economia de baixo carbono deve ser encarada como uma evolução do ser humano, um passo à frente em benefício dele próprio e das gerações futuras. Tal ação passa pela sensibilização a respeito da importância de ações ligadas à preservação e conservação do meio ambiente e da adequada utilização dos recursos naturais, que, sem dúvida, influenciam o estado de bem-estar da atual e das futuras gerações.

Numa sociedade cada vez mais inovadora, digitalizada e conectada, o desenvolvimento de estratégias de comunicação e de relacionamento é fator fundamental para atender os consumidores nas suas necessidades e, ainda, entender os significados e os valores dos seus processos de interação pessoal, profissional e social. A chave para decodificar esse neocomportamento do cidadão contemporâneo é ampliar a percepção sobre o uso e o “relacionamento” dos consumidores com os seus dispositivos móveis. Por meio dessa tecnologia, agilizamos as nossas formas de trabalho, comunicação, relacionamento, produção, compra, venda, divulgação, pesquisa, capacitação, lazer e geração de renda. Em casa, no transporte (público ou privado), no espaço urbano, no local de trabalho: a internet móvel está em todos os lugares! E, já já, as “tecnologias vestíveis” (wearables) também estarão.

A comunicação da transição para a sociedade de baixo carbono é aquela que promove, explica e detalha as definições, usos, utilidades e benefícios da inclusão de fontes de energia e produção renováveis com mínima geração de poluentes e impactos ambientais. Uma prática que promove a discussão da temática ambiental e suas correlações com aspectos relacionados a desenvolvimento, sustentabilidade, saúde, consumo, produção, cidadania, educação, conservação e preservação dos recursos naturais. É a chave para que lembremos sempre da nossa essência espiritual e dimensão orgânica. É meio que possibilita localizar e reterritorializar todos os seres do planeta como integrantes de uma mesma lógica interna de convivência, fundamentada em parâmetros como copresença, vizinhança, intimidade, emoção, cooperação, socialização e contiguidade.

tecnologia digital: grande aliada da comunicação corporativa e institucional

Essa busca pelo entendimento sobre qual seria o melhor caminho para ampliar a interação digital com os clientes tem levado corporações e empresas a investir nos chamados “bots”, tecnologia robótica de comunicação e relacionamento que utiliza inteligência artificial (IA). A meta é aprimorar a experiência do cliente com serviços personalizados e automatizados e resolver problemas com maior agilidade. Não há dúvida de que a inteligência artificial vai transformar completamente o relacionamento entre empresas e cidadãos-consumidores nos próximos dez anos.

O debate sobre a economia digital e descarbonizada envolve nações ricas e pobres, desenvolvidas e subdesenvolvidas, do norte e do sul do Planeta. Expressa convicções e preocupações a respeito da relação que temos hoje com os recursos naturais e o que pode resultar dessa interação no futuro. Neste sentido, a comunicação é meio que pode nos levar a enxergar soluções baseadas no conceito do bem comum e nos auxiliar numa mudança de atitudes para reduzir o consumismo desenfreado e fortalecer a prática da cidadania planetária.

Na transição para a sociedade digitalizada e de baixo carbono, a comunicação corporativa e institucional pode – e deve – aproveitar as cada vez mais diversas e inovadoras opções de conexão à internet para ampliar formas de contato e de relacionamento. Mas não só. Temos também a oportunidade de, justamente, ampliar atitudes conscientes e críticas que valorizam modos de produção e consumo que incentivam ações de bom senso e práticas do bem comum.

O que se espera é que as tecnologias digitais sejam percebidas como uma grande aliada da comunicação corporativa e institucional e que nos auxiliem na compreensão sobre como o uso de smartphones, tablets e outros gadgets está mudando o comportamento do cidadão e a sua maneira de se relacionar na sociedade contemporânea. Somos, agora, um neoconsumidor que utiliza os seus dispositivos móveis para interagir nas redes sociais, fazer compras e compartilhar ideias sobre cultura, cidadania, respeito, educação, diversidade, convivência e modos de produção e de consumo em sintonia com os anseios de uma economia de baixa emissão de carbono e fincada no uso de energias de matriz renovável.

Não há dúvida de que corporações e instituições estão atentas a este novo ciclo, que desponta como uma ótima oportunidade para o investimento em pesquisas de comportamento e no desenvolvimento de tecnologias que ofereçam novos canais de interação com os cidadãos-consumidores. Neste novíssimo cenário, todos nós seremos beneficiados: uma sociedade digital e descarbonizada, sob a égide de uma comunicação corporativa e institucional que privilegia uma relação efetiva e eficaz com o engajado, digital e consciente cidadão-consumidor do século 21.

E você? O que acha? O foco em produtos e serviços que valorizem o cliente como um cidadão e não apenas como um consumidor deve ser a estratégia principal das empresas e corporações nas suas formas de relacionamento? Deixe um comentário. Gostaria muito de ouvir a sua opinião a respeito.

Felicidades, sucesso, tudo de bom.

Antonio Carlos Teixeira
Gestor de Comunicação e Sustentabilidade, Assessor Executivo Estratégico de transição corporativa para economia de baixo carbono, editor do blog TerraGaia

 

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Sobre Antonio Carlos Teixeira

Executivo de Comunicação I Assessor Estratégico I Sustentabilidade/Baixo Carbono I Editor I Editor do blog TerraGaia //// Executive of Communication I Strategic Advisor I Sustainability/Low Carbon I Editor I TerraGaia blog Editor.
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Uma resposta para A caminho da Sociedade Digital e Descarbonizada: a comunicação corporativa e institucional nas relações com o novo cidadão-consumidor

  1. vicente lassandro neto disse:

    Prezados
    O Brasil não precisa de inovações tecnológicas, mas consumir mais energia.
    O Brasil vive uma crise, onde vários componentes se destacam. Todas as reformas e os 14 MM de desempregados. O princípio básico da lógica afirma o seguinte:
    NÃO SE COMBATE O PROBLEMA, MAS A CAUSA DO MESMO
    Acontece que o diagnóstico da causa de um problema exige estudo e estudar não é um dos fortes dos humanos que gostam de receitas prontas. Problemas, quanto mais se combate, mais eles crescem e os exemplos saltam aos olhos, apesar de todos os esforços dos governantes e da sociedade em querer eliminá-los.
    Estudando, cientificamente, o assunto chega-se à conclusão que a causa da nossa crise e de TODAS as demais MAZELAS é o BAIXO CONSUMO DE ENERGIA, motivado pelo elevado preço e uma por uma ridícula oferta da mesma.
    A ONU afirma que há algo ao redor de 210 países, mas na última pesquisa que fiz, com dados da revista BRITISH PETROLEUM STATISTICAL REVIEW OF WORLD ENERGY – EDIÇÃO DE 2014, só aparecem 67 países com consumo de energia, onde o Brasil ocupa a 56ª posição, uma péssima colocação.
    O país industrializado que mais consome energia é Singapura com um consumo de 50,69 litros de óleo equivalente de petróleo, por dia, por habitante. O Brasil consome 4,86. Nestes números estão incluídas TODAS as formas de energia. É por este motivo que se fala em energia equivalente de petróleo.
    Caso o leitor desejar a lista completa, basta solicitar pelo e mail: vilanet@terra.com.br
    Vamos fazer uma brincadeira entre Singapura e Brasil que são países considerados industrializados.
    O dado inicial de consumo significa que cada singapurense pode colocar em seu carro, todos os dias, 50,69 litros de gasolina e fazer um percurso de 506,90 Km caso seu carro consuma 1 litro para cada dez quilômetros rodados. Cada brasileiro só coloca 4,86 litros e faz um percurso de 48,60 Km com a mesma eficiência.
    Se o brasileiro desejar chegar ao mesmo local do singapurense, ele terá que fazer o restante do percurso, 458,30 Km, a pé. Sabe quando ele vai alcançar o singapurense? NUNCA.
    No outro dia o fato se repete e o singapurense vai ficando, cada dia, mais distante. A isto nós chamamos de padrão de vida e desenvolvimento. Evidentemente que o singapurense não coloca todos os dias aquela gasolina em seu carro para fazer o mencionado passeio.
    Ele transforma aquele dinheiro em boa residência, ótima alimentação, excelentes escolas para seus filhos, agradáveis férias, lazer e assim por diante.
    Não se ouve, diariamente, nos meios de comunicação, informações de reclamações dos cidadãos de Singapura e outros mais. É o velho ditado. QUEM TEM ESTÁ CALADO, QUEM NÃO TEM, ESTÁ DANADO,
    Como, no Brasil as reclamações são diárias, conclui-se que, para acabarmos com elas, precisamos, URGENTEMENTE, elevar o consumo de energia o que só poderá ser feito com uma oferta adicional da mesma e estimulando o seu consumo mediante a retirada LENTA E GRADUAL DE TODOS, MAS TODOS, OS IMPOSTOS, TAXAS E EMOLUMENTOS que incidem sobre ela.
    Os males de um país, não surgem do dia para a noite e, assim sendo, a sua eliminação, também não acontecerá da mesma forma. Só há um problema cuja solução exige menos tempo para ser resolvido e é o desemprego, pelo fato da existência da seguinte lei da natureza, que afirma o seguinte:
    NÃO HÁ TRABALHO SEM CONSUMO DE ENERGIA
    Assim sendo, se quisermos mais trabalho teremos que elevar o nosso consumo de energia, o que só poderá ser feito mediante uma oferta adicional da mesma com uma retirada LENTA E GRADUAL de todos os impostos que incidem sobre ela. E o governo, recentemente, fez, EXATAMENTE, O CONTRÁRIO. É por este motivo que os problemas não são solucionados.
    No Brasil, só para dar um exemplo, suponhamos que todos os impostos que incidem sobre a gasolina sejam de 50% do total do preço. Neste caso, com o preço da gasolina, em média, a 3,60 reais, teremos que reduzi-lo para 1,80 reais.
    Para atingir este objetivo, basta reduzir, na bomba dos postos, todos os meses, o preço em, R$ 0,05 ou R$ 0,075 e , COM TABELAMENTO, em todo o Brasil, para que, ao final de 36 ou 24 meses, o preço estará em R$ 1,80. Este raciocínio deverá ser usado para todas as formas de energia. Para as outras formas de energia é preciso fazer as contas, mas usando o mesmo raciocínio calcular o valor da retirada mensal.
    Não esquecer, também, de retirar todos os impostos e taxas cobradas pela ANEEL ( Agência Nacional de Energia Elétrica ) e pela ANP ( Agência Nacional do Petróleo , onde estão incluídas as participações governamentais e outras como aluguel de áreas e todas as taxas cobradas nos leilões de áreas para se pesquisar e extrair petróleo.
    Como o petróleo não acaba, não é preciso uma infinidade de leis e portarias (ANP) para regular um produto que não acaba. Fim aos leilões da ANP e cada empresário fará seu poço de petróleo, onde desejar, respeitando algumas poucas leis, onde eu incluo a proibição de exportar petróleo. Quando se exporta energia e matéria prima, vamos gerar trabalho no país que nos comprou, o que é um erro, pois precisamos gerar trabalho para os brasileiros.
    Entretanto, a retirada destas taxas e impostos cobradas pela ANEEL e pela ANP, será para uma etapa posterior, quando os principais impostos forem retirados ao longo dos 24 ou 36 meses. Esta retirada é para homogeneizar o preço da energia, no Brasil, como um todo, ou seja, o preço de uma mesma forma de energia tem que ser igual para todos e em todo o Brasil. Só assim saberemos quem serão os mais competentes.
    É uma tarefa complexa que exige muitas análises, mas nem por isso deve deixar de ser feita. Se desejarem saber como se faz, eu ensino.
    A única taxa a ser mantida é aquela paga pelo industrial ao proprietário de uma área onde se extrai petróleo, que é de 1% sobre o valor da extração de petróleo e em outros casos semelhantes como nas atividades hidrelétricas, geração eólica, solar e atômica.
    A necessidade do tabelamento deve ser feita, pois uma redução de R$ 0,05 ou R$ 0,075 por litro é muito baixa e os revendedores não irão repassar este valor ao usuário.
    O tabelamento não é para voltar aos modelos antigos, mas para colocar ordem na atividade e deve ser feito em todas as formas de energia. O não tabelamento permite o aparecimento de cartéis e ‘trustes” que só beneficiam empresários corruptos e gananciosos.
    A humanidade não deve temer este consumo adicional de energia, pois, ao se queimar derivados de petróleo, estamos enviando CO2 para a atmosfera o que ameniza a curva do aquecimento global que é causado pelas plantas e não pela queima de energia fóssil.
    O governo não deve TEMER esta renúncia fiscal que é muito baixa. Além do mais, com energia mais barata, todos os produtos ficarão mais baratos o que elevará o consumo dos produtos e a arrecadação por meio de uma economia de escala.
    Com esta redução, a arrecadação chegará a níveis astronômicos, JAMAIS IMAGINADOS, o que permitirá ao governo fazer todas as reformas desejadas. Um fato é querer fazer reformas com os cofres vazios e outro com os mesmos cheios. A retirada LENTA E GRADUAL de todos os impostos que incidem sobre a energia cria um CÍRCULO VIRTUOSO, como veremos abaixo:
    MAIS TRABALHO GERA MAIS RENDA.
    MAIS RENDA GERA MAIS COMSUMO
    MAIS CONSUMO GERA MAIS PRODUÇÃO
    MAIS PRODUÇÃO GERA MAIS TRABALHO
    MAIS TRABALHO GERA MAIS RENDA
    Neste círculo virtuoso está faltando em produto básico e primordial mas ele não faz parte do círculo, ele engloba o círculo e este produto é a ENERGIA
    País algum consome energia para fazer fogueira ou soltar balões. Quando um país consome energia, ele o faz num parque industrial, residencial, e num sistema de transportes, de modo que quanto mais energia ele consome mais trabalho ele gera e mais conforto ele proporciona à população.
    Como já afirmamos, esta retirada de impostos tem que ser lenta e gradual, pois uma retirada TOTAL, elevaria o poder de compra da população causando uma inflação de demanda.
    Lembre-se do Plano Collor, de triste memória, que elevou, repentinamente, o poder de compra da população em cerca de 14%, com os resultados péssimos que todos já conhecem.
    Assim como uma criança precisa de alimento para crescer, o mesmo acontece com um país. País que não consome energia, que é o seu alimento, BÁSICO, não cresce, não se desenvolve, fica subdesenvolvido e raquítico. Numa casa, quem toma conta dos alimentos é o pai ou a mãe da criança. Pessoa alguma guarda seus alimentos na casa do vizinho.
    Da mesma forma, quem deve gerenciar a energia de um país é o governo central, começando pela oferta e preço, motivo pelo qual a energia tem que ser gerenciada e TABELADA. É o único bem a ser gerenciado e tabelado. É o governo que deve dizer qual é o preço da energia.
    As empresas não podem elevar ou reduzir o preço dos derivados de petróleo na porta das suas refinarias só pelo fato da cotação do petróleo no mercado internacional ter subido ou descido.
    Temos que, aos poucos, nos livrarmos desta infeliz GLOBALIZAÇÃO, principalmente, agora, com a posse do novo Presidente dos USA, o Sr. Donald Trump, onde está ficando, cada dia mais imprevisível, definir as medidas a serem tomadas por ele e como elas irão influenciar no Brasil. Se livrar da globalização, é muito fácil de ser feito. Se desejar saber como se faz, depois eu explico.
    Caso esta proposta seja adotada, o Brasil estará salvo e o povo brasileiro terá um padrão de vida menos pior.
    Trata-se de uma violenta mas BENÉFICA quebra de paradigmas, REDUZIR IMPOSTOS. Depois, quando estivermos sem desempregados iremos eliminar todos os impostos com a criação do IU, imposto único, no valor de, no máximo, 10%.
    Caso contrário, a situação do Brasil ficará cada dia pior, as possibilidades de melhoria para o povo brasileiro estarão, IRREMEDIAVELMENTE, SEPULTADAS e só restará um caminho que é:
    IR SER SELVAGEM, ENTRE ÁRVORES E ESQUECIMENTOS

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