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	<title>Comunicação  Ambiente  Sustentabilidade</title>
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		<title>Comunicação  Ambiente  Sustentabilidade</title>
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		<title>“O ambiental deve ser social”</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[debate sobre a agenda da Rio+20]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista de Olav Kjorven diretor do Departamento de Políticas para o Desenvolvimento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD para o jornal Página 12 Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[problemas ambientais enfrentados pela humanidade]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“As políticas ambientais terão consenso apenas se forem articuladas com políticas para a justiça social”, defende Olav Kjorven, diretor do Departamento de Políticas para o Desenvolvimento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O destacado funcionário internacional assegura que a Conferência Rio+20, sobre o desenvolvimento sustentável, que acontecerá em junho próximo, “pode tornar possível o estabelecimento de uma agenda diferente”.</em></p>
<p><em>Kjorven admite os graves problemas ambientais que a humanidade enfrenta – o aumento das emissões de gases de efeito estufa, a “crise de extinção de espécies”, a <a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505373-superficie-do-oceano-mais-quente-reduz-producao-de-peixes-diz-onu" target="_blank">superexploração pesqueira</a>, o descaso com a água doce –, mas assinala mudanças positivas em lugares previsíveis – como a Noruega – e menos previsíveis – como a China ou o México. Destaca também as conquistas na ordem da sociedade civil, tanto no aspecto social – os ocupantes de Wall Street, os mobilizados em países árabes – como no do meio ambiente: a crescente consciência, nas religiões, de que é responsabilidade dos crentes velar pela integridade da Criação&#8230; também em termos ambientais.</em></p>
<p>A entrevista é de <strong>Pedro Lipcovich</strong> e publicada no jornal <strong>Página/12</strong>, 13-02-2012. A tradução é do Cepat.</p>
<p><strong>Eis a entrevista</strong>.</p>
<p><strong>Nos últimos anos, sucessivas conferências internacionais sobre a mudança climática não registraram avanços significativos, ao passo que os prazos se encurtam cada vez mais. Esta situação poderá ser revertida na Conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável Rio+20, este ano?</strong></p>
<p>É frustrante ver que o progresso de uma reunião para outra é tão lento, que é tão difícil conseguir acordos fortes. Também devemos reconhecer que se trata de questões complexas, assuntos políticos, onde os países têm diferentes interesses. No entanto, desde a Conferência do Rio de 20 anos atrás até hoje, vimos progressos. O exemplo mais conhecido é o do controle da emissão de substâncias químicas que afetavam a camada de ozônio. Sobre a base desse sucesso, nos últimos anos a cooperação internacional conseguiu resultados também no controle de outras substâncias. Outro setor com progressos é o das florestas: embora haja muito desmatamento no mundo, em diferentes países vimos uma reversão: é o caso da China; também o México, há pouco, pôde reverter a tendência do desmatamento. A Costa Rica já o conseguiu há mais tempo, e hoje tem muito mais florestas que há 20 anos. No caso da pesca, a exploração descontrolada leva ao colapso de muitas espécies, mas também há exemplos de sistemas de manejo que garantem a sustentabilidade: foi dessa maneira que se conseguiu na Noruega, o meu país, e em outras partes do mundo. Em relação ao consumo de água doce, alguns países estabeleceram políticas que garantem a água no longo prazo para a agricultura, a indústria e o consumo humano.</p>
<p><strong>Que outras áreas continuam pendentes?</strong></p>
<p>O caso mais reconhecido é o da mudança climática: as emissões de efeito estufa crescem cada vez mais. Na ordem da biodiversidade, onde a situação é realmente grave, a crise de extinção de espécies já começou: caso não agirmos rapidamente, nos próximos anos presenciaremos um desastre. Em 2010, em Nagoya, Japão, foi assumido um compromisso internacional que, caso for colocado em prática, permitirá reverter a tendência, mas seu cumprimento depende de que se possa avançar a questão da mudança climática. No Rio será preciso buscar caminhos para resolver as coisas de maneira integrada, e no tempo que resta até junho, quando acontecerá essa conferência, temos que trabalhar a partir da ONU para que aqueles bons exemplos se difundam e disseminem. Porque é certo que o que foi obtido até aqui não é suficiente e em muitos campos os resultados são cada vez piores.</p>
<p><strong>Que medidas concretas deveriam ser tomadas?</strong></p>
<p>Creio que esta conferência poderá ser ocasião para estabelecer uma agenda diferente. O ano passado mostrou uma espetacular mobilização da sociedade civil: vimos isto com as mudanças no mundo árabe e com a emergência de um movimento global sobre a questão da desigualdade, com a ocupação de Wall Street e movimentos similares no mundo. Por outro lado, registra-se uma mobilização do capital privado e de políticas públicas a favor dos investimentos em energias renováveis e outras tecnologias para um futuro ambiental mais sustentável. Na China, por exemplo, é incrível o que está acontecendo.</p>
<p><strong>Sim? Geralmente se atribuem a este país posições contrárias à sustentabilidade ambiental.</strong></p>
<p>Embora a contribuição global desse país para as emissões de gases de efeito estufa siga crescendo, ao mesmo tempo a China está colocando em prática políticas muito fortes na direção de uma economia mais limpa, com um uso de energia mais eficaz: é impressionante o que fez, em pouco tempo, no manejo de águas e florestas. Nesta linha vai também a renovação do sistema de transportes, com trens de alta velocidade, e a construção de prédios com padrões de eficiência ambiental muito elevados. Claro que, em uma economia tão grande, os efeitos das mudanças requerem muito tempo, talvez uma década ou duas. Ainda lhes resta muito por fazer, mas mostram que é possível pensar de maneira integrada.</p>
<p><strong>Você mencionou também mudanças na sociedade civil: poderia dar exemplos?</strong></p>
<p>Podemos olhar para a Rio como uma ocasião para fazer valer o que já está acontecendo na sociedade civil, no setor privado e em muitos governos, que em seus países estabelecem as bases para uma transformação econômica no futuro. Isto pode nos permitir capitalizar as coisas que começaram a funcionar nestas duas décadas. As religiões estão atuando em termos que há pouco tempo eram inimagináveis. Na Igreja católica há um reconhecimento da responsabilidade do crente com relação à Criação, em termos ambientais. Os católicos começam a se responsabilizar pela floresta amazônica, não apenas em sua dimensão secular, mas também como patrimônio espiritual. E o mesmo está acontecendo no Islã, no taoísmo, hinduísmo e outras religiões. É preciso trabalhar muito até a Conferência do Rio para consolidar esta mentalidade. Por isso é importante que representantes dos governos se reúnam aqui, em Nova York, para preparar essa conferência.</p>
<p><strong>Como incide nisto a crise econômica mundial? Nos Estados Unidos, por exemplo, há dados de que as questões ambientais tendem a ficar relegadas&#8230;</strong></p>
<p>É um desafio que temos que vencer. Não se pode impulsionar uma agenda verde, caso não for vinculada a uma agenda para a equidade social, para o emprego, para as pessoas. Os eleitores rechaçarão toda agenda que se limitar a questões ambientais, sem beneficiar a maioria. Então, no Rio é preciso conseguir soluções integradas: uma agenda que seja, ao mesmo tempo, para o planeta e para as pessoas. Por exemplo, desde a perspectiva da mudança climática, é muito importante que os países reduzam as subvenções às empresas petrolíferas que, ao manter artificialmente baixos os preços dos combustíveis não renováveis, tornam ainda mais difícil o desenvolvimento da energia renovável. Mas quando se tira a subvenção, o preço dos combustíveis aumenta: na Nigéria, por exemplo, a baixa dessas subvenções, muito ligada à redução do déficit orçamentário, deu lugar a manifestações de rua violentas. É que as pessoas não farão suas políticas incompletas: se o preço dos combustíveis aumenta, é preciso demonstrar que se investe em outra coisa: educação, proteção social, sistema de pensões. É preciso integrar a perspectiva ambiental com a perspectiva social.</p>
<p><strong>Como avalia a situação da América Latina e da Argentina em particular?</strong></p>
<p>É impressionante o que a Argentina conseguiu na ordem econômico-social durante os últimos anos: aumentou o produto, baixou a taxa de desemprego, reduziu a pobreza e a desigualdade. Isto mostra que este país pode alcançar transformações rápidas, e isto também deveria ser possível na ordem ambiental. Não tenho dados específicos sobre o meio ambiente na Argentina, mas, caso consiga combinar as políticas de justiça social com políticas que melhorem as condições ambientais, poderá configurar, como projeto nacional, a criação de uma sociedade mais justa e também mais sustentável.</p>
<p><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506557-o-ambiental-deve-ser-social" target="_blank">Instituto Humanitas Unisinos</a></p>
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		<title>Educação e responsabilidade social: práticas educativas ambientais no contexto do campus universitário de Bragança &#8211; PA</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalho apresentado por Nádia Sueli Araújo da Rocha e Marcia de Oliveira Ribeiro durante o V Colóquio Internacional &#8220;Educação e Contemporaneidade&#8221; (São Cristovão-SE, 21 a 23 de setembro de 2011), promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Educação e Contemporaneidade da Universidade Federal de &#8230; <a href="https://terragaia.wordpress.com/2012/02/14/educacao-e-responsabilidade-social-praticas-educativas-ambientais-no-contexto-do-campus-universitario-de-braganca-pa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4363&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/educac3a7c3a3o-e-responsabilidade-social-prc3a1ticas-educativas-ambientais-no-contexto-do-campus-universitc3a1rio-de-braganc3a7a-pa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4364" title="Educação e responsabilidade social - práticas educativas ambientais no contexto do campus universitário de Bragança-PA" src="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/educac3a7c3a3o-e-responsabilidade-social-prc3a1ticas-educativas-ambientais-no-contexto-do-campus-universitc3a1rio-de-braganc3a7a-pa.jpg?w=1024&#038;h=515" alt="" width="1024" height="515" /></a></p>
<p><em>Trabalho apresentado por <strong>Nádia Sueli Araújo da Rocha</strong> e <strong>Marcia de Oliveira Ribeiro</strong> durante o V Colóquio Internacional &#8220;Educação e Contemporaneidade&#8221; (São Cristovão-SE, 21 a 23 de setembro de 2011), promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Educação e Contemporaneidade da Universidade Federal de Sergipe (Educonufs).</em></p>
<p><strong>Resumo</strong></p>
<p>O projeto em questão tem como objetivos: desenvolver práticas de educação ambiental; sensibilizar para o reaproveitamento de materiais recicláveis e envolver a comunidade interna e externa em atitudes de preservação e sustentabilidade. Para tanto, tem sido desenvolvido através de palestras educativas, oficinas de construção de recursos recicláveis e campanhas educativas. O projeto iniciou em março de 2011 e até o momento já tivemos como resultado: duas oficinas voltadas para os moradores, alunos da rede municipal de ensino e acadêmicos do campus de Bragança; duas palestras envolvendo temas sobre sustentabilidade e higiene feitas nas escolas municipais e a confecção de materiais produzidos a partir do reaproveitamento de garrafas pet.</p>
<p><a href="http://www.educonufs.com.br/vcoloquio/cdcoloquio/cdroom/eixo%202/PDF/Microsoft%20Word%20-%20EDUCA%C7%C3O%20E%20RESPONSABILIDADE%20SOCIAL%20PR%C1TICAS%20EDUCATIVAS%20AMBIENTAIS%20NO%20CONTEXTO%20UNIVERSIT%C1RIO%20DE%20BRAGAN%C7A-PA.pdf" target="_blank">Acesse</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/terragaia.wordpress.com/4363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/terragaia.wordpress.com/4363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/terragaia.wordpress.com/4363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/terragaia.wordpress.com/4363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/terragaia.wordpress.com/4363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/terragaia.wordpress.com/4363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/terragaia.wordpress.com/4363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/terragaia.wordpress.com/4363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/terragaia.wordpress.com/4363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/terragaia.wordpress.com/4363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/terragaia.wordpress.com/4363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/terragaia.wordpress.com/4363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/terragaia.wordpress.com/4363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/terragaia.wordpress.com/4363/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4363&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Reuso de água residencial: como funciona?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 17:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
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		<title>CNSEG &#8211; Workshop de Inovação e Oportunidades em Sustentabilidade da Indústria de Seguros</title>
		<link>https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/cnseg-workshop-de-inovacao-e-oportunidades-em-sustentabilidade-da-industria-de-seguros/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 17:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Verde-Green Economy]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Responsabilidade Social Empresarial RSE]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro e Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[eventos do mercado de seguros sobre sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[seguro e Rio+20]]></category>
		<category><![CDATA[seguros e sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja análise de Alexandre Yokote, da YK Risk Consultoria.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4356&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja análise de <strong>Alexandre Yokote</strong>, da <a href="http://www.ykrisk.com.br/newsletter_12.html" target="_blank">YK Risk Consultoria</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/terragaia.wordpress.com/4356/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/terragaia.wordpress.com/4356/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/terragaia.wordpress.com/4356/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/terragaia.wordpress.com/4356/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/terragaia.wordpress.com/4356/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/terragaia.wordpress.com/4356/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/terragaia.wordpress.com/4356/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/terragaia.wordpress.com/4356/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/terragaia.wordpress.com/4356/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/terragaia.wordpress.com/4356/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/terragaia.wordpress.com/4356/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/terragaia.wordpress.com/4356/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/terragaia.wordpress.com/4356/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/terragaia.wordpress.com/4356/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4356&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">arcanjoguardiao</media:title>
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	</item>
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		<title>Captação de recursos: editais abertos</title>
		<link>https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/captacao-de-recursos-editais-abertos/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 17:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Financiamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[captação de recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Captação de recursos: editais abertos]]></category>
		<category><![CDATA[editais abertos para captação de recursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja no site da Associação Brasileira de Captdores de Recursos. &#160;<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4349&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/assoc-bras-captadores-de-recursos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4350" title="Assoc Bras Captadores de Recursos" src="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/assoc-bras-captadores-de-recursos.jpg?w=1024&#038;h=509" alt="" width="1024" height="509" /></a></p>
<p>Veja no site da <a href="http://captacao.org/recursos/editais-abertos#" target="_blank">Associação Brasileira de Captdores de Recursos</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/terragaia.wordpress.com/4349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/terragaia.wordpress.com/4349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/terragaia.wordpress.com/4349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/terragaia.wordpress.com/4349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/terragaia.wordpress.com/4349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/terragaia.wordpress.com/4349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/terragaia.wordpress.com/4349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/terragaia.wordpress.com/4349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/terragaia.wordpress.com/4349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/terragaia.wordpress.com/4349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/terragaia.wordpress.com/4349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/terragaia.wordpress.com/4349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/terragaia.wordpress.com/4349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/terragaia.wordpress.com/4349/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4349&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">arcanjoguardiao</media:title>
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			<media:title type="html">Assoc Bras Captadores de Recursos</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Rio de Janeiro: o Bloco do Mangue</title>
		<link>https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/rio-de-janeiro-o-bloco-do-mangue/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 17:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bioma Costeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[carnaval e consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[movimento #manguefazadiferenca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro: o Bloco do Mangue]]></category>

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		<description><![CDATA[Mobilização (ontem, 12/2) na praia de Ipanema em prol dos manguezais faz parte do movimento nacional #manguefazadiferenca. O movimento alerta sobre os riscos que as alterações do Código Florestal trazem para estes importantes ecossistemas. A campanha é coordenada pela Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Mar Adentro e Projeto &#8230; <a href="https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/rio-de-janeiro-o-bloco-do-mangue/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4339&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/bloco-mangue-faz-a-diferenc3a7a5.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4340" title="Bloco Mangue faz a diferença5" src="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/bloco-mangue-faz-a-diferenc3a7a5.jpg?w=1024&#038;h=680" alt="" width="1024" height="680" /></a></p>
<p>Mobilização (ontem, 12/2) na praia de <a class="zem_slink" title="Ipanema" href="http://maps.google.com/maps?ll=-22.9838194444,-43.2045277778&amp;spn=0.01,0.01&amp;q=-22.9838194444,-43.2045277778 (Ipanema)&amp;t=h" rel="geolocation">Ipanema</a> em prol dos manguezais faz parte do movimento nacional #manguefazadiferenca.</p>
<p><a href="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/bloco-mangue-faz-a-diferenc3a7a4.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4341" title="Bloco Mangue faz a diferença4" src="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/bloco-mangue-faz-a-diferenc3a7a4.jpg?w=1024&#038;h=680" alt="" width="1024" height="680" /></a></p>
<p>O movimento alerta sobre os riscos que as alterações do Código Florestal trazem para estes importantes ecossistemas.</p>
<p><a href="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/bloco-mangue-faz-a-diferenc3a7a9.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4342" title="Bloco Mangue faz a diferença9" src="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/bloco-mangue-faz-a-diferenc3a7a9.jpg?w=1024&#038;h=680" alt="" width="1024" height="680" /></a></p>
<p>A campanha é coordenada pela Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Mar Adentro e Projeto Coral Vivo.</p>
<p>Fotos: Carlos Alberto Brito Rosa</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/terragaia.wordpress.com/4339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/terragaia.wordpress.com/4339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/terragaia.wordpress.com/4339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/terragaia.wordpress.com/4339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/terragaia.wordpress.com/4339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/terragaia.wordpress.com/4339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/terragaia.wordpress.com/4339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/terragaia.wordpress.com/4339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/terragaia.wordpress.com/4339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/terragaia.wordpress.com/4339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/terragaia.wordpress.com/4339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/terragaia.wordpress.com/4339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/terragaia.wordpress.com/4339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/terragaia.wordpress.com/4339/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4339&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

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	</item>
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		<title>Comunicação popular: vaga no Instituto Mamirauá</title>
		<link>https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/comunicacao-popular-vaga-no-instituto-mamiraua/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação popular: vaga no Instituto Mamirauá]]></category>
		<category><![CDATA[vagas na área de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[vagas na área de comunicação popular]]></category>

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		<description><![CDATA[O Programa de Gestão Comunitária do Instituto Mamirauá seleciona profissional para atuar na área comunicação popular. A seleção é válida para profissionais formados em Comunicação Social e que tenham condições de residir no município de Tefé (AM). Informações e envio de currículo (até 25 de &#8230; <a href="https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/comunicacao-popular-vaga-no-instituto-mamiraua/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4337&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa de Gestão Comunitária do Instituto Mamirauá seleciona profissional para atuar na área comunicação popular.</p>
<p>A seleção é válida para profissionais formados em Comunicação Social e que tenham condições de residir no município de Tefé (AM).</p>
<p>Informações e envio de currículo (até 25 de fevereiro):</p>
<p><a href="http://www.mamiraua.org.br/editais/edital-092012-idsm">http://www.mamiraua.org.br/editais/edital-092012-idsm</a></p>
<p><a href="mailto:marluce@mamiraua.org.br">marluce@mamiraua.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/terragaia.wordpress.com/4337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/terragaia.wordpress.com/4337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/terragaia.wordpress.com/4337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/terragaia.wordpress.com/4337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/terragaia.wordpress.com/4337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/terragaia.wordpress.com/4337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/terragaia.wordpress.com/4337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/terragaia.wordpress.com/4337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/terragaia.wordpress.com/4337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/terragaia.wordpress.com/4337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/terragaia.wordpress.com/4337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/terragaia.wordpress.com/4337/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/terragaia.wordpress.com/4337/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/terragaia.wordpress.com/4337/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4337&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">arcanjoguardiao</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A década da educomunicação?</title>
		<link>https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/a-decada-da-educomunicacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[A década da educomunicação?]]></category>
		<category><![CDATA[artigos sobre educomunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação e comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexandre Sayad, Portal Aprendiz Em dezembro de 2011, a Universidade de São Paulo (USP) organizou, como já tem virado um costume, o III Simpósio Brasileiro de Educomunicação, que reúne profissionais e pesquisadores da interface entre a educação e comunicação &#8230; <a href="https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/a-decada-da-educomunicacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4333&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Alexandre Sayad</strong>, <a href="http://portal.aprendiz.uol.com.br/2012/02/07/a-decada-da-educomunicacao/" target="_blank">Portal Aprendiz</a></p>
<p>Em dezembro de 2011, a Universidade de São Paulo (USP) organizou, como já tem virado um costume, o III Simpósio Brasileiro de Educomunicação, que reúne profissionais e pesquisadores da interface entre a educação e comunicação de diversas partes da America Latina. Participei de uma mesa de debates cujo título chamava a atenção para a década da educomunicação que se fechava (2001/2011), que teria começado quando a USP começou a sistematizar esse novo campo, assim chamado por eles, e a sociedade civil, em organizações como as que compõem a Rede CEP, iniciado a disseminação da prática Brasil afora.</p>
<p>Achei simpático o nome da sessão (“A década da educomunicação”), mas tentarei aqui levar aqui meu pensamento para  além disso.</p>
<p>Sim, as práticas de em comunicação e educação jamais estiveram tão presentes em escolas e comunidades. O último levantamento do MEC aponta que cerca de cinco mil instituições adotaram as mídias escolares como ação dentro do programa Mais Educação – uma ação que nasceu no bojo da Rede CEP. Em outro campo, comunidades por todo o país tem re-valorizado o caráter educativo intrínseco a seus membros, estruturas e aparelhos, por meio de programas que, como o bairro-escola, resgatam a relevância social que a educação informal e não-formal perderam para o currículo escolar nas últimas décadas.</p>
<p>No entanto, olhando atentamente para a história,  o papel da universidade no campo da educomunicação parece percorrer um caminho contrário ao que exerce naturalmente: tem organizado uma prática um tanto quanto “mundana” e mais antiga que o conceito.</p>
<p>Na verdade, os acadêmicos  têm exercido o papel importante em dar contorno a um novo campo e a sistematizar ações que estão ativas muito anteriormente a criação desse novo conceito. Ou seja, as práticas (agora chamadas educomunicativas) datam da década de cinquenta no Brasil, por meio das comunidades eclesiais de base; só em 2001 passaram a freqüentar as salas de aula nas pós-graduações.</p>
<p>Considerá-las existentes a partir de 2001 seria o mesmo que passar a acreditar que o graffiti nasceu em meados dos anos oitenta, quando algumas galerias de Nova York chamaram seus artistas a expor, levando ao Olimpo essa forma de arte. Na verdade, já tinha vinte anos à época.</p>
<p>O mais interessante no caso não diz respeito ao passado, mas ao futuro. Quem acredita que essa década foi a da educomunicação pode não estar preparado para o que há de vir de dentro das empresas – essas ainda pouco lembradas como atores importantes dentro do campo.</p>
<p>Se considerarmos o olhar da educomunicação como um comprometimento a uma comunicação de qualidade, esse movimento só está nascendo no ambiente corporativo. Cada vez mais empresas emprestarão sua credibilidade e marca apenas para a comunicação que tiver o mínimo de comprometimento com seus processos, fruto de uma onda de responsabilidade social corporativa que iniciou-se há mais de quinze anos. Está nascendo uma espécie de curadoria de qualidade.</p>
<p>Por outro lado, o desafio permanente das empresas em aproveitar idéias e talentos de todos os envolvidos para melhor desenvolver o negócio pode enxergar na educomunicação uma ferramenta muito útil na área de sua gestão.</p>
<p>Considerando passado e futuro, a década da educomunicação não foi e nem é; me parece que o conceito está começando a se emaranhar na sociedade e as surpresas maiores ainda estão mesmo por vir.</p>
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		<title>Estação Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agência de notícias do Instituto Centro de Vida (ICV). Conheça.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4329&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/estacao-vida-agencia-de-notivas-do-icv.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4330" title="Estacao Vida Agencia de Notivas do ICV" src="http://terragaia.files.wordpress.com/2012/02/estacao-vida-agencia-de-notivas-do-icv.jpg?w=1024&#038;h=514" alt="" width="1024" height="514" /></a></p>
<p>Agência de notícias do Instituto Centro de Vida (ICV).</p>
<p><a href="http://www.estacaovida.org.br/" target="_blank">Conheça</a>.</p>
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		<title>Rio Paraná perde seu antigo vigor</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 15:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carlos Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcela Valente, da IPS &#160; Buenos Aires, Argentina, 13/2/2012 – Um volume menor de água e uma crescente pressão de capturas no Rio Paraná, que cruza a Argentina de norte a sul, provocam uma inédita redução nesta pesca, considerada &#8230; <a href="https://terragaia.wordpress.com/2012/02/13/rio-parana-perde-seu-antigo-vigor/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=terragaia.wordpress.com&amp;blog=15122500&amp;post=4326&amp;subd=terragaia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Marcela Valente</strong>, da IPS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Buenos Aires, Argentina, 13/2/2012 – Um volume menor de água e uma crescente pressão de capturas no Rio Paraná, que cruza a Argentina de norte a sul, provocam uma inédita redução nesta pesca, considerada a segunda mais diversa da América do Sul, depois da amazonense. As dificuldades que afetam o Paraná foram apontadas à IPS por especialistas que estudam os recursos deste rio que nasce no sul do Brasil, na confluência dos rios Grande e Parnaíba, depois serve de fronteira com o Paraguai para, finalmente, entrar na Argentina e desembocar em forma de delta no Rio da Prata, em confluência com o Rio Uruguai e após percorrer quase quatro mil quilômetros.</p>
<p>Até meados da década de 1990, a Argentina não tinha cotas de exportação para pescado de água doce. Desde então, e mais ainda após a desvalorização do peso frente ao dólar, no começo de 2002, as autoridades viram a necessidade de colocar limites. Assim, proliferaram os frigoríficos que compram sável em grandes volumes para exportar. Em 2003, somaram 45 mil toneladas e foi preciso fixar uma cota, que na última temporada foi de 16 mil toneladas.</p>
<p>Essa cota foi estabelecida pelo governo federal para dividi-la entre as províncias de Santa Fé, Entre Rios e Buenos Aires, por onde passa o Paraná. Santa Fé foi autorizada a exportar sete mil das 16 mil toneladas, mas o governo provincial, consciente do risco de depredação, sobre o qual alertam organizações não governamentais, estabeleceu um máximo de 4,5 mil toneladas. Mesmo assim, especialistas consideram que a pressão é enorme. “Se exporta mais sável do que o sistema suporta.</p>
<p>Este foi o primeiro ano em que a espécie praticamente não se reproduziu. É algo que nunca aconteceu”, afirmou à IPS o biólogo Norberto Oldani, da província de Santa Fé.</p>
<p>O sável é a primeira espécie comercial em importância no Paraná e a que mais se exporta. Também é valioso recurso ecológico, porque suas ovas e larvas servem de alimento para peixes predadores, como surubi e dourado. “Para haver reprodução, tem que haver reprodutores. Há algum tempo se pescava exemplares de sete ou oito anos de idade e agora a pesca se baseia em animais de dois anos, quando começam a pôr ovos”, explicou Oldani.</p>
<p>Este biólogo é pesquisador da estatal Universidade do Litoral e do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas. Desde 1976, realiza acompanhamento periódico da pesca nas costas da cidade de Paraná, em Entre Rios. “Vemos ano a ano como os recursos se degradam, desaparecem espécies, diminui o tamanho e cada vez os exemplares pesam menos, ou seja, há perda de biomassa”, ressaltou.</p>
<p>Oldani também alertou que este fenômeno não ocorre apenas com o sável. “Com o surubi, o que acontece é catastrófico. É uma espécie emblemática do Paraná do ponto de vista da pesca esportiva e comercial. Pode pesar até 20 quilos e todos querem pescar um, mas se vê que não suporta a pressão”, destacou. E esclareceu que o surubi precisa que 80% de sua biomassa seja de reprodutores e atualmente esta porcentagem chega a apenas 8%. “São necessários critérios de manejo, porque o negócio é peixes no rio”, afirmou o biólogo.</p>
<p>Em relação ao Rio Amazonas, onde habitam cerca de duas mil espécies, no Paraná se multiplicam cerca de 400, disse Oldani. E este fluxo de água doce é mais produtivo por unidade do que seu irmão maior. “A pesca é fonte de alimentação de milhares de pescadores, e o sistema tem boa capacidade de recuperação, mas os atuais critérios não estão funcionando”, alertou.</p>
<p>Por sua vez, o biólogo Claudio Baigún declarou que é “bastante pessimista, porque existe uma confluência de fatores, que para alguns podem ser manejados e para outros não”. O “regime hidrológico é desfavorável desde 1998, e isto não se pode manejar”, acrescentou em conversa com a IPS. Assim se referiu a um prolongado período de chuvas escassas, que obrigam as represas da parte alta a reter água e evitar cheias.</p>
<p>O Paraná começa a subir em novembro e chega ao seu máximo em março. Porém, este ano ainda não encheu e pode não fazê-lo. “Quando há menos volume de água, as represas seguram a água e liberam o indispensável, e na parte baixa isso é sentido”, explicou Baigún, que é pesquisador do Laboratório de Ecologia e Produção Pesqueira do Instituto Tecnológico Chascomús, na província de Buenos Aires.</p>
<p>O biólogo explicou que, do ponto de vista ecológico, o melhor é que um rio transborde periodicamente. “Os moradores dessas regiões sabem, salvo casos extraordinários, que a inundação não é uma tragédia, pois convivem com este ciclo natural, e, se não ocorre, isto tem impacto na pesca”, insistiu.</p>
<p>Como há tempos o Paraná não cresce, o gado bovino, empurrado pela expansão da monocultura da soja, se situa em vales do delta do Paraná, próximo à desembocadura no Rio da Prata, e os animais comem talos e folhas, destroem a costa e contaminam a água, advertiu Baigún. “A quantidade de bovinos nessa região passou de 30 mil para 70 mil”, informou, acrescentando que para protegê-los os produtores levantam barreiras ilegais. Assim, perde-se a ligação entre o rio e os vales aluviais, onde o sável e outras espécies se procriam.</p>
<p>“Essas lagoas de criação, isoladas, se perdem como habitat de espécies”, disse o especialista, que também coordena o Programa de Peixes da Wetlands International, organização ambientalista cuja sede latino-americana fica em Buenos Aires. Baigún alertou que a este problema somam-se outros, como o mau manejo da própria pesca. “Não concordo que se exporte peixe de água doce. Isto não beneficia os pescadores nem o meio ambiente”, assegurou.</p>
<p>Os frigoríficos pagam preços abusivos ao pescador artesanal, que se vê obrigado a aumentar a pressão sobre o recurso, ponderou Baigún. “Talvez fosse melhor pescar menos e pagarem mais”, sugeriu. Sobre a cota de exportação de 16 mil toneladas, Baigún comemorou que o governo de Santa Fé tenha decidido ser mais cuidadoso, mas questionou a fixação do limite. “Como se justifica essa quantidade? Não se sabe, não há informação”, disse.</p>
<p>O biólogo explicou que algumas normas existentes são boas, outras podem melhorar e outras estão defasadas. “O Paraná já não é o dos anos 1980 ou 1990, quando havia cheias regulares e harmonia entre pesca comercial e esportiva”, contou. Agora, e já há mais de uma década, faltam água e peixes, os exemplares perdem tamanho e há menos reprodução, além de se intensificarem os conflitos entre pescadores, que se culpam por capturas cada vez mais pobres, finalizou. <a href="http://envolverde.com.br/noticias/rio-parana-perde-seu-antigo-vigor/?utm_source=CRM&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=13" target="_blank">Envolverde</a>/IPS  (IPS)</p>
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